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Só porque é Spa!

Dias ao Volante
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Falar que Spa é Spa é chover no molhado? Pois então eu vou dizer: Spa é Spa. Obviamente, o calendário de um Mundial tem de ter provas no maior número de países, mas se todas as etapas da Fórmula-1 fossem disputadas em Spa-Francorchamps, o mundo seria bem mais feliz. O mundo da velocidade, of cource!
O GP da Bélgica, décima terceira etapa do ano, foi vencido pelo alemão Nico Rosberg, da Mercedes, lógica, a partir do momento em que o tricampeão Lewis Hamilton trocou de motor antes da prova e largou da última fila.
O GP da Bélgica, na volta da F-1 das férias do verão europeu, teve o australiano Daniel Ricciardo, da Red Bull, em segundo, lógica, a partir do momento em que o seu companheiro, o holandês Max Verstappen é um extra-classe mas um guri mimado que não sabe perder e que ainda tem de aprender muito, além de respeitar seus colegas de profissão. Volto ao assunto em seguida.
O GP da Bélgica, no melhor circuito do mundo, teve o Hamilton em terceiro, lógica também, a partir de o momento em que tem um débil mental correndo com a bandeira holandesa e que estragou a corrida no pelotão da frente na largada. Com isso, Hamilton, soberbo na prova, só não foi o segundo porque Ricciardo tem cabeça, ao contrário de seu companheiro.
O GP da Bélgica, constante no calendário da F-1 desde o primeiro ano, em 1950, teve as Ferrari do tetracampeão Sebastian Vettel e do finlandês Kimi Raikkonen alijadas da briga pela vitória porque tem um irresponsável, filho do ex-piloto Jos Vertappen, que comete todo o tipo de cagada e os comissários da FIA passam a mão sobre sua cabeça, deixando o piá fazer o que bem entende.
Esse filhinho de papai doido, doido, o pai e o filho, tem um talento fora do comum para dirigir um carro de competição mas não tem consideração por ninguém, desde o GP da Inglaterra está merecendo uma punição pelos homens da FIA. De lá para cá, o guri que corre com o número 33 fez merda em todas as etapas e, pasmem, NUNCA FOI A JULGAMENTO PELOS COMISSÁRIOS. Permitiram a criação de um monstro. Pronto, nasceu o monstro e agora estão a o alimentar.
Fui o primeiro a cravar: o Verstappen tem de tomar já o lugar do russo Daniil Kvyat na Red Bull, bem antes de a equipe dos energéticos decidir pela troca. Também disse, ainda no ano passado, na temporada de estreia dele na F-1, que tratava-se de um piloto fora de série. Continuo dizendo isso, minha bronca com ele é outra. Além disso, comemorei que o guri não tinha herdado a loucura do pai nas pistas. Herdou!
Se a FIA nada faz para brecar essa montanha russa ambulante, bem que está faltando no grid um piloto daqueles tipo Juan Pablo Montoya para o colocar no lugar, pelas vias não muito éticas. A F-1 de hoje, sei, não permite mais briga "corpo a corpo" na pista – só vale isso para o Max Verstappen -, no entanto, lembrando de uma frase de filme, "às vezes, a Justiça deve vir como no Velho Oeste", e por isso falei da questão de um cara que viesse com a bandeira da Justiça para encarar esse guri e coloca-lo no seu lugar.
Bem, acho que não preciso mais voltar àquele assunto prometido no início, não?
O GP da Bélgica, da incrível Eau Rouge, não respeitada neste domingo pelo dinamarquês Kevin Magnussen, teve também essa terrível batida do piloto da Renault. Logo no começo da prova, Magnussen errou a primeira perna da famosa curva e foi bater muito forte na saída do grande Esse, na barreira de pneus, depois de rodar. Machucou apenas um tornozelo. O "apenas" é por causa do tamanho da porrada!
O GP da Bélgica teve o ótimo sétimo lugar do espanhol Fernando Alonso, da McLaren, o bom desempenho das Force India do alemão Nico Hulkenberg e do mexicano Sergio Perez (a ultrapassagem dele sobre o Felipe Massa foi a melhor da corrida), o próprio Massa em dia razoável e, nada mais.
Nada mais, não! Spa é uma obra prima. E todas as 44 voltas nesse circuito são espetaculares. Só porque é Spa.



Resultado do GP da Bélgica

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1) N. Rosberg – Mercedes – 1h44min51s058
2) D. Ricciardo – Red Bull – a 14s113
3) L. Hamilton – Mercedes – a 27s634

4) N. Hulkenberg – Force India – a 35s907
5) S. Perez – Force India – a 40s660
6) S. Vettel – Ferrari – a 45s394
7) F. Alonso – McLaren – a 59s445
8) V. Bottas – Williams – a 1min00s151
9) K. Raikkonen – Ferrari – a 1min01s109
10) F. Massa – Williams – a 1min05s873

11) M. Verstappen – Red Bull – a 1min11s138
12) E. Gutierrez – Haas – a 1min13s877
13) R. Grosjean – Haas – a 1min16s474
14) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1min27s097
15) J. Palmer – Renault – a 1min33s165
16) E. Ocon – Manor – a uma volta
17) F. Nasr – Sauber – a uma volta

18) K. Magnussen – Renault – não completou
19) M. Ericsson – Sauber – não completou
20) C. Sainz Jr – Toro Rosso – não completou
21) J. Button – McLaren – não completou
22) P. Wehrlein – Manor – não completou

Volta mais rápida – L. Hamilton – Mercedes – 1min51s583



Piloto automático

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A maioria da cobertura da mídia do GP da Bélgica foi no piloto automático em sua manchetes do treino de classificação neste sábado, afirmando que "sem Hamilton na disputa, Rosberg crava pole fácil em Spa".
Agora, digam lá: aonde tá a facilidade com Verstappen e as Ferrari de Raikkonen e Vettel com menos de 3 décimos de segundo atrás em um circuito longo, de mais de 7 quilômetros?
Sempre disse que o amante do automobilismo é um especialista no assunto e não gosta de ser enganado. Então, vamos respeitá-lo, por favor!



Rosberg é pole em Spa, com três feras atrás

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Nico Rosberg, da Mercedes, conquistou a pole position do GP da Bélgica, décima terceira etapa do Mundial de Fórmula-1, que será disputada neste domingo, a partir das 9h (nosso horário), com transmissão ao vivo pela Globo. O tricampeão Lewis Hamilton, da Mercedes, participou apenas do Q1 do treino oficial, pois perderia 55 posições pela troca de componentes do motor e já sairia atrás mesmo. Com isso, o piloto inglês poupou o equipamento para a corrida. Hamilton lidera o campeonato com 19 pontos de vantagem sobre seu companheiro Rosberg.
A primeira posição de Rosberg foi comemorada pela equipe, naturalmente, porém, o desempenho do carro da equipe prateada em Spa-Francorchamps não foi arrasador em comparação ao holandês Max Verstappen, da Red Bull, o segundo do grid, próximo à Mercedes, ao finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, o terceiro, um especialista na pista belga, e ao tetracampeão Sebastian Vettel, da Ferrari, o quarto. O jovem piloto alemão inclusive festejou a conquista de um lugar na segunda fila do grid logo após ter cruzado a linha de chegada em sua derradeira tentativa deste sábado.
Isso tem uma explicação clara: a Ferrari tem um bom carro para o ritmo das 44 voltas da prova deste domingo. Rosberg terá um duro trabalho para segurar a primeira posição na largada, com Verstappen, Raikkonen e Vettel vindo babando para cima. E mais: existe também uma pequena possibilidade de chuva para a hora da corrida.
Seja como for, o GP da Bélgica já tem um ingrediente de emoção a mais com Hamilton largando de trás. A escolha para troca de motor, depois de cinco propulsores utilizados na temporada, foi uma opção do próprio piloto para a etapa de Spa, que tem bons pontos de ultrapassagem. Em uma prova sem incidentes, Hamilton deve completar a décima terceira etapa do ano em uma boa colocação, garantindo a liderança do campeonato, independentemente do que conseguir Rosberg. Na próxima semana, tem o GP da Itália, em Monza, e o rival alemão talvez tenha de passar pelo mesmo procedimento de troca de motor.
Felipe Massa, da Williams, desfilou com suas desculpas habituais nos treinos livres de sexta-feira, reclamando, desta vez, da pressão dos pneus. Esse pelo menos foi o discurso escolhido entre seu rol de explicações para a corrida de Spa. No entanto, o brasileiro fez um bom Q2 neste sábado. Na hora H do Q3, entretanto, errou na sua única volta rápida e encontrou muito tráfego (agora, sou eu ajudando nas desculpas para o Massinha) e ficou longe dos ponteiros.
Felipe Nasr quase passou com sua Sauber melhorada para esta prova à segunda parte do treino oficial. De qualquer forma, mostrou bom trabalho, animando a equipe em seu novo momento, depois que um grupo suíço colocou grana na escuderia, salvando-a da falência.
Vamos então à prova, na volta da F-1 após quase um mês das férias do verão europeu. Vale à pena assistir só pelo fato de ser Spa.



Será que veremos esse duelo novamente?

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Resultado da classificação para o GP da Bélgica:
1) N. Rosberg – Mercedes – 1min46s744
2) M. Verstappen – Red Bull – a 0s149
3) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s166
4) S. Vettel – Ferrari – a 0s364
5) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s472
6) S. Perez – Force India – a 0s663
7) N. Hulkenberg – Force India – a 0s799
8) V. Bottas – Williams – a 0s868
9) J. Button – McLaren – a 1s370
10) F. Massa – Williams – a 1s668

11) R. Grosjean – Haas
12) K. Magnussen – Renault
13) J. Palmer – Renault
14) C. Sainz Jr – Toro Rosso
15) P. WEhrlein – Manor
16) F. Nasr – Sauber

17) E. Ocon – Manor
18) E. Gutierrez – Haas – punido +5 posições
19) D. Kvyat – Toro Rosso
20) M. Ericsson – Sauber  - punido +10 posições
21) L. Hamilton – Mercedes  - punido +55 posições
22) F. Alonso – McLaren – punido +35 posições



Resultado do treino livre 3 para o GP da Bélgica

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1) K. Raikkonen – Ferrari – 1min47s974
2) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s215
3) S. Vettel – Ferrari – a 0s323
4) V. Bottas – Williams – a 0s530
5) L. Hamilton – Mercedes – a 0s661
6) N. Hulkenberg – Force India  - a 0s765
7) N. Rosberg – Mercedes – a 0s768
8) F. Massa – Williams – a 0s809
9) S. Perez – Force India – a 0s941
10) R. Grosjean – Haas – a 1s298
11) F. Alonso – McLaren – a 1s479
12) E. Gutierrez – Haas – a 1s657
13) J. Button – McLaren – a 1s691
14) K. Magnussen – Renault – a 1s742
15) P. Wehrlein – Manor – a 1s787
16) D. Kvyat – Toro Rosso – a 2s049
17) C. Sainz Jr – Toro Rosso – a 2s104
18) J. Palmer – Renault – a 2s267
19) F. Nasr – Sauber – a 2s446
20) E. Ocon – Manor – 2s719
21) M. Ericsson – Sauber – a 3s345
22) M. Verstappen – Red Bull – sem tempo



Mercedes se preserva em Spa

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O holandês Max Verstappen (foto, na Source) ficou na frente no primeiro dia de treinos livres da décima terceira etapa do Mundial de Fórmula-1, em Spa-Francorchamps, acompanhado de seu companheiro de Red Bull, o australiano Daniel Ricciardo. Isso quer dizer que as Mercedes foram batidas de forma inapelável no melhor circuito do calendário? Nada!
Primeiro colocado na sessão da manhã na Bélgica (com um tempo superior ao de Verstappen à tarde), o alemão Nico Rosberg e o inglês Lewis Hamilton, ambos da equipe prateada, se limitaram a fazer simulação de corrida no treino da tarde, inclusive não colocando os pneus supermacios, os mais rápidos em Spa, na segunda sessão.
Hamilton largará em penúltimo lugar na corrida de domingo, prevista para as 9h (nosso horário), com transmissão ao vivo pela Globo. Acontece que a Mercedes trocou muitas peças do motor do líder do campeonato, 19 pontos à frente de Rosberg, e o tricampeão foi punido em 55 posições no grid de largada. É esperado que Hamilton participe apenas do Q1 neste sábado, pois precisa obter somente um tempo abaixo de 107% da marca da pole position para poder largar. Com isso, o inglês preservaria seu carro de mais quilometragem.
Mesmo a Mercedes tirando o pé na sessão da tarde desta sexta-feira, os tempos da Red Bull foram significativos, comprovando o bom projeto do carro da equipe austríaca. Spa beneficia a potência do motor, mas também é generoso com a aerodinâmica, pois tem curvas e trechos de todos os tipos.
Chamaram atenção igualmente no primeiro dia os bons desempenhos da Force India, da Haas e principalmente da Manor do alemão Pascal Wehrlein, o décimo primeiro da segunda sessão.
Após ter prometido durante a semana um bom rendimento da Williams em Spa, Felipe Massa voltou ao chorôrô clássico de sua carreira, reclamando da pressão dos pneus de seu carro. Passa GP atrás de GP e o brasileiro vem sempre com uma desculpa diferente para o mau desempenho.
O terceiro treino livre começa às 6h neste sábado. A classificação tem início às 9h. Os dois serão mostrados ao vivo pelo Sportv.

Segundo treino livre
1.   Verstappen, Red Bull, 1min48s085 - 27 voltas
2.   Ricciardo, Red Bull, 1min48s341 a 0s256 – 27
3.   Hulkenberg, Force India, 1min48s657 a 0s572 – 30
4.   Vettel, Ferrari, 1min49s023 a 0s938 – 27
5.   Perez, Force India, 1min49s100 a 1s015 – 27
6.   Rosberg, Mercedes, 1min49s161 a 1s076 – 33
7.   Raikkonen, Ferrari, 1min49s244 a 1s159 – 30
8.   Grosjean, Haas, 1min49s419 a 1s334 – 20
9.   Button, McLaren, 1min49s419 a 1s334 – 23
10. Gutierrez, Haas, 1min49s648 a 1s563 – 23
11. Wehrlein, Manor, 1min49s716 a 1s631 – 31
12. Alonso, McLaren, 1min49s772 a 1s687 – 30
13. Hamilton, Meercedes, 1min49s782 a 1s697 – 33
14. Kvyat, Toro Rosso, 1min49s916 a 1s831 – 25
15. Ericsson, Sauber, 1min50s083 a 1s998 – 27
16. Bottas, Williams, 1min50s151 a 2s066 – 19
17. Massa, Williams, 1min50s157 a 2s072 – 29
18. Sainz Jr., Toro Rosso, 1min50s194 a 2s109 – 25
19. Magnussen, Renault, 1min50s375 a 2s290 – 34
20. Palmer, Renault, 1min50s562 a 2s477 – 32
21. Ocon, Manor, 1min50s659 a 2s574 – 25
22. Nasr, Sauber, 1min50s719 a 2s634 – 24



Hamilton perde no mínimo 10 posições

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O tricampeão e líder da temporada, o inglês Lewis Hamilton, concentrou as atenções dos jornalistas e do circo na entrevista coletiva oficial da FIA (com Fernando Alonso na foto) no circuito de Spa-Francorchamps nesta quinta-feira. Como já era esperado, até pelo próprio piloto, a Mercedes terá de trocar peças do motor, ou unidade de potência. Hamilton, inclusive, já tinha manifestado sua preferência para que essas trocas no propulsor fossem feitas em uma pista com melhores, ou mais, pontos de ultrapassagem. E Spa oferece isso.
Sem detalhar quantas peças serão trocadas após o uso da quinta unidade no ano (algo que também ocorrerá com seu companheiro, o alemão Nico Rosberg, nas próximas etapas), é certa uma punição de ao menos 10 posições no grid de largada na prova deste domingo, podendo serem mais, conforme cresça a utilização de mais peças novas.
Resumindo a ópera: mais emoções para o já muito emocionante Spa-Francorchamps.



A mística Eau Rouge de Spa

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A curva Eau Rouge, o longo Esse em subida de Spa-Francorchamps, é um daqueles lugares mágicos do mundo da velocidade, algo que beira o sobrenatural. Olhe aí em cima nas fotos, a célebre curva sempre teve o mesmo desenho. Em uma das imagens, o trecho está coberto pela neve.
Como a maior parte do circuito belga, a Eau Rouge (Água Vermelha, nome vindo de um pequeno riacho vizinho, desta cor) era um trecho de estradas que ligavam vários lugarejos da Região das Ardenas, entre eles, Spa e Francorchamps. Portando, a curva não foi desenhada nem imaginada por nenhum projetista. Ela simplesmente foi aberta como uma estrada.
Como outro trecho famoso, o Laranjinha, de Interlagos, a Eau Rouge é uma curva cega, porque no meio dela os pilotos não enxergam seu final. Está localizada logo no início do traçado de Spa. Depois de passarem pelo grampo safado (como diria nosso Professor) Source, os pilotos descem em velocidade máxima até a curva. A Eau Rouge é formada por três pernas em níveis distintos. Primeiro, vira-se para a esquerda, sobre uma leve subida. Depois, vira-se para a direita passando sobre uma subida repentina. A última perna da curva é feita para a esquerda, de onde se atinge o início de uma longa reta, a Kemmel Straight.
Os dois pilotos da extinta BAR, o canadense Jacques Villeneuve e o brasileiro Ricardo Zonta, bateram muito forte na Eau Rouge em 1999, ambos nos treinos. Incrivelmente, apesar de os carros terem se destruído, os dois escaparam ilesos.
Mas a Eau Rouge tem registrada uma morte, do virtual campeão da F-1 Stefan Bellof, durante os Mil Quilômetros de Spa-Francorchamps, no dia 1 de setembro de 1985. Ao disputar a liderança com o belga Jacky Ickx, o piloto alemão de 27 anos tentou uma ultrapassagem na famosa curva.
Os dois Porsche se tocaram. Ickx bateu de traseira no guard-rail e Bellof chocou-se de frente no muro de proteção. O carro do alemão explodiu imediatamente. Bellof ainda foi retirado do carro com vida, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos e morreu no centro de cirurgia do autódromo uma hora depois do acidente.
Nos últimos anos, devido à força da aerodinâmica dos carros da F-1, quase todos os pilotos fazem a Eau Rouge de pé cravado. Anos antes, poucos (Ayrton Senna e Michael Schumacher, dois dos maiores vencedores de Spa) tinham essa coragem.



O maduro Felipe Nasr

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Filho de Samir e sobrinho de Amir Nasr, experiente dono e chefe de equipe, em especial na Fórmula-3 Sul-Americana, Felipe Nasr, da Sauber, completou 24 anos de idade no último domingo, uma semana antes de a F-1 retornar das férias do verão europeu para a décima terceira etapa, em Spa-Francorchamps, na Bélgica.
Felipe nasceu no dia 21 de agosto em Brasília e sempre viveu no meio do mundo das competições. Na Europa, escolheu, além do tio, ser assessorado por David e Steve Robertson, pai e filho,  empresários responsáveis pela carreira do finlandês Kimi Raikkonen, campeão de 2007 pela Ferrari, e do inglês Jenson Button, campeão de 2009 pela Brawn.
Dono de um estilo técnico mas arrojado, Felipe herdou do pai e do tio a faculdade de acertar um carro de competição.



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