Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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"Regra Verstappen"

Dias ao Volante
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Na noite de sexta-feira, dia 21, ocorreu uma reunião entre o diretor de prova da Fórmula-1, Charles Whitting, e os pilotos. Isso resultou que a Federação Internacional de Automobilismo agirá sobre os pilotos (em especial, o Max Verstappen) que mudarem a trajetória quando já estiverem na frenagem. A manobra estará sujeita à penalização pelos comissários.
O moleque holandês, da Red Bull, é o centro dessa polêmica. Possivelmente, ele não é o único a fazer essa perigosa manobra, mas é o que se destacou por diversas vezes durante a temporada mudando a trajetória nas frenagens para impedir uma ultrapassagem. A última foi no GP do Japão, há duas semanas, em cima do Lewis Hamilton, da Mercedes, quando o inglês tentou a ultrapassagem na chicane, forçando o carro 44 a sair da pista.
A FIA emitiu um esclarecimento. No artigo 16.1 do Regulamento Esportivo informa que nenhum carro pode ser pilotado de uma forma que possa ser potencialmente perigoso para os outros pilotos. Mas o artigo 27.8 proíbe qualquer manobra suscetível de travar outros pilotos, tais como qualquer mudança de direção anormal. O artigo 27.6 diz: "qualquer mudança de direção sob frenagem que resulte em outro piloto ter de tomar uma ação evasiva será considerada anormal e assim potencialmente perigosa para outros pilotos".
Mas se tudo isso está escrito nos regulamentos, por que o Max ainda não foi punido?
Ou seja, qualquer manobra dessa será reportado aos comissários para tomar as devidas providências. Então possivelmente veremos o carro 33 ser mais ultrapassado nessas quatro provas finais (EUA, México, Brasil e Abu Dhabi).



Hamilton, o Rei do Texas

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Lewis Hamilton venceu a batalha interna contra seu companheiro Nico Rosberg na Mercedes e cravou a pole position da décima oitava etapa do Mundial de Fórmula-1, no espetacular Circuito das Américas, no coração do Texas. O tricampeão, o primeiro vencedor nesse circuito, em 2012, de McLaren, foi o único a baixar da casa de 1 minuto e 34 segundos neste sábado. Hamilton conquistou seu terceiro campeonato exatamente nesta pista, no ano passado.
Agora, o piloto inglês está elegendo o circuito norte-americano para uma possível arrancada para descontar os 33 pontos que tem atrás de Rosberg no campeonato. É uma tarefa extremamente complicada, pois o piloto alemão está na melhor fase de sua  carreira, com apenas quatro provas para o final da temporada.
O GP dos EUA está marcado para as 17h (nosso horário) deste domingo. E vem para nós pelo Sportv.

1. Hamilton, Mercedes, 1min34s999
2.   Rosberg, Mercedes, 1min35s215
3.   Riccardo, Red Bull, 1min35s509
4.   Verstappen, Red Bull, 1min35s747
5.   Raikkonen, Ferrari, 1min36s131
6.   Vettel, Ferrari, 1min36s358
7.   Hulkenberg, Force India, 1min36s628
8.   Bottas, Williams, 1min37s116
9.   Massa, Williams, 1min37s269
10. Sainz Jr., Toro Rosso, 1min36s326
11. Perez, Force India
12. Alonso, McLaren
13. Kvyat, Toro Rosso
14. Gutierrez, Haas
15. Palmer, Renault
16. Ericsson, Sauber
17. Grosjean, Haas
18. Magnussen, Renault
19. Button, McLaren
20. Wehrlein, Manor
21. Nasr, Sauber
22. Ocon, Manor



Brawn, lições e estratégias

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O inglês Ross Brawn, 61 anos, lançará agora em novembro, em conjunto com Adam Parr, ex-Williams, o livro Competição Total, Lições e Estratégias na Fórmula-1. Buenas, pela bagagem do cara, o livro já é um sucesso. Ross esteve diretamente ligado aos sete títulos de Michael Schumacher, dois na Benetton e cinco na Ferrari, sempre como diretor-técnico e estrategista em corridas.
Brawn é maior responsável pela maioria das 91 vitórias do piloto alemão. Como todos lembram – pelo menos, os que querem lembrar -, Schumacher chegou na frente muitas vezes pelas estratégias de prova promovidas pelo amigo Ross. Para arrematar a excelência do cara, pegou as tralhas de uma equipe de m..., a Honda, no início de 2009, herdando também os pilotos Jenson Button e Rubens Barrichello, e fundou a Brawn, vencendo o campeonato daquele ano com o... inglês, claro...
Ainda no final de 2009, Ross vendeu sua equipe à Mercedes. E aí começam outros capítulos muito interessantes do livro do inglês. Brawn revela todos os detalhes de sua saída da equipe que passaria a dominar a F-1 em 2014 com Lewis Hamilton. Para Ross, "era impossível continuar em um lugar em que não confiava nas pessoas".
A frase é apontada diretamente para Toto Wolff, vindo da Williams, e o tricampeão Niki Lauda. Para mim, nenhuma novidade nas revelações do Ross. Enquanto Wolff é um exemplo de dissimulação, Lauda é uma lenda ao volante, um dos maiores pilotos da história, mas uma patrola como dirigente.
- Aquela gente pensava uma coisa e sua boca dizia outra. Não consigo conviver com isso. E nem preciso – diz o engenheiro inglês no livro.



O garoto de dupla nacionalidade

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Pascal Wehrlein, da Manor, completa nesta terça-feira 22 anos de idade. O sempre sisudo piloto ligado à Mercedes-Benz nasceu no dia 18 de outubro de 1994 em Sigmaringa, distrito de Sigmaringen, na Alemanha, e tem dupla nacionalidade – alemã e maurícia – por ser filho de pai germânico e de mãe natural das Ilhas Maurício, situadas no Oceano Índico a leste de Madagascar (África). No entanto, Pascal corre pela Alemanha.
Como quase 100% dos pilotos da Fórmula-1, Wehrlein começou no kart, correndo de 2005 a 2009. Em 2010, começou na Fórmula ADAC Masters. Na segunda temporada na categoria, conquistou o título com sete vitórias em 24 etapas.
Em 2012, Pascal foi para F-3 Europeia. Em novembro daquele ano, competiu na famosa prova de Macau, terminando em quinto, a 3,4 segundos do vencedor, o português Antonio Félix da Costa, atualmente da Escola de Pilotos da Red Bull.
Em 2013, Wehrlein continuou na F-3 Europeia, mas apenas em três corridas, passando para o DTM, em substituição ao alemão Ralf Schumacher, irmão do lendário heptacampeão da F-1. Ralf desistiu de ser piloto para se dedicar à direção da Mercedes no DTM. No ano seguinte, Pascal venceu sua primeira prova na prestigiada categoria de Turismo alemã.
Em 2015, conseguiu cinco pódios no DTM, sendo o mais regular do ano e conquistando o campeonato. Antes, em 2014, Wehrlein foi anunciado como piloto de testes da equipe Mercedes da F-1. Participou em treinos de pré-temporada em 2015 em Barcelona, testando com a Mercedes e a Force India.
Pascal Wehrlein deve permanecer mais um ano na Manor, mas pode ser o próximo piloto titular da Mercedes, provavelmente no lugar de Nico Rosberg depois de 2018.



Quem vence nos EUA?

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Então chegamos à América. Liguem-se que o GP dos EUA é neste domingo à tarde para nós aqui no Brasil. E a corrida vem ao vivo pelo Sport, já que a Globo estará envolvida com o Brasileirão.
Uma das mais novas pistas criadas pelo alemão Hermann Tike, o fantástico Circuito das Américas é quase um novo Spa-Francorchamps, pois junta de forma fenomenal trechos de vários circuitos do mundo.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para o Circuito das Américas:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances dos EUA:
Sexta-feira: 13h, primeiro treino livre, 17h, segundo treino livre, ambos pelo Sportv.
Sábado: 13h, terceiro treino livre, 16h, classificação, ambos pelo Sportv.
Domingo: 17h, corrida, pelo Sportv.



Kimi faz 37 anos

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Campeão em 2007, pela Ferrari, Kimi Matias Raikkonen, de Espoo, Finlândia, completa 37 anos de idade nesta segunda-feira. O Ice Man é o piloto mais velho da Fórmula-1 do atual grid. Mas está em plena forma e em alta na equipe vermelha. Ao contrário que diz a imprensa mundial, Raikkonen é adorado pelos fanáticos torcedores da Ferrari. E a razão principal é muito simples: o Homem de Gelo é o último piloto campeão com a equipe italiana.
Foi assim também com o sul-africano Jody Scheckter, campeão em 1979 com a Ferrari. Depois desse título, a equipe vermelha ficou na fila 21 anos para voltar a ser campeã de pilotos, o que só veio em 2000 com Michael Schumacher. Durante mais de duas décadas, Scheckter, um cachorro louco no início de sua carreira na F-1, viveu as glórias de seu campeonato junto aos tifosi. A Ferrari vive atualmente outro período de seca, de 10 anos.
Raikkonen estreou na F-1 em 2001, na Austrália, a bordo de uma Sauber. O jovem piloto impressionou já em seu primeiro ano e foi contratado pela McLaren, para substituir um conterrâneo, o Mika Hakkinen, bicampeão (1998 e 1999) pela equipe inglesa. Kimi viveu seus melhores anos na McLaren, não levantando o título por conta de azares de todos os tipos.
Estreou na Ferrari, em 2007, ganhando a corrida, na Austrália, e sendo campeão no final do ano. Sempre marcado pela extrema competência ao volante de um carro de competição e ao azar, Raikkonen teve uma temporada irregular em 2008. No ano seguinte, com novo regulamento nos carros, a Ferrari se perdeu toda. Mesmo assim, o Ice Man ganhou uma prova, em Spa-Francorchamps.
Depois, Kimi encheu o saco com a F-1, se aventurando no Mundial de Rali. Ele realmente se divertiu muito na nova categoria, mas teve uma média de uma capotagem por etapa. Voltou para a F-1 em 2012, com a nova Lotus, em um contrato de risco, pois receberia grana por pontos conquistados.
A equipe acabou se dando mal, em termos, pois Raikkonen foi muito bem nos dois anos, vencendo duas corridas – em Abu Dhabi e na Austrália – e disputando o título na primeira temporada. Quase falida, a Lotus não pagou o que devia ao Homem de Gelo, que foi embora de volta para a Ferrari.
Fazendo dupla com Fernando Alonso em 2014 e com Sebastian Vettel em 2015 e agora, Raikkonen ainda não venceu nenhuma prova desde seu retorno à equipe italiana. Porém, continua com todo o prestígio dentro do time e está confirmado para a próxima temporada.
Raikkonen detesta o estrelismo presente em quase todos os seus colegas. É um cara na sua, sem frescuras. Desde que apareceu na F-1, o finlandês é tido como um beberrão. Não se sabe ao certo de onde vem essa fama nem se ela é verdadeira. Entretanto, depois de conquistar o título em 2007, Kimi permaneceu por mais uma semana em São Paulo bebendo todo o estoque de trago da cidade.
Alguém tem alguma coisa a ver com isso?
Kimi é casado com a belíssima ex-aeromoça Minttu Virtanen, de 29 anos. E foi a menina que recentemente revelou a verdadeira faceta do Homem de Gelo fora das pistas:
- O Kimi é totalmente diferente de como é visto na F-1. Ele é caloroso, humano, amoroso. Ele é desconfiado com as pessoas no primeiro momento, mas quando as conhece e confia, mostra seu lado humano fantástico, o que ele realmente é. Não acho que ele seja tão desligado assim, eu não ficaria com uma pessoa que não estivesse nem aí para as coisas.



Rossi e Lorenzo entregam a rapadura

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A dupla da Yamaha, o italiano Valentino Rossi e o espanhol Jorge Lorenzo, trabalharam direitinho para o tricampeonato (o quinto da carreira) do espanhol Marc Marquez, da Honda, neste domingo, no circuito de Motegi, no Japão. O espanhol chegou ao título com três provas de antecipação.
Partindo da pole position, Rossi perdeu a primeira posição já na largada, para Marquez e Lorenzo. Logo depois, se recuperou, passando o companheiro Lorenzo e partindo para cima de Marquez. No entanto, o lendário italiano, apelidado de Doctor, caiu sozinho no miolo do circuito pertencente à Honda, como Suzuka.
Rossi ainda tentou voltar, mas a moto ficou avariada. Pronto! Foi o que bastou para a grande audiência do Sportv despencar impiedosamente, apesar de o bom número de torcedores do piloto da Honda presente ao circuito vibrar intensamente. Confesso que também quase larguei de mão a prova. Entretanto, assisti até o final como dever profissional.
Quase no fim da prova, Lorenzo, em segundo lugar atrás de Marquez, apressou o ritmo para tentar impedir o título antecipado do compatriota. Mas tudo o que o atual campeão da MotoGP conseguiu foi repetir a queda do companheiro Rossi.
Em 2017, Marquez e Rossi continuarão em suas equipes, enquanto Lorenzo se muda para a Ducati.



Viagem pelas Américas

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Publicado por em F-1 ·

O Circuito das Américas é um dos mais novos projetados pelo alemão Hermann Tilke. O traçado, de 5,5 quilômetros de extensão, é literalmente um passeio pelas Três Américas. O desenho da pista estiliza o contorno dos três continentes, incluindo a América Central e o Caribe, passando pelo longo litoral e o nordeste brasileiros.
Tilke reuniu várias curvas de circuitos históricos do mundo. Na parte final, por exemplo, tem a imitação da famosa Curva 8 de Istambul, só que à direita (o da Turquia é à esquerda), com três tangências diferentes.
A reta de chegada em subida é alucinante, assim como a Curva 1 (remete ao S do Senna de Interlagos). A pista tem vários pontos de ultrapassagem, mas o melhor deles é justamente na 1, uma "curva cega", pois os pilotos não enxergam a sua saída. A curva permite várias possibilidades de ultrapassagem porque não tem apenas uma tangência. Inclusive, até quatro carros podem ficar lado a lado nesse ponto.



Hulkenberg confirmado na Renault

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A Force India anunciou nesta sexta-feira a transferência de piloto mais importante para a próxima temporada. A equipe divulgou oficialmente a saída de Nico Hulkenberg, que ocorrerá após a última etapa deste ano, em Abu Dhabi. O talentoso piloto alemão correrá pela Renault em 2017.
Com isso, a promissora equipe francesa terá finalmente um bom piloto em seu cockpit. A atual e insipiente dupla da Renault, o dinamarquês Kevin Magnussen e o inglês Jolyon Palmer, não conseguiram dar sequer uma contribuição para a equipe neste ano. Nenhum deve ficar na escuderia, abrindo um banco muito bom para sedentos pilotos à procura de uma boa vaga, como o brasileiro Felipe Nasr.



Saiba mais sobre Esteban Ocon

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Publicado por em F-1 ·

Dando continuidade ao perfil dos atuais pilotos do grid da Fórmula-1, desta vez temos o mais recente integrante do circo, o francês Esteban Ocon, nascido em Évreux, cidade de 50 mil habitantes situada no norte da França. O novo piloto da Manor, de apenas 20 anos, completados no dia 17 de setembro, competiu no kart, nas Fórmulas Renault e 3 Europeia e na GP3, pela qual ganhou a chance de competir no DTM, pela Mercedes, e fazer um teste com um carro da F-1.

Uma comida:
EO: bife com purê de batatas.

Uma pizza:
EO: Marguerita e um pouco de presunto.

Um destino de férias:
EO: Sul da França.

Um circuito do calendário da F-1:
EO: Hungaroring. Surpreso? Eu amo essa pista.

Um de estrada:
EO: Mercedes SLC AMG 43.

Um carro da F-1:
EO: carro de 1992 de Ayrton Senna (MP4/7A. Com este carro, Senna venceu três provas naquele ano: Mônaco, na histórica chegada segurando a Williams muito mais rápida de Nigel Mansell, Hungria e Itália).

Um simulador:
EO: Gran Turismo.

Uma cor para vestir:
EO: Vermelho.
Um esporte para praticar:
EO: corridas de F-1, claro!
Uma música:
EO: Can't be Touched.
Uma bebida:
EO: água.
Um livro:
EO: não leio. Que vergonha!
Uma cidade para morar:
EO: Paris.
Um filme para assistir:
EO: Batman, o Cavaleiro das Trevas Renasce, de 2012.
Uma pessoa para conviver:
EO: no momento, Tracy Novak, chefe de comunicação da Manor (risos)
Um companheiro de equipe:
EO: Antonio Fuoco (italiano de 20 anos, integrante da Academia de Pilotos da Ferrari).
Uma fruta:
EO: abacaxi.
Um vegetal:
EO: brócolis.

Um tipo de transporte:
EO: avião.

Um game:
EO: PlayStation.

Uma curva do calendário da F-1:
EO: Eau Rouge (de Spa-Francorchamps).

Uma época da F-1 na qual gostaria de ter participado:
EO: década de 70.

Um exercício físico:
EO: pesos.

Um doce:
EO: milk de chocolate.

Uma recordação de sua carreira:
EO: Ímola, 2014, quando conquistei título da F-3 Europeia.

Uma outra categoria, além da F-1:
EO: V8 Supercars.

Uma pessoa no mundo:
EO: minha namorada.



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