Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Resultado do GP do Canadá

Dias ao Volante
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1) L. Hamilton – Mercedes – 1h33min05s154
2) V. Bottas – Mercedes – a 19s783
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 35s297
4) S. Vettel – Ferrari – a 35s907
5) S. Perez – Force India – a 40s476
6) E. Ocon – Force India – a 40s716
7) K. Raikkonen –Ferrari – a 58s632
8) N. Hulkenberg – Renault – a 1min00s374
9) L. Stroll – Williams – a uma volta
10) R. Grosjean – Haas – a uma volta
11) J. Palmer – Renault – a uma volta
12) K. Magnussen – Haas – a uma volta
13) M. Ericsson – Sauber – a uma volta
14) S. Vandoorne – McLaren – a uma volta
15) P. Wehrlein – Sauber – a duas voltas
16) F. Alonso – McLaren – não completou
17) D. Kvyat – Toro Rosso – não completou
18) M. Verstappen – Red Bull – não completou
19) F. Massa – Williams – não completou
20) C. Sainz Jr – Toro Rosso – não completou
Volta mais rápida – L. Hamilton – Mercedes – 1min14s551



"Para sempre, o melhor"

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Lewis Hamilton postou na noite de sábado no seu Face uma homenagem para Ayrton Senna, seu ídolo. Uma imagem vale mais que mil palavras, é só olhar a foto aí de cima. Só acrescento a frase que ele escreveu em português:
"Longa vida para o legado do Ayrton. Para sempre, o melhor."



Hamilton se iguala a Senna. Em poles...

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Aos 32 anos, dois a menos do que Ayrton Senna tinha ao ficar com a melhor marca do treino oficial do GP de San Marino de 94, Lewis Hamilton chegou à marca de seu ídolo neste sábado, em Montreal. O também tricampeão da Mercedes superou em pouco mais de três décimos de segundo o rival pelo título da temporada, Sebastian Vettel, e alcançou a pole de número 65. E o recorde do circuito Gilles Villeneuve? Também foi para o espaço. Os dois pretendentes ao título foram os únicos a baixarem da casa de 1 minuto e 12 segundos. Logo após ter garantido a primeira posição do grid do GP do Canadá, sétima etapa do ano, Hamilton ganhou da família Senna uma réplica do capacete usado pelo brasileiro e chorou feito criança.
A dupla principal da temporada foi seguida neste sábado por Valtteri Bottas, Kimi Raikkonen, Max Verstappen, Daniel Ricciardo e Felipe Massa, comprovando que esta posição é o máximo que o veterano brasileiro pode conseguir se as duplas de Ferrari, Mercedes e Red Bull não tiverem problemas pelo caminho.
O GP do Canadá está previsto para as 15h (nosso horário) de domingo, e será mostrado ao vivo para o Brasil pelo SporTV.



Resultado da classificação para o GP do Canadá

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1) L. Hamilton – Mercedes – 1min11s459
2) S. Vettel – Ferrari – 1min11s789
3) V. Bottas – Mercedes – 1min12s177
4) K. Raikkonen – Ferrari – 1min12s252
5) M. Verstappen – Red Bull – 1min12s403
6) D. Ricciardo – Red Bull – 1min12s557
7) F. Massa – Williams – 1min12s858
8) S. Perez – Force India – 1min13s018
9) E. Ocon – Force India – 1min13s135
10) N. Hulkenberg – Renault – 1min14s293

11) D. Kvyat – Toro Rosso
12) F. Alonso – McLaren
13) C. Sainz Jr – Toro Rosso
14) R. Grosjean – Haas
15) J. Palmer – Renault

16) S. Vandoorne – McLaren
17) L. Stroll – Williams
18) K. Magnussen – Haas
19) M. Ericsson – Sauber
20) P. Wehrlein – Sauber



Treino livre 3 para o GP do Canadá

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1) S. Vettel – Ferrari – 1min12s572
2) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s292
3) L. Hamilton – Mercedes – a 0s354
4) M. Verstappen – Red Bull – a 0s393
5) V. Bottas – Mercedes – a 0s638
6) N. Hulkenberg – Renault – a 0s921
7) F. Massa – Williams – a 0s955
8) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s973
9) E. Ocon – Force India – a 1s063
10) C. Sainz Jr – Toro Rosso – a 1s095
11) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1s216
12) F. Alonso – McLaren – a 1s313
13) S. Perez – Force India – a 1s384
14) R. Grosjean – Haas – a 1s422
15) J. Palmer – Renault – a 1s530
16) S. Vandoorne – McLaren – a 1s656
17) K. Magnussen – Haas – a 1s820
18) L. Stroll – Williams – a 1s837
19) M. Ericsson – Sauber – a 2s311
20) P. Wehrlein – Sauber – a 2s393



Raikkonen brilha à tarde no Canadá

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Com um Lewis Hamilton muito disposto no circuito em que ele conquistou sua primeira vitória na Fórmula-1, em 2007, com a McLaren, o primeiro dia de treinos livres para o GP do Canadá, sétima etapa da temporada liderada por Sebastian Vettel, teve intensa briga entre as duas gigantes do momento. Com 25 pontos de desvantagem para o alemão da Ferrari no campeonato, Hamilton andou forte pela manhã no circuito Gilles Villeneuve e marcou a volta mais rápida. À tarde, no entanto, a Ferrari reagiu e comandou a sessão com Kimi Raikkonen, o pole position da etapa anterior, em Mônaco.
Vettel ficou com a terceira marca do dia, atrás de Hamilton e à frente de Valtteri Bottas, Max Verstappen, Felipe Massa e Fernando Alonso, que retornou de sua aventura nas 500 Milhas de Indianápolis e conseguiu a boa marca nesta sexta-feira utilizando apenas a força de seu talento, pois passou o dia reclamando do carro da McLaren e, principalmente, do motor Honda. Um dos especialistas da pista canadense, Daniel Riccardo teve uma série de problemas na parte da tarde, ficando dentro do box quase todo o tempo.
A classificação do GP do Canadá está prevista para as 14h (nosso horário) deste sábado. A corrida começa às 15h no domingo. Tudo entra para o Brasil pelo SporTV, pois a Globo prefere mostrar a rodada do Brasileirão no domingo.

1.   Raikkonen, Ferrari, 1:12:935 – 41 voltas
2.   Hamilton, Mercedes, a 0:215 – 41
3.   Vettel, Ferrari, a 0:265 – 41
4.   Bottas, Mercedes, a 0:375 – 42
5.   Verstappen, Red Bull, a 0:453 – 25
6.   Massa, Williams, a 1:128 – 38
7.   Alonso, McLaren, a 1:310 – 19
8.   Ocon, Force India, a 1:364 – 46
9.   Kvyat, Toro Rosso, a 1:526 – 38
10. Perez, Force India, a 1:566 – 41
11. Grosjean, Haas, a 1:631 – 33
12. Hulkenberg, Renault, a 1:669 – 38
13. Sainz Jr., Toro Rosso, a 1:686 – 43
14. Magnussen, Haas, a 1:741 – 35
15. Riccardo, Red Bull, a 2:137 – 8
16. Palmer, Renault, a 2:192 – 40
17. Stroll, Williams, a 2:305 – 40
18. Ericsson, Sauber, a 2:676 – 31
19. Vandoorne, McLaren, a 2:689 – 20
20. Wehrlein, Sauber, a 3:377 - 31



Eu já sabia!

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Nesta quinta-feira no circuito Gilles Villeneuve, aconteceram as tradicionais entrevistas com alguns pilotos que participarão da corrida de domingo. Enquanto torcedores passeavam pelo Parque de Montreal, na ilha artificial de Notre Dame, erguida para a Olimpíada de 76, levando a Ferrari literalmente na cabeça, Lewis Hamilton e Fernando Alonso eram atrações na sala de imprensa. O primeiro por ser um dos protagonistas do campeonato, ao lado de Sebastian Vettel, o líder, e o segundo por estar retornando à F-1 depois de sua brilhante participação nas 500 Milhas de Indianápolis, a qual comandou a maior parte do tempo mas teve quebra de motor a menos de 30 voltas para o final.
Com duas péssimas corridas no ano (Rússia e Mônaco), Hamilton está pressionado. Na semana passada, ele disse que o problema neste ano está sendo a instabilidade do carro. É mesmo, Lewis? É óbvio o que falta no bólido da Mercedes: alguém que encontre os acertos da máquina a cada prova, coisa que deveria ser competência sua, Lewis! Amigos, acompanhem minha coluna desta semana para o site Esporte de Fato, do meu amigo Luiz Humberto, do Rio. Podem ver que eu já sabia!
No próximo domingo, a Fórmula 1 dá um tempinho na fase europeia do calendário para uma breve visita à América, com o GP do Canadá, sétima etapa do Mundial. E a alça de mira continua apontada para o inglês Lewis Hamilton, colocado a 25 pontos do líder Sebastian Vettel.
Tudo isto por conta de uma surpreendente irregularidade do tricampeão da Mercedes, apático em duas etapas de uma temporada na qual era apontado como o grande favorito para o título. Afinal, está sentado novamente no cockpit da grande Flecha de Prata alemã, dona absoluta do circo nas últimas três temporadas. Para arrematar a sua condição, Hamilton finalmente estaria livre do companheiro e ferrenho oponente Nico Rosberg, atual campeão e aposentado precocemente.
Mas o campeonato tratou de desmentir os prognósticos. A Ferrari veio forte nas mãos de Vettel e, ao mesmo tempo, Hamilton protagonizou duas corridas irreconhecíveis, na Rússia e em Mônaco. Tão logo terminou a prova no Principado, com nova conquista do rival alemão, as conversas de paddock indicaram uma só direção: "o que está acontecendo com Hamilton?".
Na semana passada, o inglês tomou uma decisão, anunciando pela imprensa que iria à sede da equipe para ver se alguma coisa estava errada com sua máquina. Mais uma bola fora! Qualquer piloto pretendente ao titulo sabe que acompanhar a construção e o desenvolvimento do carro na fábrica é essencial. Apenas ficando na Mercedes, Rosberg era o chamado "rato de laboratório", sempre presente na sede da escuderia. Mais: já aposentado e escolhido como uma espécie de embaixador da Mercedes, Rosberg esteve na casa da estrela de três pontas em janeiro, acompanhando os trabalhos finais em um carro que ele nem pilotaria..
Todas estas mancadas de Hamilton nos levam aos bons tempos dos grandes acertadores de carro da Fórmula 1, atualmente meio ausentes porque os ajustes finos são feitos mais pelos engenheiros e seus computadores do que pelos pilotos. No entanto, o trabalho das maiores estrelas do circo ainda são necessários.
Na arte de acertar um carro, nenhum nome é mais lembrado que o de Nelson Piquet. Exímio ao volante e nos ajustes, o brasileiro tricampeão foi insuperável no quesito. Se um piloto reúne as duas qualidades, ganha contornos de ser um corredor completo e a admiração eterna dos membros da equipe, aqueles caras que ralam nos boxes para dar a arma necessária para a luta pela vitória. Piquet é idolatrado ainda hoje quando dá uma conferida in loco nos bastidores em alguma prova escolhida a dedo, pois Piquet é avesso ao estrelismo. Quando comparece em um autódromo, quase sempre está no abrigo da garagem de uma equipe, conversando com os amigos.
Em 1987, em meio à briga insana contra o inglês Nigel Mansell – talvez o maior "braço" que a Fórmula 1 teve mas um obtuso completo em acertar um carro -, Piquet escondia os ajustes até a hora da largada. No mesmo ano, o brasileiro fez sozinho todos os testes com a suspensão ativa – o carro "lê" as irregularidades do asfalto à frente e corrige automaticamente a altura em relação ao chão. Na primeira corrida com o dispositivo, Piquet deu uma lavada no companheiro em Monza, deixando o 'Leão' comendo poeira.
Como o inglês não conseguiu pilotar com aquela geringonça ultramoderna, a equipe – britânica e defensora do compatriota – decidiu suspender o uso do sistema. Em 88, todas as grandes escuderias resolveram imitar a suspensão ativa idealizada pela Williams e desenvolvida por Piquet.
Infelizmente, a arte dos acertadores não parece ser mais tão importante. Entretanto, Hamilton deveria saber que acompanhar o trabalho técnico em seu carro é vital para seu próprio sucesso.
Em tempo: o comportamento do carro da Mercedes não tem nada de irregular. Nas mesmas provas em que Hamilton andou mal, o companheiro Valtteri Bottas brigou sozinho, e bem, com as Ferrari.



Os pneus para o Canadá

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Para quem precisa atacar, a Mercedes não foi a mais ousada na escolha dos pneus para o GP do Canadá, no próximo fim de semana. Aliás, as três grandes do momento na Fórmula-1 fizeram pedidos diferentes para a Pirelli quanto ao número de jogos do ultramacio, o roxinho, que deve fazer o carro voar no circuito Gilles Villeneuve. Obviamente, mais recordes serão derrubados na sétima etapa do Mundial.
Das três equipes, a Ferrari reservou 9 jogos do ultra para Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen, a Mercedes, 8 para Lewis Hamilton e Valtteri Bottas e a Red Bull, 7 para Daniel Riccardo e Max Verstappen.



A volta de Kubica

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O polonês Robert Kubica, 32 anos, um dos grandes pilotos da F-1 moderna, retornou ao cockpit de um carro da categoria nesta terça-feira no circuito de Valência, na Espanha. Kubica se acidentou gravemente em uma prova amistosa de rali em 2011, quando ainda era piloto da Lotus na F-1. O polonês praticamente teve seu braço dilacerado na capotagem do rali, na Itália.
Depois, recuperou-se em parte, participou de algumas provas de rali e de Turismo mas esteve sempre distante de um possível retorno à F-1. Agora, o vencedor do GP do Canadá em 2008 - etapa do próximo domingo da temporada deste ano – e também protagonista de uma das batidas mais impressionantes dos últimos tempos em 2007 no circuito Gilles Villeneuve, se candidata a uma vaga para o ano que vem.
Kubica completou mais de cem voltas na pista de Valência em um carro da Lotus de 2013, e nada sentiu. Diz ele... Acho que seria um retorno de risco, pois o polonês não tem todos os movimentos na mão direita. No entanto, torço por ele.



Quem vence no Canadá?

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Vamos dar uma chegada na América do Norte? É a sétima etapa do Mundial, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. O GP do Canadá abrevia a fase europeia da F-1, que retorna na próxima, com o próprio GP da Europa, no Azerbaijão, dia 25. Já que o líder aqui no nosso Bolão sou eu, nada a declarar. Agora, para o Lewis Hamilton contra o Sebastian Vettel no Mundial, um recado apenas para o inglês: ou vence no Canadá ou começa a pensar em 2018.
Provavelmente, a corrida venha para nós pelo SporTV, pois tem a rodada no Brasileirão às 16h. A prova tem largada prevista para as 15h.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Montreal:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Quantos primeiros pilotos chegam à frente do companheiro na etapa (são os primeiros pilotos: Hamilton - Mercedes, Vettel - Ferrari, Ricciardo - Red Bull, Massa - Williams, Hulkenberg - Renault, Alonso - McLaren, Perez - Force Índia, Sainz Jr. - Toro Rosso, Grosjean - Haas e Ericsson - Sauber: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Décimo colocado na prova: sobrenome do piloto.
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Quantas vezes o safety car (o real, não o virtual) entra na pista na corrida: vale 5 pontos.
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP de Canadá:
Sexta-feira: 11h, primeiro treino livre, 15h, segundo treino livre, ambos pelo SporTV.
Sábado: 11h, terceiro treino livre, 14h, classificação, ambos pelo SporTV.
Domingo: 15h, pelo SporTV ou pela Globo.



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