02/2026 - Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

Ir para o conteúdo

Menu principal:

Gabriel hexacampeão do Bolão

Dias ao Volante
Publicado por em Bolão 2025 F1 ·


O Gabriel Dias conquistou seu sexto título no Bolão da Fórmula-1, com quase mil pontos, mais precisamente, 985 pontos, 60 a mais que o Paulo André de Souza, que foi o grande vencedor da última etapa, em Abu Dhabi, ao lado do Verstappen. Parabéns ao Gabriel e também ao Paulo, que lutou até o final, fazendo 105 pontos na prova final de possíveis 135 pontos. Antes da última etapa, o Gabriel tinha uma vantagem de 125 pontos sobre o Paulo, faltando apenas 15 pontos para assegurar o título matematicamente. 15 pontos que poderia vir, por exemplo, com o último colocado da prova, que o Gabriel acertou em Abu Dhabi, com o Colapinto. Mas esse exercício serve apenas para ilustrar a briga final entre os dois, porque a vantagem final foi, de fato, de 60 pontos.
Foi bonito!
Como foi bonito de se ver a participação de todos. No “Top Ten” final, tivemos 3 “Dinossauros” (Gabriel, André Borges e Daniel de Moraes Cardoso) e 7 dos chamados “Novatos” no Bolão (o próprio Paulo de Souza, o Elder Benevides, o Guilherme Baran, o Francisco Barberan, o André Luiz de Souza, a grande Carine Mello e o Reginaldo Guedes.
E quero ver todos (e muitos mais) a partir do dia 8 de março com o GP da Austrália, primeira prova da temporada 2026 da Fórmula-1 com a segunda grande mudança nos carros que o Blog da F-1 do site DiasaoVolante presenciará. A primeira foi em 2014.

Parâmetros utilizados em Abu Dhabi:
Pole: Verstappen
Vencedor: Verstappen
Segundo: Piastri
Terceiro: Norris
Quarto: Leclerc
Quinto: Russell
Último: Colapinto
Desafio: Norris
Segundos: 2 (PIA-LEC)

Abu Dhabi:
1) Paulo André de Souza – 105 pontos
2) André Luiz de Souza – 100 pontos
3) Elder Benevides – 90 pontos
4) Guilherme Baran – 80 pontos
4) Maria Amélia Freitas – 80 pontos
6) Raul Martinez – 70 pontos
6) Carine Mello – 70 pontos
8) David Moreno – 65 pontos
9) André Borges – 60 pontos
9) Mauro – 60 pontos
11) Francisco Barberan – 50 pontos
12) Pedro Paulo Andrade – 40 pontos
12) Gabriel Dias – 40 pontos
14) Daniel de Moraes Cardoso – 35 pontos
14) Euclides Müller – 35 pontos
14) Daniel Dias – 35 pontos
17) Paulo Roberto Batista – 30 pontos
18) Reginaldo Guedes – 25 pontos
18) Sílvia Lisboa – 25 pontos
18) Margareth Silva – 25 pontos
18) Maicon André – 25 pontos
18) Natanael Felipe Rhoden - 25 pontos
18) Lúcia Lemes da Silva – 25 pontos
24) Rogério Amaral de Freitas – 20 pontos
25) Carlos Alberto Barbosa – 15 pontos
25) Pedro Almeida – 15 pontos

Luiz Herrera, Francisco Cavalin, Ismael Reichert, Eduardo Saraiva e Maurício Dias não participaram

Final:

1) Gabriel Dias - 985 pontos - Campeão
2) Paulo André de Souza - 925 pontos
3) Elder Benevides - 905 pontos
4) Guilherme Baran - 880 pontos
5) Francisco Barberan - 850 pontos
6) André Borges - 825 pontos
6) André Luiz de Souza - 825 pontos
8) Daniel de Moraes Cardoso - 800 pontos
9) Carine Mello - 795 pontos
10) Reginaldo Guedes - 785 pontos
11) Pedro Paulo Andrade - 775 pontos
11) Euclides Muller - 775 pontos
13) Mauro - 765 pontos
14) Maicon André - 760 pontos
14) Rogério Amaral de Freitas - 760 pontos
16) Daniel Dias - 740 pontos
17) David Moreno - 735 pontos
17) Maria Amélia Freitas - 735 pontos
19) Raul Martinez - 665 pontos
20) Natanael Felipe Rhoden - 660 pontos
21) Carlos Alberto Barbosa - 655 pontos
22) Ismael Reichert - 640 pontos
23) Paulo Roberto Batista - 630 pontos
24) Luiz Herrera - 625 pontos
25) Eduardo Saraiva - 605 pontos
26) Silvia Lisboa - 590 pontos
27) Francisco Cavalin - 545 pontos
28) Lúcia Lemes da Silva - 540 pontos
29) Pedro Almeida - 495 pontos
30) Margareth Silva - 480 pontos
31) Maurício Dias - 215 pontos



A pré-temporada de 2026

Dias ao Volante
Publicado por em F-1 ·



Esqueça os tempos – desta sexta e dos outros dois dias –, fazer volta rápida não significa muita coisa na pré-temporada da Fórmula-1, ainda mais com toda a mudança de regulamento, bem provavelmente, a maior já feita na história da principal categoria do planeta. De qualquer jeito, os tempos do último dia estão aí embaixo.

Preparamos um rápido resumo (bem prático, para acompanhar os treinos e as corridas) com as principais mudanças nos carros e no regulamento. Vamos lá!

A partir de 2026, a Fórmula-1 contará com um pacote aerodinâmico revisado que resultará em carros com novo visual e um conjunto reformulado de regras para as unidades de potência. Resumindo: A unidade de potência será meio a meio com o motor turbo e o elétrico, com cerca de 500 cavalos cada um. Mas não esqueça de que a bateria do motor elétrico tem de ser carregada na pista, dando mais trabalho ao piloto e aos estrategistas das equipes.

As novas regras são interessantes para as fabricantes de motores já estabelecidas (Ferrari e Mercedes), atraentes para as estreantes Red Bull Powertrains – que se uniu à Ford –, Audi e General Motors (esta, lançará sua unidade de potência em 2029) e suficientemente atraentes para trazer a Honda de volta à competição (com a Aston Martin).

As asas dianteira e traseira estão mais simples, com menos elementos. A mudança mais significativa é a introdução da “Aerodinâmica Ativa”. Os carros podem ajustar o ângulo dos elementos das asas dianteiras e traseiras dependendo de sua posição na pista. Nas curvas, os flaps permanecem fechados em sua posição padrão para manter a aderência. Em retas específicas, os pilotos podem ativar o modo de baixa resistência aerodinâmica, que abre os flaps e achata as asas, reduzindo o arrasto e aumentando a velocidade. Essa função está disponível para todos os pilotos, em todas as voltas.

Acaba o DRS para ajudar em ultrapassagens. As aletas da asa traseira podem ser abertas em todas as retas designadas sem a necessidade de estar a menos de um segundo do carro da frente. No entanto, estar a menos de um segundo do seu rival ainda traz benefícios na forma do “Modo Ultrapassagem”.

O tal “Modo Ultrapassagem” pode ser utilizado estrategicamente. O modo é apenas para ataque e é ativado quando ele está a menos de um segundo do carro da frente. Isso lhe dá acesso à energia elétrica extra, que ele pode usar para ultrapassar ou pressionar o motorista à frente em um único ponto de detecção. Mas aí tem um detalhe fundamental: o piloto que está à frente também poderá usar o “Modo Ultrapassagem” no mesmo momento, para se defender, se tiver carga suficiente na bateria de seu carro. A Fórmula-1 está muito mais estratégica a partir de agora.

Embora o núcleo ainda seja um híbrido turbo V6 de 1,6 litro, o equilíbrio de potência mudou significativamente. A partir de 2026, a potência do motor a combustão interna foi reduzida, enquanto a do motor elétrico triplicou, com uma divisão de potência de aproximadamente 50/50 entre gasolina e eletricidade. Isso torna os motores mais adequados para uso em vias públicas – e, portanto, mais atraentes para as montadoras Ferrari e Mercedes, para a recém-chegada Red Bull Power Trains em parceria com a Ford, para a General Motors (a partir de 2029) e para a Audi, além da Honda, que retorna.

Para alimentar a nova unidade híbrida, o Sistema de Recuperação de Energia (ERS) do carro agora pode recarregar a bateria com o dobro de energia por volta, por meio de recursos como a recuperação de energia durante a frenagem ou a redução da aceleração no final das retas. A reformulação da unidade de potência significa o fim do caro e complexo MGU-H (um sistema de recuperação de calor), que não era adequado para uso em estradas e adicionava muito peso ao carro.

A célula de sobrevivência dos pilotos será submetida a testes mais rigorosos, enquanto a barra de proteção sobre o piloto foi reforçada para suportar 23% mais carga – o equivalente ao peso de aproximadamente nove carros de passeio.

Resumo oferecido pelo site oficial da Fórmula-1:
Os carros continuarão sendo rápidos, incríveis e impressionantes de se assistir. Mas, a partir de 2026, eles serão mais desafiadores para as equipes e para os pilotos. Eles terão de lidar com novas tecnologias e regras mais rígidas e gerenciar um conjunto maior de ferramentas para atacar ou se defender, que pode determinar seu desempenho final e sua posição na corrida.

Com menos “downforce” (pressão aerodinâmica de cima para baixo) e um controle mais preciso sobre o ar turbulento, seguir um carro em uma curva será mais fácil, sem a turbulência infernal de antes – embora extrair o máximo do carro represente um desafio maior para os pilotos. Este é o futuro da Fórmula-1, impulsionado por combustíveis sustentáveis avançados e um uso mais inteligente de energia.

Tempos do último dia da pré-temporada (o piloto que não está aqui treinou nos outros dias, como o Leclerc, o Alonso e o atual campeão Norris):

1 Antonelli (ITA), Mercedes, 1:33:669 (61 voltas)
2 Russell (ING), Mercedes, a 0:249 (78)
3 Hamilton (ING), Ferrari, a 0:540 (150)
4 Piastri (AUS), McLaren, a 0:880 (161)
5 Verstappen (HOL), Red Bull, a 1:672 (61)
6 Hadjar (FRA), Red Bull, a 1:941 (59)
7 Ocon (FRA), Haas, a 2:084 (75)
8 Colapinto (ARG), Alpine, a 2:137 (144)
9 Bearman (ING), Haas, a 2:303 (70)
10 Hulkenberg (ALE), Audi, a 2:622 (58)
11 Albon (TAI), Williams, a 2:996 (78)
12 Lawson (NZL), Racing Bulls, a 3:139 (119)
13 Sainz Jr. (ESP), Williams, a 3:517 (68)
14 Perez (MEX), Cadillac, a 3:696 (67)
15 Bortoleto (BRA), Audi, a 3:867 (60)
16 Stroll (CAN), Aston Martin, a 4:496 (72)
17 Bottas (FIN), Cadillac, a 5:103 (37)



Voltar para o conteúdo | Voltar para o Menu principal