Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Wehrlein volta ao cockpit

Dias ao Volante
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O alemão Pascal Wehrlein estará no comando de um dos carros da Sauber na segunda rodada da pré-temporada, nesta semana, no circuito de Montmeló, Espanha. Os médicos da Fórmula-1 liberaram o piloto de 22 anos no último fim de semana.
Wehrlein sofreu um acidente na Corrida dos Campeões no início do ano, em Miami, ao bater no carro de Felipe Massa e capotar. O alemão teve lesões nas costas e no pescoço. Nos testes da semana passada, no mesmo circuito espanhol, o italiano Antonio Giovinazzi, 23 anos, piloto reserva da Ferrari - fornecedora de motores da equipe suíça -, substituiu Wehrlein na Sauber, mostrando bom trabalho.



O jeito Kimi de ser

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Kimi Raikkonen é uma figura, todos sabem. O finlandês campeão em 2007, o último título da equipe italiana na Fórmula-1, agora com 37 anos, fala - quando fala - o que quer. Na conclusão da primeira rodada de testes da pré-temporada em Montmeló, Barcelona, Raikkonen liderou dois dos quatro dias de testes. Ou seja, foi o mais rápido quando esteve na pista. Os outros dois dias estiveram a cargo do tetracampeão Sebastian Vettel na Ferrari.
Mas Raikkonen soltou foguetes em comemoração? Qual... No ano passado, nesta época, a Ferrari também levou vantagem sobre a Mercedes, e depois deu no que deu. Agora, o finlandês, embora esteja otimista, pisa ainda mais no freio, dizendo que a Ferrari "não pode reclamar" sobre os teste desta semana:
- Aprendemos lições dos últimos anos, mas a equipe fez um bom trabalho. Se compararmos com o que aconteceu há um ano, foi muito mais suave, então é um bom começo. Temos feito nossas próprias coisas e estou feliz com a forma como as coisas estão ocorrendo.O carro tem um bom desempenho, tudo foi razoável, não tivemos problemas, então, não podemos nos queixar demais.



Entrevista com Hamilton

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A assessoria da Fórmula-1 conversou com Lewis Hamilton nos bastidores da primeira semana de testes da pré-temporada, nesta semana, em Montmeló, Espanha. Depois de perder o campeonato no ano passado para o companheiro de Mercedes Nico Rosberg por apenas cinco pontos e ter passado o período de férias dividido com as muitas badalações de celebridade que é, e das quais adora, seus cachorros e novas tatuagens espalhadas pelo corpo, o tricampeão falou sobre a vida e a nova temporada.

- Lewis, todas as apostas apontam você como o favorito destacado para vencer o campeonato neste ano. Como você vê isso?

LH: Ah, é isso? Eu não sabia disso. Isso é bom de ouvir. Bem, eu estou mais capaz, estou trabalhando mais duro do que nunca e estou superfocado e dirigido depois do ano passado, quando também trabalhei duro durante o ano, mas não obtive o resultado que queria. Então, quero mudar e é isso que a equipe e eu estamos trabalhando tão duro para conseguir. Não estou realmente certo, mas não acho que qualquer equipe já ganhou campeonatos através de mudanças de regras - e esse é o grande objetivo para nós. Queremos ficar na frente, mas será uma temporada muito interessante para nós e para os fãs

- Os altos e baixos de seu relacionamento com Nico Rosberg foram bem documentados e a mídia adorou retratá-lo. Agora, você tem um homem de poucas palavras no box (O novo companheiro Valtteri Bottas). Isso significa que você sozinho terá que fornecer as notícias mais amenas que os fãs e a imprensa tanto gostam?

LH: Ha! Mas aprendi que ele faz seu próprio entretenimento. Ele é muito espirituoso e sai com algumas coisas muito engraçadas, que você realmente não esperaria de um finlandês! (Risos) O que deu para perceber até agora é que o Valtteri está sempre ficado na pista, nunca foram dela. Não há jogos, há transparência total. Gosto disso. Sinto que já temos uma melhor relação de trabalho do que já tive com qualquer companheiro de equipe antes.

- Você ficaria preocupado se as pessoas começassem a te ver mais como uma celebridade do tapete vermelho do que como um esportista?

LH: Não, realmente não. Acho que só pode ser uma coisa boa para mim. Enquanto eu entregar e as pessoas me reconhecem tanto no carro como no tapete vermelho, então eu ainda terei algo quando parar de correr. Praticamente a maioria dos pilotos são reconhecidos no carro, mas assim que eles estão no tapete vermelho ninguém sabe o inferno que eles passam. É por isso que muitos acabam no paddock novamente.  Tenho planos para fazer algo muito diferente quando parar, viver bem longe das pistas!

- Você é alguém que pode perdoar e esquecer facilmente das coisas?

LH: Não acredito muito em esquecer e perdoar. Ou melhor,  acredito em perdoar porque Deus nos ensinou isso, mas não acho que você realmente esquece das coisas ruins que fazem contra você.

- Três meses sem corridas: qual foi a melhor coisa que você fez durante este tempo?

LH: Pilotei helicóptero, fiz manobras radicais de Buggy nas dunas, mergulhei e fui, claro, a desfiles de moda. Sim, vivi a vida ao máximo de uma maneira diferente. E isso não significa necessariamente festa. Tomei tempo para mim e passei com minha família. Agora me sinto muito positivo para a temporada.

- O regime de treinamento obviamente tem sido diferente para esses tipos de carros - agora você precisa ser mais forte. Os músculos dos bons velhos tempos precisam estar a mil.

LH: Deixe-me falar sobre o treinamento da nova temporada: neste ano em particular, estes são os carros mais difíceis que eu já pilotei. Meu palpite é que nos próximos dois meses veremos a transformação do tamanho do pescoço dos pilotos e sua forma física. Mas você não pode exagerar.

- Você tem sido bastante feliz em sua carreira. Qual é o segredo?

LH: Sim, definitivamente tive sorte em comparação com muitos outros, mas eu nem sempre tive grandes carros. Esta é a minha 11ª temporada, então vamos voltar no tempo: comecei em 2007 e tinha um bom carro, em 2008, também um grande carro e conquistei o campeonato, em 2009, o carro era ruim, em 2010 e 2011, também não foram nada bons, tive em 2012 um bom carro, mas perdi, em 2013, foi outro bom carro, mas nenhuma vitória no campeonato. E depois, em 2014, 2105 e 2016, carros vencedores e dois títulos! Mas então as pessoas com pouca imaginação vêm e dizem: 'Ah, ele é tão sortudo!' É verdade, tenho sorte. Mas para levar uma equipe de futebol, os times que ganham contratam os melhores jogadores. Não é diferente aqui: os melhores pilotos estão nas melhores equipes.

- Vamos passar do passado para o presente. Que cenário você imagina para Melbourne (primeira corrida do ano, no próximo dia 26)?

LH: Quero a pole position, a volta mais rápida, ser a mais rápido em cada sessão e vencer!

- Finalmente, há algumas mudanças atraentes em sua aparência. Há quanto tempo você tem esse piercing no nariz?

LH: Cerca de três semanas. Estava com um amigo e nós somos como, 'Hey, vamos fazer uma nova tatuagem? Legal, vamos fazer!' E então, 'Vamos pegar alguns piercings? Certo!' Então fomos para um salão de perfuração. E eu estava um pouco indeciso: nova tatuagem ou novo piercing? Eu amo a palavra "lealdade", então agora tenho escrito em meu antebraço. E então tenho "Deus é amor" no meu pescoço. Às vezes, é difícil saber onde colocar as ideias que você tem, para saber onde se encaixa.

- Você está ficando sem lugar na pele...

LH: Ah, não, ainda tenho muita pele. Tenho ainda um braço inteiro, minhas pernas inteiras e muitas partes ainda para pintar. Portanto, não se preocupe com isso. (Risos)



Ferrari termina semana na frente

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No último dia de testes da primeira semana de testes da pré-temporada, a Ferrari foi a mais rápida com o finlandês Kimi Raikkonen, no treino da tarde em Montmeló, Barcelona. Na parte da manhã, as equipes enfrentaram a chuva pela primeira vez com os carros com nova configuração e pneus traseiros mais largos.
A briga até o momento entre Mercedes e Ferrari não se repetiu nesta quinta, já que a equipe alemã teve problemas elétricos no W08 de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. Na próxima semana, todos voltam ao circuito espanhol para a segunda parte da pré-temporada, novamente de segunda a quinta. A primeira prova do ano está marcada para o dia 26, na Austrália.
Sempre econômico nas palavras, Raikkonen se limitou a dizer nesta quinta depois dos trabalhos da semana:
- A equipe fez um ótimo trabalho. Vamos ver o que acontece daqui para frente.
De qualquer jeito, pelo que se viu na primeira semana em Montmeló, Mercedes e Ferrari estão no mesmo patamar. E a Red Bull, pelo menos até agora, é uma incógnita.

1. Raikkonen (Ferrari), 1:20:872 92 voltas
2. Verstappen (Red Bull), 1:21:769 85
3. Palmer (Renault), 1:21:778 39
4. Grosjean (Haas), 1:22:309 116
5. Giovinazzi (Sauber), 1:22:401 84
6. Perez (Force India), 1:22:534 82
7. Vandoorne (McLaren), 1:22:576 66
8. Bottas (Mercedes), 1:23:443 68
9. Hulkenberg (Renault), 1:24:974 51
10. Kvyat (Toro Rosso), s/tempo 1



Bottas voa baixo com a Mercedes

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No terceiro dia de testes da pré-temporada, nesta quarta em Montmeló, Espanha, o finlandês Valtteri Bottas andou com a nova Mercedes em configuração de treino de classificação, com pneus ultramacios e tanque com pouco combustível, e marcou o melhor tempo da semana até o momento. Nesta quinta, a primeira rodada de ensaios para a nova temporada se encerra, devendo todas as equipes retornarem ao circuito catalão na próxima semana para os testes definitivos do campeonato, que se inicia no dia 26 de março, na Austrália.
Na parte da tarde de quarta, o tetracampeão Sebastian Vettel (macios) aproximou a Ferrari do tempo do carro 77 da Flecha de Prata (ultramacios).
Enquanto isto, o jovem canadense de apenas 18 anos Lance Stroll continuou seu calvário de aprendizado na F-1. Desde terça no comando do carro da Williams, Stroll rodou ou bateu em todas as sessões, comprovando o acerto da equipe em ter insistido com a permanência do veterano Felipe Massa.

1. Bottas, Mercedes, 1:19:705 – 75 voltas
2. Vettel, Ferrari, 1:19:952 – 139
3. Ricciardo, Red Bull, 1:21:153 – 70
4. Palmer, Renault, 1:21:396 – 51
5. Hulkenberg, Renault, 1:21:971 – 42
6. Ericsson, Sauber, 1:21:824 – 123
7. Hamilton, Mercedes, 1:22:090 – 95
8. Grosjean, Haas, 1:22:118 – 55
9. Stroll, Williams, 1:22:35 – 98
10. Alonso, McLaren, 1:22:598 – 72
11. Sainz Jr., Toro Rosso, 1:23:540 – 32
12. Alfonso Celis (piloto reserva dá Force India) 1:23:568 – 69
13. Kvyat, Toro Rosso, 1:23:953 – 31



Ferrari dá o troco no segundo dia

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A segunda sessão de testes da pré-temporada, muito antes ainda de os pilotos pisarem pra valer, teve a agradável disputa entre Mercedes e Ferrari, mais precisamente entre Lewis Hamilton, o mais rápido pela manhã em Montmeló, nesta terça, com pneus supermacios, e Kimi Raikkonen, o melhor da tarde e do dia com pneus macios.
Os tempos dos dois campeões foi praticamente o mesmo, mas não se sabe a quantidade de combustível que cada um carregava. Mesmo assim, o tempo já é mais de um segundo mais baixo do que a pole de Hamilton no ano passado no GP da Espanha, no mesmo circuito.
Com o desenrolar dos treinos em Barcelona, nesta e na próxima semana, os tempos de 2016 simplesmente serão pulverizados com os novos carros, muito mais rápidos. A McLaren continua enfrentando problemas com o motor Honda.

1. Raikkonen, Ferrari, 1:20:960 108 voltas
2. Hamilton, Mercedes, 1:20:983 66
3. Verstappen, Red Bull, 1:22:200 89
4. Magnussen, Haas, 1:22:204 118
5. Ocon, Force India, 1:22:509 86
6. Kvyat, Toro Rosso, 1:22:956 68
7. Bottas, Mercedes, 1:22:986 102
8. Palmer, Renault, 1:23:139 53
9. Giovinazzi (substituto de Wehrlein, machucado, na Sauber), 1:24:617 67
10. Vandoorne, McLaren, 1:25:600 40
11. Stroll, Williams, 1:26:040 12 (o companheiro de Massa bateu pela manhã e não treinou à tarde)



Ferrari mostra a sua força

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Confira os tempos do segundo dia de testes da pré-temporada 2017:
1. Raikkonen - Ferrari - 1min20s960, com 108 voltas
2. Hamilton - Mercedes - a 0s023, com 66
3. Verstappen - Red Bull - a 1s240, com 89
4. Magnussen - Haas - a 1s244, com 118
5. Ocon - Force India - a 1s549, com 86
6. Kvyat - Toro Rosso - a 1s996, com 68
7. Bottas - Mercedes - a 2s026, com 100
8. Palmer - Renault - a 3s179, com 53
9. Giovinazzi - Sauber - a 3s657, com 65
10. Vandoorne - McLaren - a 4s640, com 40
11. Stroll - Williams - a 5s080, com 12



Hamilton pula na frente

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Na primeira sessão de testes da pré-temporada da nova Fórmula-1, realizada em dois tempos nesta segunda de Carnaval (só aqui) no circuito de Montmeló, em Barcelona, o tricampeão Lewis Hamilton colocou o F1 W08, da Mercedes, na ponta da tabela de tempos, na parte da tarde. A Flecha de Prata é a única equipe que usará os dois pilotos nestes primeiros quatro dias de treinamentos. O finlandês Valtteri Bottas, novo companheiro do inglês, foi o mais rápido pela manhã.
Também na tarde de Montmeló, Sebastian Vettel, da Ferrari, é o revigorado Felipe Massa, da Williams, conseguiram bom rendimento com seus novos carros, ficando atrás de Hamilton. O australiano Daniel Riccardo teve problemas com os componentes eletrônicos da nova Red Bull, enquanto o espanhol Fernando Alonso, da McLaren, sofreu com vazamentos no motor Honda.
Embora as expectativas apontem que os carros deste ano sejam por volta de 5 segundos mais rápidos em comparação aos utilizados até 2016, os tempos nestes primeiros movimentos da F-1 na Espanha são irrelevantes. Só a título de curiosidade: a pole position do GP da Espanha no ano passado, de Hamilton, no mesmo circuito, foi de 1min22s000. O tempo do inglês nesta segunda, com os engenheiros apenas analisando o comportamento dos novos componentes do carro, foi de 1min21s765.
Nesta terça, o circo volta ao circuito espanhol para o prosseguimento das inúmeras verificações nos novos carros, mais largos e mais baixos e com pneus traseiros bem mais largos, ajudando decisivamente na estabilidade nas curvas. Com exceção das Mercedes, nas outras equipes entra quem não treinou nesta segunda.

1. Hamilton, Mercedes, 1min21s765 - 59 voltas no dia
2. Vettel, Ferrari, 1min21s878 - 112
3. Massa, Williams, 1min22s076 - 98
4. Magnussen, Haas, 1min22s894 - 47
5. Bottas, Mercedes, 1min22s926 - 79
6. Riccardo, Red Bull, 1min23s169 - 41
7. Perez, Force India, 1min23s709 - 39
8. Sainz Jr., Toro Rosso, 1min24s494 - 51
9. Hulkenberg, Renault, 1min24s784 - 43
10. Alonso, McLaren, 1min24s852 - 20
11. Ericsson, Saber, 1min26s841 - 70



Os novos de domingo

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Apesar de as apresentações formais dos novos carros das duas equipes da Red Bull serem apenas amanhã, segunda, a temporada de revelações das novas máquinas da Fórmula-1 se encerrou neste domingo em forma de fotos.
Primeiro foi a Haas, do francês Romain Grosjean e do dinamarquês Kevin Magnussen, mostrando o VF-17, primeiro carro totalmente concebido pela Reynard para a Haas, já que o do ano passado, na estreia do time norte-americano na F-1, foi praticamente uma cópia do da Ferrari, também fornecedora de motores.
Logo depois da Haas, a Red Bull antecipou o lançamento da nova joia de Adrian Newey, o RB13, do australiano Daniel Ricciardo e do holandês Max Verstappen, previsto para ocorrer oficialmente poucas horas antes do começo do primeiro treino da pré-temporada, em Barcelona, nesta segunda. O RB13, porém, só apareceu no domingo na internet por meio de uma foto. Mas dá para notar que as linhas são limpas, com a ponta do bico aberta e a maldita "barbatana" disfarçada pela pintura do carro e pela curvatura no touro do logótipo da Red Bull também "escondendo" a peça aerodinâmica.
No início da tarde de domingo, a Toro Rosso usou também a internet para divulgar uma imagem de seu novo carro, o ST12, do espanhol Carlos Sainz Jr. e do russo fora da casinha Daniil Kvyat. O que mais chama a atenção na nova Toro Rosso é a cor, não mais o tradicional azul da Red Bull, mas um bem brilhante e mais claro. Ah, os dois carros, da Red Bull e da Toro Rosso, não são projetados pelo Newey, como até o meu amigo Reginaldo Leme costuma dizer. O mago projetista inglês trabalha exclusivamente para a equipe austríaca.
Uma coisa que me diverte é a confirmação de que as equipes se espionam todo o tempo. Por exemplo, o aerofólio dianteiro em forma de seta do maravilhoso carro da Mercedes está presente em quase todos os outros. Mas não tão belo quanto na Flecha de Prata.



Hamilton nunca esquece de Senna

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Como vocês já sabem, o Lewis Hamilton promoveu um concurso para escolher o novo layout de seu capacete, para a campanha do muito provavelmente tetracampeonato em 2017.
O vencedor do concurso foi o brasileiro Raí Caldato, com um desenho de razoável bom gosto (pra mim, muito poluído visualmente) e misturando as características do piloto inglês e de seu ídolo confesso muitas vezes, o Ayrton Senna.
Hamilton já estreou o novo capacete nas voltas de instalação que deu em Silverstone na última quinta com o novo carro da Mercedes, o F1 W08. O tricampeão tem uma ligação muito forte com o Brasil e o ídolo Senna. No ano passado, na corrida de Interlagos, Hamilton colocou as cores de Senna no capacete, além da imagem do Cristo Redentor, do Rio, elemento que está novamente reproduzido no novo capacete.
E depois de tudo isto, o inglês ainda enfrenta enorme aversão da maioria dos torcedores daqui. Já disse que para mim essa aversão passa pela cor do tricampeão. Mas como as pessoas se manifestaram aqui me contradizendo por isto, respeito...



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