Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Vettel devolve a Ferrari ao topo

Dias ao Volante
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Sebastian Vettel fez uma corrida de luxo e venceu a primeira etapa da nova Fórmula-1, nesta madrugada, no circuito de Albert Park, em Melbourne. A dupla da Mercedes, com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, completou o pódio do GP da Austrália. Como se previa, a Ferrari tem atualmente, ou pelo menos neste início de ano, o  melhor carro em ritmo de corrida.
E isto se mostrou na primeira parte da prova, quando Vettel diminuiu drasticamente a diferença para o líder e pole Hamilton, embora o narrador da transmissão brasileira da TV estivesse mais preocupado com outras coisas naquele momento e não com a luta pela liderança da prova.
Tanto o Hamilton sentiu isto que foi imediatamente para a sua parada de troca de pneus, para ver se revertia a situação com o segundo jogo. Vettel seguiu em frente por mais seis voltas e garantiu a liderança na seu retorno do pit stop.
É verdade também que o tetracampeão recebeu uma ajuda de Max Verstappen, que segurou Hamilton por umas cinco voltas. No entanto, ficou visível que Hamilton não conseguiu superar o piloto da Red Bull porque em nenhum momento tentou uma ultrapassagem de fato. E mesmo se não tivesse tido essa ajuda, Vettel teria um equipamento à altura para brigar pela vitória no decorrer da prova.
Valtteri Bottas foi o segundo destaque da corrida, em sua estreia na tricampeã Mercedes. O finlandês fez uma prova apagada no início mas brilhou nos dois terços finais, nos quais partiu em perseguição ao companheiro Hamilton para ganhar a segunda posição. Nesse momento, o tricampeão enfrentava problemas de desgaste de pneus, pois foi o primeiro a parar. Ficou também uma impressão no ar que a Mercedes pediu para o seu segundo piloto não ir para cima do companheiro. De qualquer modo, o terceiro lugar foi de bom tamanho para o ex-companheiro de Felipe Massa.
Por falar nisto, o veterano piloto brasileiro fez uma boa prova, completando em sexto, atrás de Raikkonen e Verstappen. Foi o máximo que poderia almejar, pois esse sexto seria naturalmente  sétimo se Daniel Ricciardo não tivesse enfrentado problemas desde o Q3 da classificação no sábado.
O australiano da Red Bull e anfitrião da corrida largou dos boxes duas voltas atrasado e ficou pelo caminho na metade da prova com pane elétrica.
A incontestável vitória de Vettel era a melhor encomenda que a nova F-1 poderia pedir para a corrida inaugural da temporada. Com a quadragésima terceira vitória, o tetracampeão fez a fanática torcida italiana ir ao delírio, mas também os novos donos da categoria, os norte-americanos do Grupo Liberty.
Muita coisa pode acontecer pela frente em um ano com tantas mudanças, porém, o mais importante: a Mercedes não corre mais sozinha. É isso é muito bom!

Resultado do GP da Austrália:
1) S. Vettel - Ferrari - 1h24min11s672
2) L. Hamilton - Mercedes - a 9s975
3) V. Bottas - Mercedes - a 11s250

4) K. Raikkonen - Ferrari - a 22s393
5) M. Verstappen - Red Bull - a 28s827
6) F. Massa - Williams - a 1min23s386
7) S. Perez - Force India - a uma volta
8) C. Sainz Jr - Toro Rosso - a uma volta
9) D. Kvyat - Toro Rosso - a uma volta
10) E. Ocon - Force India - a uma volta

11) N. Hulkenberg - Renault - a uma volta
12) A. Giovinazzi - Sauber - a duas voltas
13) S. Vandoorne - McLaren - a duas voltas

14) F. Alonso - McLaren - não completou
15) K. Magnussen - Haas - não completou
16) L. Stroll - Williams - não completou
17) D. Ricciardo - Red Bull - não completou
18) M. Ericsson - Sauber - não completou
19) J. Palmer - Renault - não completou
20) R. Grosjean - Haas - não completou

Volta mais rápida - K. Raikkonen - Ferrari - 1min26s538



Mercedes e Ferrari estão iguais

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A classificação finalmente mostrou a realidade da nova Fórmula-1: Mercedes e Ferrari estão em igualdade de condições, e teremos, portanto, um belo campeonato neste ano. Os dois décimos de segundo que Lewis Hamilton colocou em Sebastian Vettel podem ser creditados ao motor com preparação especial para o treino oficial que a Mercedes tem, e a Ferrari, não. Além disto, o próprio Vettel falou pelo rádio para a equipe que cometeu dois erros na sua tentativa final para obter a pole position.
Valtteri Bottas estreou muito bem como companheiro de Hamilton, ameaçando a posição do tricampeão, e também a de Vettel, no finalzinho. O finlandês foi premiado com a terceira posição no grid de largada. Kimi Raikkonen, em quarto, decepcionou um pouco. Mas a maior decepção ficou com a Red Bull, muito longe em termos de tempo do quarteto lá da frente. Pior ficou para Daniel Ricciardo, que deu uma escapada no Q3 e bateu forte de traseira na proteção de pneus, provocando a bandeira vermelha a 5 minutos do encerramento da sessão. As melhores marcas do pelotão da frente, no entanto, foram feitas depois dessa parada.
Arrisco a dizer que a corrida está mais nas mãos de Vettel, pois a Ferrari tende a ter um ritmo de prova mais consistente. De qualquer forma, devemos ter uma ótima corrida na madrugada deste sábado para domingo, a partir de 2h. A Globo transmite o GP da Austrália ao vivo.
Para não dizer que não falei do Felipe Massa, ele levou o carro da Williams para o Q3, o que já é um mérito.

1) L. Hamilton – Mercedes – 1min22s188
2) S. Vettel – Ferrari – 1min22s456
3) V. Bottas – Mercedes – 1min22s481
4) K. Raikkonen – Ferrari – 1min23s033
5) M. Verstappen – Red Bull – 1min23s485
6) R. Grosjean – Haas – 1min24s074
7) F. Massa – Williams – 1min24s443
8) C. Sainz Jr – Toro Rosso – 1min24s487
9) D. Kvyat – Toro Rosso – 1min24s512
10) D. Ricciardo – Red Bull – sem tempo

11) S. Perez – Force India
12) N. Hulkenberg – Renault
13) F. Alonso – McLaren
14) E. Ocon – Force India
15) M. Ericsson – Sauber

16) A. Giovinazzi – Sauber
17) K. Magnussen – Haas
18) S. Vandoorne – McLaren
19) L. Stroll – Williams
20) J. Palmer – Renault



Resultado treino livre 3 para o GP da Austrália

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1) S. Vettel – Ferrari – 1min23s380
2) V. Bottas – Mercedes – a 0s479
3) L. Hamilton – Mercedes – a 0s490
4) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s608
5) N. Hulkenberg – Renault – a 1s683
6) D. Ricciardo – Red Bull – a 1s712
7) R. Grosjean – Haas – a 2s201
8) C. Sainz Jr – Toro Rosso – a 2s568
9) D. Kvyat – Toro Rosso – a 2s669
10) K. Magnussen – Haas – a 2s758
11) F. Massa – Williams – a 2s857
12) M. Verstappen – Red Bull – a 2s889
13) S. Perez – Force India – a 3s077
14) F. Alonso – McLaren – a 3s176
15) S. Vandoorne – McLaren – a 3s319
16) E. Ocon – Force India – a 3s723
17) L. Stroll – Williams – a 3s947
18) M. Ericsson – Sauber – a 4s022
19) J. Palmer – Renault – a 4s940
20) A. Giovinazzi – Sauber – a 5s203



Briga de foice no escuro!

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Uma máxima não só da Fórmula-1 mas do automobilismo em geral diz que seu maior rival é o seu companheiro de equipe. Neste ano, nos principais times, em dois não existirá concorrência entre os dois pilotos. Na Mercedes, Lewis Hamilton é o número 1 sobre Valtteri Bottas e ninguém discute, nem dentro nem fora da equipe. Na Williams, a situação de número 1 de Felipe Massa sobre Lance Stroll é ainda mais evidente.
Mas na Ferrari e na Red Bull a coisa se encrespa, por motivos completamente diferentes de uma equipe para a outra. Na italiana, Sebastian Vettel tem quatro títulos mundiais, ante um de Kimi Raikkonen, ganha pelo menos quatro vezes mais de salário que o Homem de Gelo, entretanto, Raikkonen goza de um prestígio muito grande entre os tifosi, os fanáticos torcedores da escuderia de Maranello, afinal, o cara conquistou o último título da Ferrari, no longínquo 2007, lá se vão mais de 10 anos... Mais importante que isto em favor de Raikkonen: ele está com uma disposição de menino, aos 37 anos de idade, para encarar a ronha do campeonato.
Na Red Bull, Daniel Ricciardo e Max Verstappen não têm títulos na F-1. Enquanto o australiano boa praça está há mais tempo na equipe, o holandês talentoso e sem juízo é a coisa mais diferente e popular surgida na F-1 desde Vettel, em 2008. Ricciardo é um dos maiores pilotos desta década, por sua habilidade ao volante. Mas Verstappen é espetaculoso, arrogante, petulante e capaz de tirar leite de pedra, como só um tal de Ayrton Senna era capaz de fazer.
Em quem você apostaria um bom dinheiro nas duas duplas?
Ah, eu não fico em cima do muro, né? Vettel e Ricciardo.



Mercedes responde à Ferrari

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Na hora da verdade, Lewis Hamilton, da Mercedes, respondeu à pré-temporada da Ferrari e comandou o primeiro dia de treinos livres da abertura da nova Fórmula-1, nesta madrugada (no Brasil), no circuito de Albert Park, em Melbourne.
O tricampeão foi mais rápido nas duas sessões do dia. À tarde na Austrália, Hamilton fez o melhor tempo, com 1min23s620, meio segundo à frente de Sebastian Vettel, da Ferrari. O novo companheiro de Hamilton, Valtteri Bottas, foi o terceiro, seguido por Kimi Raikkonen, da Ferrari, e os dois pilotos da Red Bull, Daniel Ricciardo e Max Verstappen.
Felipe Massa teve problema elétrico no câmbio e foi obrigado a abandonar bem no início da segunda sessão.
Apesar do domínio da Mercedes de Hamilton, ficou a impressão de que a Ferrari pode render mais na pista de Melbourne. No treino da manhã, os dois carros da equipe tiveram problemas, não surgidos durante a pré-temporada, inclusive Vettel e Raikkonen nem chegaram a utilizar os pneus ultramacios, os mais rápidos. Ambos tiveram apenas uma chance de uma volta de classificação com esse tipo de composto no treino da tarde.
Em contrapartida, a Mercedes evidentemente tende a ser ainda mais veloz para a terceira sessão livre, a partir da meia-noite desta sexta-feira, e no treino oficial, previsto para as 3h da madrugada de sexta para sábado.

1. Hamilton, Mercedes, 1:23:620
2. Vettel, Ferrari, 1:24:167
3. Bottas, Mercedes, 1:24:176
4. Raikkonen, Ferrari, 1:24:525
5. Ricciardo, Red Bull, 1:24:650
6. Verstappen, Red Bull, 1:25:013
7. Sainz Jr., Toro Rosso, 1:25:084
8. Grosjean, Haas, 1:25:436
9. Hulkenberg, Renault, 1:25:478
10. Kvyat, Toro Rosso, 1:25:493
11. Perez, Force Índia, 1:25:591
12. Alonso, McLaren, 1:26:000
13. Ocon, Haas, 1:26:145
14. Massa, Williams, 1:26:331
15. Ericsson, Sauber, 1:26:498



A hora da verdade

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Mais do que a superioridade concretizada pelo tempo mais rápido de Kimi Raikkonen no último dia da pré-temporada, o que mais preocupou a Mercedes nos testes de mais de duas semanas atrás, em Barcelona, foi o fato revelado pela telemetria da Ferrari em Montmeló. No penúltimo dia de treinamentos na Espanha, Sebastian Vettel "tirou o pé" do acelerador na parte final do circuito catalão em sua volta mais rápida.
Isto remete à pré-temporada de 87. Naquele tempo, os ensaios finais para o campeonato eram feitos duas semanas antes da primeira prova no circuito de estreia do Mundial, no caso, em Jacarepaguá, no Rio.
A Williams tinha o melhor carro da F-1 desde o ano anterior. Para 87, a equipe inglesa preparara um bólido ainda mais forte. Rei das artimanhas, além de seu enorme talento, Nelson Piquet pediu para a equipe colocar um ponto de cronometragem na reta oposta do circuito carioca. Na hora de pisar para valer, o brasileiro passava mais lentamente na reta dos boxes, onde estava instalado o sensor de cronometragem oficial, e completava uma volta rápida sempre a partir do ponto escolhido pela Williams.
Terminada a pré-temporada daquele ano, só a Williams sabia o quanto estava à frente das demais. Resumo da ópera: o campeonato foi disputado apenas entre Piquet e Nigel Mansell, os dois da Williams, com vantagem para o nosso tricampeão.
A Ferrari teria promovido algo semelhante agora?



Defeito de formação de Massa

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A dois dias de entrar na pista para a sua "volta" à Fórmula-1 – coloquei entre aspas porque ele nunca saiu -, Felipe Massa retorna ao circuito de sua estreia na principal categoria do automobilismo, em 2002, no Albert Park, em Melbourne, com a Sauber.
A pista australiana é uma dor de cabeça para o veterano piloto brasileiro. O vice-campeão de 2008, pela Ferrari, nunca se achou neste circuito, o que considero um defeito de formação como corredor profissional.
Um piloto do nível de Massa não pode se dar ao luxo de não se sentir bem em determinado traçado. Pelo contrário, um piloto tem de mostrar todo seu potencial independentemente do circuito. Vá perguntar pro Hamilton, Alonso, Vettel ou Raikkonen se eles não se sentem à vontade em uma pista...
Um piloto que chega à F-1 pode ter um circuito de sua preferência, como a maioria considera Spa-Francorchamps, por exemplo, mas nunca ficar refém às características de um circuito.



Os 57 anos do melhor!

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Ayrton Senna estaria comprando 57 anos nesta terça-feira. O paulistano da Zona Norte da capital de SP, que conquistou o mundo a partir do GP de Mônaco de 84, ganhando virtualmente a prova às rédeas de uma carroça com nome de Toleman ante a super McLaren de Alain Prost, provavelmente estaria no comando de uma das grandes equipes da F-1 atualmente. Muito provavelmente, também, com mais de os sete títulos conquistados por Michael Schumacher, pois, como revelou Jean Todt, ex-chefe da vermelha italiana, toda a trajetória do alemão na escuderia de Maranello estava destinada a Senna.
Nesta terça, o mundo novamente reverenciou o maior piloto de todos os tempos. Já na Austrália para a primeira prova do ano, no próximo domingo, o circo lembrou do eterno ídolo, com manifestações de pilotos como Lewis Hamilton, Fernando Alonso e Sebastian Vettel, que colocou esta foto aí de cima no seu Face oficial, lembrando "da saudade eterna do grande Senna".
Felipe Massa também lembrou do tricampeão. No entanto, no caso do piloto da Williams, a saudação foi protocolar. Massa sempre fez questão de dizer que nunca se espelhou no compatriota e sim no seu "mano" e amigo Schumacher.



O ocaso dos pesados

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O Blog da F-1, o legítimo, faz o dia a dia do mundo da principal categoria do automobilismo. Mas não vira as costas para o resto das competições.
E nisto, viu no último domingo um profundo fim de festa da outrora categoria mais popular do Brasil nos anos 2000, a F-Truck, brilhantemente promovida por Aurélio Batista Félix, morto em 2008 por problemas no coração.
Talvez tenha sido ali o ocaso da categoria, que teve seu maior representante o bicampeão Jorge Fleck, só por um acaso, meu amigo, mas acima de tudo um excepcional piloto.
Com a morte de Aurélio, que tive a honra de privar com a amizade naqueles tempos, a Truck infelizmente começou a sucumbir, muito apressada pela vertiginosa ascensão da Stock e sua carona na Globo.
No domingo, tivemos a primeira etapa da Truck em 2017, no Velopark, na Grande Porto Alegre. No grid, oito caminhões. Oito! Na segunda parte da prova, entrou um nono, se arrastando na pista. Ninguém merece! Para a segunda etapa, dia 9 de abril, em Rivera, os organizadores prometem mais gente no grid. Sinceramente, torço para que seja verdade! A crise financeira do país está levando o automobilismo nacional de roldão.
Ou no caso da Truck não seria só isto? Lembro que todas as categoria do automobilismo, mesmo as internacionais, têm um dono. O Aurélio zelava por todos, batalhando patrocinadores para o evento e para todas as equipes. Na corrida de domingo, chegou a ficar patético a superequipe da Mercedes, do paranaense tetracampeão Wellington Cirino, correndo sozinha com seus dois caminhões contra uma turma, pequena, de indigentes. Na segunda parte da etapa, a equipe mandou os pilotos tirarem o pé para que a turma de trás chegasse um pouquinho nos líderes para dar alguma emoção.
Ah, não sou "pato", tá?



Quem vence na Austrália?

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Pois é, queridos amigos! Está aí a nova temporada da nova Fórmula-1. E o nosso Bolão vai junto, na carona de Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, os campeões em ação, tendo como coadjuvante um time de pilotos relativamente jovem, com exceção do veterano Felipe Massa, que foi convencido pela Williams a tirar o pijama e voltar às pistas da principal categoria mundial. Eu tá certo o nosso único representante no grid. Por uma simples razão: ele não tem nada a perder. E por uns 6 milhões de euros a mais na conta, até eu...
Basicamente, manteremos as regras do Bolão, no qual o Gabriel defende seu título, ao contrário da própria F-1, com o campeão Nico Rosberg se mandando pra casa, uma corajosa e muito digna decisão.
Nas mudanças do Bolão, no lugar da melhor equipe além da Mercedes e da Ferrari a cada prova, entra quantos primeiros pilotos de cada equipe chegam na frente do companheiro na etapa.
A segunda mudança é quem será o décimo colocado na etapa.
Por último, quantas vezes o safety car entrará na pista durante a corrida.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail ( danieldias10259@gmail.com ) ou ( diasaovolante@diasaovolante.com ) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para o Albert Park:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Quantos primeiros pilotos chegam à frente do companheiro na etapa (são os primeiros pilotos: Hamilton - Mercedes, Vettel - Ferrari, Ricciardo - Red Bull, Massa - Williams, Hulkenberg - Renault, Alonso - McLaren, Perez - Force Índia, Sainz Jr. - Toro Rosso, Grosjean - Haas e Ericsson - Sauber: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Décimo colocado na prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Quantas vezes o safety car entrará na pista na corrida: vale 5 pontos.
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Austrália:
Quinta-feira: 22h, primeiro treino livre, pelo SporTV.
Sexta-feira: 2h, segundo treino livre, pelo SporTV.
Sábado: meia-noite, terceiro treino livre, 3h, classificação, ambos pelo SporTV.
Domingo: 2h, corrida, pela Globo.



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