Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Compra da F-1 é confirmada

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A compra da Fórmula-1 pela Liberty Media foi aprovada nesta semana pelo acionistas da empresa norte-americana, em um total de US$ 8 bilhões. A reunião dos acionistas ocorreu em Englewood, no Colorado (EUA), confirmando a negociação iniciada em setembro do ano passado.
Agora, a Liberty Media esperar que a compra seja finalizada no primeiro trimestre de 2017. O negócio ainda depende da aprovação da Federação Internacional do Automóvel (FIA).
Mesmo os norte-americanos assumindo os direitos da F-1, o inglês Bernie Ecclestone ainda dará as cartas na principal categoria do automobilismo mundial nos próximos anos até passar o bastão em definitivo para a Liberty Media.



Pilotos mais livres para aprontar?

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O Grupo de Estratégia da FIA, reunido nesta semana, resolveu dar mais liberdade para os pilotos da Fórmula-1 nas disputas diretas de pista para beneficiar o espetáculo. Os comissários receberão instruções para só punirem infrações realmente evidentes.
À primeira vista, ótimo! Mas, tratando-se de um expediente meramente subjetivo, quais serão consideradas "infrações realmente evidentes"?
O caso, por exemplo, da foto aí de cima, no México, no qual Max Verstappen saiu da pista na curva 1 e não cedeu a posição – como deveria – para Sebastian Vettel e depois provocou um novo incidente com o alemão e o outro piloto da Red Bull, Daniel Ricciardo. Foram duas infrações realmente evidentes do holandês e do piloto da Ferrari?
Este quesito, o das regras de conduta dos pilotos, transformou as corridas de F-1 em um tanto chatas nos últimos tempos, com o "nada pode". Como disse nesta quinta-feira, quando da passagem do aniversário do Gilles Villeneuve, o piloto canadense é um dos que não poderiam correr na F-1 moderna.
Com esta do Grupo da FIA, não estará sendo alimentado o monstro que vive dentro do Verstappen, que aprontou de tudo no ano passado e só foi ser punido no final da temporada?
Teremos dias agitados!



A lenda Gilles Villeneuve

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Nascido no dia 18 de janeiro de 1950 – ano de estreia do Mundial de Fórmula-1 – na cidade de Saint-Jean-Sur-Richelieu, província de Quebec, onde está localizado o circuito de Montreal, o canadense Gilles Villeneuve completaria nesta quarta-feira 67 anos de idade. No entanto, o pai de Jacques, campeão de 97 pela Williams, morreu com 32 anos no treino de classificação do GP da Bélgica de 82, em Zolder, quando tentava ser ainda mais rápido do que já era naquele momento da sessão. Gilles não percebeu a March do alemão Jochen Mass mais lenta na pista e bateu forte. A Ferrari foi catapultada, o cinto de segurança se soltou – inexplicável e lamentavelmente – e o canadense foi arremessado contra o guard-rail, sem proteção alguma, morrendo na hora. Gilles nunca ganhou o título, mas seria campeão naquele ano.
Gilles Villeneuve conquistou sua primeira vitória na F-1 (de seis) justamente no Canadá, em casa, no ano de 78, em uma prova com muita chuva na ilha artificial de Notre Dame, construída para a Exposição Mundial de 67 e para a Olimpíada de Montreal de 76. O circuito agora tem o seu nome.
Sempre digo que, pelas duras regras de conduta dos pilotos de agora, o Gilles não teria lugar na F-1 moderna, ou teria de mudar seu estilo, louco, apaixonado, genial e completamente irresponsável.
Gilles morreu e se tornou uma estrela eterna da Ferrari e dos italianos. Uma Lenda!



Ferrari abre as portas para Mick

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Ele nasceu no dia 22 de março de 1999, duas semanas depois que seu pai Michael Schumacher deu início, na Austrália, a uma nova temporada para recuperar o título para a Ferrari, 20 anos após a última conquista da Casa de Maranello, em 1979, com o sul-africano Jody Scheckter. A batalha, no entanto, do futuro heptacampeão contra o finlandês Mika Hakkinen, da McLaren, acabaria na oitava etapa daquele ano, ao bater de frente na curva Stowe de Silverstone na largada do GP da Inglaterra e quebrar a perna esquerda. A recuperação do título para a equipe vermelha viria no ano seguinte.
Agora com 17 anos de idade, Mick Schumacher, filho do ilustre heptacampeão, ainda em recuperação depois do acidente com esqui em 2013, começa a vislumbrar a Fórmula-1. Recentemente, a Ferrari disse que estenderá tapete vermelho para Mick ingressar na Escola de Jovens Talentos de Maranello. O mesmo já foi proposto pela Mercedes, que financiou o início de carreira de Michael.
Schumacher não queria isto para o filho. O heptacampeão desejava que Mick fosse para outros caminhos. E os riscos da F-1 nem eram o que mais importavam para o ex-piloto, que parou de vez em 2012. Michael achava que carregar um sobrenome famoso era um fardo muito grande para um filho no mesmo esporte. Schumacher lembrava inclusive que seu irmão, Ralf, sempre sofreu na F-1 por causa de sua sombra.



Tudo resolvido em um dia

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De uma novela chata que se arrastava desde o surpreendente anúncio de aposentadoria por parte do atual campeão, Nico Rosberg, as quase últimas vagas para a temporada deste ano da Fórmula-1 foram definidas em um só dia, nesta segunda-feira.
Enquanto o finlandês Valtteri Bottas assinava com a Mercedes, o mesmo fazia Felipe Massa na sede da Williams, acabando com sua aposentadoria antes mesmo de ela começar.
No mesmo dia, a Sauber chamou o alemão Pascal Wehrlein (foto), que de favorito para pegar o lugar de Nico – por ser um piloto da Mercedes – virou carta fora do baralho. Com isto, o time suíço acabou resolvendo, em última análise, um problema da equipe tricampeã, pois Wehrlein tinha lá seus direitos. Pelos menos, eticamente, coisa que normalmente passa longe da F-1.
Restam agora os dois bancos da Manor. E a equipe, apesar dos boatos de falência, alinhará para 2017 pois será uma espécie de segunda escuderia da Mercedes.



Bottas na Mercedes, Massa continua!

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As duas "vendas casadas" foram confirmadas nesta segunda-feira, com o finlandês Valtteri Bottas assinando contrato na sede da Mercedes, na Alemanha, e Felipe Massa fazendo o mesmo na sede da Williams, na Inglaterra. Não se sabe ao certo o tempo de duração do acordo de Bottas com a Flecha Prateada, O de Massa é de um ano. Mas é claro que isso pode ser prorrogado.
Notícias já conhecidas de todos confirmadas, bola pra frente, com o Brasil tendo um piloto, ao menos, para a temporada.



De matador a...

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Com a internet e suas redes sociais, hoje em dia tá muito difícil de esconder ou não se espalhar um fato no mundo instantaneamente. Azar do "predador" Nelson Piquet, talvez, o piloto mais mulherengo da história da Fórmula-1. Nesta semana, o russo Daniil Kvyat, de 22 anos, da Toro Rosso, divulgou que está namorando com Kelly, 28 anos, filha do tricampeão. Além dela, Piquet, que deve estar doido da vida com esta história de namoro da filha, tem mais o Geraldo (sim, ele fez questão de colocar no mais velho um nome iniciado com G para poder chama-lo de GP), Nelsinho, Laszlo, Marco e Pedro, o mais novo, a maior promessa de vermos o nome Piquet por muito tempo nas pistas, depois da desastrada manobra de Nelsinho no GP de Cingapura de 2008.
Kelly não é a única filha de Piquet. O tricampeão tem mais a Julia, 24 anos. E para o cara ficar ainda mais brabo, a Julia adora postar fotos e tudo o que está fazendo na internet. É a vida, tricampeão!



A vez de Fernando Alonso

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Continuando com a série de perfis dos pilotos da Fórmula-1, vamos agora com o espanhol Fernando Alonso Diaz, bicampeão mundial de Fórmula-1, 35 anos, nascido na cidade de Oviedo, nas Astúrias, por isto, o Príncipe das Astúrias. O homem tem 273 GPs disputados, 32 vitórias e 22 poles. Como vocês verão a seguir, a partir de agora o meu xará de sobrenome passa a ter um lugar especial aqui no Blog da F-1, que o defenderá em qualquer circunstância, ficando a seu lado não importando se o espanhol tenha ou não razão. Ele já contava com a preferência do Gabriel, campeão do nosso Bolão em 2016, piloto e admirador confesso do espanhol.
Tudo isto porque o Alonso escolheu a maravilhosa atriz sul-africana Charlize Theron para o seu sonho de um encontro especial. Desde já, digo que o Alonso nada teve a ver com o Cingapura Gate, no qual o Nelsinho Piquet em conluio com o Briatore arranjou o resultado da corrida, dando, casualmente, a vitória para o companheiro de equipe. O Fernando inclusive estava fazendo compras na vizinha Malásia quando a dupla da Renault arquitetou a tramoia. O espanhol também não foi culpado por ter ficado mais tempo nos boxes em 2007 e ter atrapalhado, sem intenção, que fique bem claro, o companheiro de McLaren Lewis Hamilton. O bicampeão estava apenas descansando do duro treino de classificação. O Alonso também não teve nada a ver com a Ferrari ter pedido para Felipe Massa deixar o companheiro passar para primeiro no GP da Alemanha de 2010. O Fernando inclusive se sentiu estupefato quando o brasileiro diminuiu o ritmo e abriu a porta para ele passar.

- Para não bater no Felipe, tive de passá-lo. Não tive escolha – teria dito na época.

- Uma comida:
Fernando Alonso: pizza.

- Então, uma cobertura de pizza:
FA: com certeza, não margherita, isso é algo para Sebastian (Vettel colocou o nome de seu carro no ano passado de Margherita) (risos) Gosto com presunto espanhol.

- Um destino de férias:
FA: as Maldivas (pequeno país insular localizado no Oceano Índico a sudoeste do Sri Lanka e da Índia, ao sul da Ásia)

- Um circuito:
FA: Suzuka (Japão).

- Um carro de rua:
FA: McLaren P1.

- Um carro de corrida:
FA: McLaren MP4/4 (o que deu o primeiro título para Ayrton Senna, em 88).

- Um game:
FA: jogo um monte de jogos de futebol. Provavelmente seria o FIFA.

- Uma cor de roupa:
FA: preto.

- Um esporte para praticar:
FA: basquete.

- Uma música para ouvir:
FA: Have a Nice Day, de Bon Jovi.

- Uma bebida:
FA: suco de maçã.

- Um livro:
FA: Open, de Andre Agassi.

- Uma cidade para morar:
FA: Oviedo, minha cidade natal.

- Um filme:
FA: uma boa comédia.

- Uma pessoa para conviver:
FA: Isto é trabalho em andamento.

- Um companheiro de equipe:
FA: gostaria de repetir um: Giancarlo Fisichella (os dois foram companheiros na Renault).

- Uma fruta:
FA: banana.

- Um vegetal:
FA: courgette.

- Um meio de transporte
FA: gosto de trens. Em todos os lugares que posso, pego trens.

- Aparelho:
FA: iPhone.

- Uma curva do calendário da F-1:
FA: Eau Rouge (de Spa-Francorchamps).

- Uma boa idade:
FA: 23 ou 24 anos. A partir daí, só vai caindo! (risos)

- Uma época da F-1:
FA: anos 90.

- Banda ou cantor:
FA: Bon Jovi.

- Um exercício:
FA: bicicleta.

- Uma coleção:
FA: se eu fosse colecionar alguma coisa seria relógios.

- Um calçado:
FA: tênis.

- Uma lembrança da carreira na F-1:
FA: GP do Brasil de 2006, quando ganhei o campeonato perla segunda vez.

- Um outro esporte a motor além da F-1:
FA: MotoGP, realmente gosto de assistir.

- Uma pessoa para um encontro especial:
FA: Charlize Theron.



Falso como euro britânico!

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Dieter Zetsche, CEO da Mercedes-Benz e maior pavão da indústria automotiva, declarou nesta semana como foi sua reação quando soube da inesperada aposentadoria do campeão Nico Rosberg. Diz a ave narcisista que recebeu uma ligação de Toto Wolff, o chefe da Flecha de Prata. Zetsche lembra que estava saindo do banho, "estava completamente nu, como é usual quando saio do banheiro nestas horas", como se a gente quisesse saber de detalhes pessoais do pavão:
"Não, outra do Lewis!?", pensou Dieter quando viu o nome de Toto na tela de seu smartphone, associando que ali estava vindo outra das reclamações de seu piloto inglês.
- O Nico acaba de me dizer que está largando a F-1. Ele está irredutível, não volta atrás! – disse Wolff ao telefone.
Toma, pavão!
Apesar de lamentar a saída do então recente campeão, pois "seria o ideal contar com dois campeões no time", Zetsche teve de se conformar. Mas mesmo assim ainda alfinetou Hamilton:
- Temos dois pilotos com comportamentos e objetivos desiguais. Um chegou ao seu sonhado título e agora quer viver para a família. O outro, só pensa em ganhar e ganhar e superar todos os recordes.
Como vencer fosse um crime...



A Williams sai por cima

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Mais um passo foi dado nesta terça-feira em direção à conjunção Valtteri Bottas na Mercedes e continuação da carreira de Felipe Massa na Williams. O diretor Paddy Lowe (foto) deixou oficialmente a equipe alemã e foi anunciada, imediatamente, sua entrada na escuderia inglesa neste ano, como diretor-geral.
O anúncio de Bottas na Flecha Prateada deve ser feito no próximo dia 23, exatamente um mês antes da apresentação do novo carro. A Williams é quem mais sai ganhando com toda esta dança das cadeiras. Além de Lowe estar presente diretamente na conquista dos três campeonatos seguidos, de pilotos e construtores, na Mercedes, a equipe inglesa passa a contar com os serviços de um grande engenheiro, mantém um piloto experiente – fundamental para o acerto dos novos carros – e não mais precisará pagar pelos motores fornecidos pela escuderia alemã.



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