Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Interlagos deve ir pro Espaço!

Dias ao Volante
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A FIA divulgou nesta quarta-feira o calendário de 2017 da Fórmula-1. Serão, como neste ano, 21 etapas. Serão ou seriam? Acontece que tem três GPs pela Bola 7, entre os quais, o do Brasil, em Interlagos. Os outros são Alemanha, em Hockenheim, e Canadá, em Montreal.
Interlagos e Gilles Villeneuve são por motivos de grana e pelas péssimas acomodações do nosso circuito para as equipes, embora os organizadores da prova paulista afirmem que estão investindo na área dos boxes do Autódromo José Carlos Pace. Renovado há dois anos, o contrato com o GP do Brasil está previsto para até 2020. Mas isso não quer dizer nada. Se o titio Bernie Ecclestone quiser, tira a prova daqui. Inclusive, o GP deste ano em Interlagos quase que não sai.
Hockenheim deveria intercalar com Nürburgring como sede do GP da Alemanha, um ano para cada pista. No entanto, os caras do segundo circuito foram à falência. Existe atualmente apenas os eventos turísticos e algumas provas no velho traçado, o Nordschleife, o Inferno Verde. E os homens de Hockenheim dizem que não desejam promover sua prova em dois anos seguidos.

Calendário 2017
26 de março - Austrália – Albert Park
9 de abril - China - Xangai
16 de abril - Bahrein - Sakhir
30 de abril - Rússia - Sochi
14 de maio - Espanha - Montmeló
28 de maio - Mônaco - Monte Carlo
11 de junho - Canadá -  Gilles Villeneuve (acho que deve ter)
18 de junho - GP da Europa - Baku
2 de julho - Áustria - Red Bull Ring - Zeltweg
9 de julho - Inglaterra - Silverstone
23 de julho - Hungria - Hungaroring
30 de julho - Alemanha -  Hockenheim (não deve ter)
27 de agosto - Bélgica - Spa-Francorchamps
3 de setembro - Itália - Monza
17 de setembro - Malásia - Sepang
1 de outubro - Cingapura - Marina Bay
9 de outubro - Japão - Suzuka
22 de outubro - EUA – Circuito das Américas
5 de novembro - México – Hermanos Rodriguez
12 de novembro - Brasil -  Interlagos (por merecimento, deveria cair fora)
26 de novembro  - Abu Dhabi - Yas Marina



O Rei das Pistas

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O arquiteto alemão Hermann Tilke, piloto nos anos 80, competindo inclusive em provas no antigo Nürburgring, o Nordschleife, Inferno Verde, tinha 44 anos quando projetou seu primeiro circuito para a Fórmula-1. Sepang, na Malásia foi inaugurado em 1999, com a vitória do irlandês Eddie Irvine, naquela prova em que o alemão Michael Schumacher lhe entregou a vitória a mando da equipe vermelha na luta pelo título do irlandês contra o finlandês Mika Hakkinen, da McLaren. Schumi tinha sofrido um grave acidente no GP da Inglaterra naquele ano e só voltaria no fim da temporada para ajudar Irvine.
Pois bem! Sepang, com 5,54 quilômetros de extensão, foi a primeira pista idealizada por Tilke, agora com 61 anos. Com 15 curvas e duas grandes retas em paralelo, separadas pela magnífica arquibancada dupla, sobreposta, a pista financiada pelo governo malaio e sua gigante petrolífera Petronas, atualmente patrocinadora da Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, é um circuito de verdade, tendo a maior largura (em toda a pista) entre todas as etapas do calendário da F-1.
Não é um circuito totalmente favorável à equipe prateada, apesar das duas grandes retas. Acontece que Sepang tem um miolo com curvas de todos os tipos, que podem muito bem ajudar na melhor aerodinâmica dos carros da Red Bull. No ano passado, a vitória ficou com Sebastian Vettel, com a Ferrari. Mas a decisão veio mais em função de uma tática mal escolhida pela Mercedes.
Tike, criticado por muitos e considerado genial por mim, é o Rei das Pistas. São dele todos os modernos circuitos da F-1. Vamos lá?
- Sakhir, Bahrein (2004)
- Xangai, China (2004)
- Istambul, Turquia (2005)
- Marina Bay, adaptação em um circuito de rua, iluminado artificialmente, Cingapura (2008)
- Valência, adaptação em um circuito de rua (2008)
- Yas Marina, Abu Dhabi (2009)
- Yeongam, Coreia do Sul (2010)
- Buddh, Índia (2011)
- Sochi, Rússia (2011)
- Circuito das Américas, EUA (2012)
- Baku, adaptação de um circuito de rua, Azerbaijão (2016)
O sujeito sabe, embora o nosso Natanael prefira tocar pedra na "Geni". Tá certo, por Cingapura, Valência, Coreia do Sul, Abu Dhabi, Rússia e redesenho de Hockenheim e Hermanos Rodriguez, o cara, o Tilke, deveria ser preso.



Siga o líder!

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Esta expressão retrata uma antiga brincadeira de criança. Mas no GP da Malásia de 2001, Rubens Barrichello seguiu a coisa a risca. Em uma prova confusa, com chove-não-chove, o companheiro do brasileiro, ninguém menos que Michael Schumacher, lidera a prova (pra variar) e não conseguiu segurar o carro quando a chuva começou a cair.
O futuro heptacampeão saiu da pista, sendo seguido, em idêntica manobra, pelo laca... companheiro de Ferrari. Foi uma cena pastelão, naturalmente.
Depois, Rubinho conseguiu voltar à frente do alemão e se seguiu uma de suas incontáveis lamúrias no tempo de equipe italiana. No primeiro pit stop, como estava na frente de seu companheiro, Rubinho parou antes. Schumacher entrou nos boxes na mesma volta e ficou esperando pacientemente que os mecânicos fizessem o pit stop de troca de pneus e reabastecimento no carro do brasileiro.
Mais tarde, Schumacher reassumiu a ponta da prova – e não a perdeu mais – sendo bem mais rápido na pista. Rubinho protestou, reclamando que a parada do alemão nos boxes tinha sido melhor. Pffff!



Hamilton, sim, Alonso precisa provar de novo!

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O inglês Jenson Button, que será terceiro piloto da McLaren em 2017, elegeu suas preferências. Segundo o campeão de 2009, pela extinta Brawn, a Mercedes de hoje, o espanhol Fernando Alonso é o cara mais completo do grid atualmente e o inglês Lewis Hamilton, o mais rápido.
Discordo do campeão na primeira parte. Não que eu não considere o Alonso um piloto completo. É! Mas como o espanhol já passou muito tempo longe das primeiras posições das provas, precisa voltar ao pelotão da frente e mostrar a mesma excelência que sempre teve.
Pra mim, o piloto mais completo do atual grid é o tetracampeão Sebastian Vettel. Enquanto os sujeitos da Globo e do Sportv resumiram o piá alemão a um "reclamão" nas corridas, continuo dizendo que ele sabe tudo e permanece no topo, mesmo não tendo bons resultados com a Ferrari. O problema está na equipe vermelha.



Quem vence na Malásia?

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Vamos então para a décima sexta etapa do Mundial, no Corujão, para nós brasileiros, da Malásia, com a classificação às 6h da matina e a corrida, às 4h. Tem de ser forte! Prestem atenção para essa prova, pois pode ter punição por troca de componentes do motor do agora líder Nico Rosberg. Boa sorte!
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Sepang:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Malásia:
Quinta-feira: 23h, primeiro treino livre, pelo Sportv.
Sexta-feira: 3h, segundo treino livre, pelo Sportv
Sábado: 3h, terceiro treino livre, 6h, classificação, ambos pelo Sportv.
Domingo: 4h, corrida, pela Globo.



Uma viagem no tempo!

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Um belíssimo vídeo circula pela internet mostrando em uma brincadeira de criança a evolução dos carros da Fórmula-1 desde o início do Mundial, em 1950. Começando pela batalha da vermelha Ferrari e a prateada Mercedes nos anos 50 (a gente não vê esta briga de novo nos dias de hoje?), passando pelos "charutinhos" ainda sem aerofólios dos anos 60, a Lotus preta e dourada de Emerson Fittipaldi, que revolucionou o desenho dos carros da categoria (com a narração do velho Barão, o pai do nosso Rato na conquista do primeiro título brasileiro na F-1, em Monza, em 72, na antiga Rádio Panamericana – atualmente Jovem Pan), a entrada da narração do Galvão Bueno, ingressos de Niki Lauda, Gilles Villeneuve, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Alain Prost, Michael Schumacher, Fernando Alonso, Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, entre tantos outro magníficos pilotos, e a evolução constante dos bólidos, ... ufa! Deliciem-se. Assista aqui.



Alonso de olho no título!

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O bicampeão Fernando Alonso, de 35 anos, mandou recado para a concorrência: "a McLaren/Honda disputará o título no próximo ano". Alguém duvida? Eu, não! Ainda considerado um dos melhores pilotos do grid, o duas vezes campeão mundial pela antiga Renault foi para a McLaren, ou voltou pra lá, em 2015 por não ter para onde ir. Muito por culpa dele mesmo: é difícil de se aturar o temperamento do espanhol fora das pistas. Lá dentro da competição, é um dos pilotos mais limpos na condução. Mas, fora, "Benza a Deus"!
E não é difícil de se dar crédito para a frase do Alonso, dita nesta semana. Os japoneses da Honda estavam longe da Fórmula-1 desde a desastrada experiência com equipe própria até 2008, um fiasco com Jenson Button e Rubens Barrichello.
Os nipônicos, multicampeões com a Williams em 1987 com Nelson Piquet e com a própria McLaren em 1988, de turbo e Ayrton Senna, e de aspirado em 1989, 1990 e 1991 com Senna e Alain Prost, retornaram no ano passado sabendo quase nada destes novos motores turbos, ou unidade de potência com turbo associado a unidades de recuperação de energia (híbridos, enfim!).
No entanto, a História registra que os japoneses criam muito pouco, mas copiam melhores do que nenhum outro país. Já neste ano, a McLaren está beliscando posições em algumas provas no pelotão da frente. Em 2017, com o japas dominando a coisa híbrida, ao lado de uma das equipes que sabem fazer carro como poucos na F-1, Alonso bem pode voltar a lutar pelo seu tricampeonato.
Diga-se lateralmente: Alonso é o campeão dono do maior jejum sem novo título na F-1: já são 10 anos de seca.



Negócio das Arábias

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No intervalo entre as corridas de Cingapura e Malásia (tudo na Península da Malásia, distantes apenas 150 quilômetros uma pista da outra), cresceram as notícias sobre uma possível compra da McLaren pela gigante Apple. O negócio seria em torno de 1,5 bilhão de libras, cerca de R$ 6,35 bilhões, ou seja, uma babilônia de grana. Quem noticiou nesta quarta-feira foi o jornal Financial Times.
O interesse da Apple pela McLaren seria devido a um investimento estratégico para entrar na indústria automotiva e acelerar os planos de produzir um carro elétrico autônomo, que andaria sozinho, sem motorista. Resumindo: coisa de filme de ficção. Um carro sem condutor jamais existirá.
A McLaren Technology Group, que inclui a equipe de Fórmula-1 e a construtora do superesportivo de rua, pertencente ao multimilionário saudita Mansour Ojjeh, forneceria à Apple experiência em segmentos como sistemas de informação integrados em veículos e materiais para a carroceria.
Os contatos entre as empresas começaram há meses, segundo fontes ligadas à negociação citadas pelo Financial Times. Mas ainda não há acordo algum para a compra da escuderia fundada pelo ex-piloto neozelandês Bruce McLaren, nem sua divisão de esportivos.
Seria a maior aquisição da Apple desde agosto de 2014. Até então, o valor mais alto pago pela empresa norte-americana foi de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 9,5 bilhões) pela Beats.
A companhia fundada por Steve Jobs, morto em 2011, e hoje dirigida por Tim Cook, nunca confirmou de forma explícita a existência do chamado Projeto Titan, que visaria desenvolver um carro elétrico para comercialização.
Minha opinião? Esse negócio não sai.



As mudanças que a F-1 precisa

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O norte-americano Chase Carey, do Liberty Media Corporation e futuro comandante da Fórmula-1, esteve nos bastidores do GP de Cingapura disputado no último fim de semana. O novo dirigente acompanhou todos os detalhes, assistiu à prova e não gostou do marasmo da competição.
É bom lembrar que Bernie Ecclestone ainda estará por mais três anos à frente das decisões da F-1, até passar o bastão para o Liberty.
A F-1 é a F-1 atualmente – um esporte de outro planeta em termos de organização e sucesso – tudo devido a Ecclestone, que tomou as rédeas da categoria nos anos 80 e a transformou completamente. Mas tem o outro lado da moeda. O titio jamais conseguiu aproximar a F-1 do grande público, muito menos dos jovens que representam a geração do ciberespaço, a internet. Presume-se que o Grupo norte-americano seja um especialista nisso.
Falando apenas no terreno esportivo, não dá para entender, por exemplo, que não seja dado bônus de pontuação para o pole position, para quem lidera a corrida por mais voltas e para quem faz a melhor volta da prova.
E, mais importante: há muito tempo, pela configuração atual dos carros da F-1, as ultrapassagens se tornaram cada vez mais raras. Para as ultrapassagens voltarem, os dirigentes vieram com esta estupidez da asa aberta nas retas nos carros que vêm atrás. Isso é como se fossem gols virtuais e falsos, pois não dá chance para o piloto da frente se defender.
Pelo configuração dos carros, cria-se uma turbulência no de trás nas curvas mais rápidas, "tirando a frente" do carro e o fazendo perder trajetória estável. Isso seria muito fácil de resolver, bastando a F-1 querer fazer. A Nascar colocou uma espécie de parede na ponta de cima da traseira do carro para provocar um "vácuo limpo" para que vem atrás.
Basta querem fazer, repito! Essas coisas podem ser promovidas pelos novos donos. O resto, tá tudo certo na F-1. Ou quase!



O Bolão depois de Cingapura

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O campeão de 2015, Natanael, foi o grande vencedor, ao lado do Nico Rosberg, na corrida de Cingapura, seguido de perto pelo campeão de 2014, o Francisco, assim como o Daniel Ricciardo chegou do ganhador na Fórmula-1. O Gabriel continua na liderança do nosso Bolão, mas os dois campeões vêm babando atrás. A próxima parada é em um circuito de verdade, em Sepang, na Malásia, daqui a duas semanas.

Parâmetros utilizados para o GP de Cingapura:
Pole: sobrenome do piloto - ROSBERG
Segundo do grid: sobrenome do piloto - RICCIARDO
Vencedor: sobrenome do piloto - ROSBERG
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - MERCEDES
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: RED BULL
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - RICCIARDO
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - HAMILTON
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - RAIKKONEN
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - VETTEL
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - ROSBERG
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - RICCIARDO
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - GROSJEAN

Cingapura:
1) Natanael Felipe Rhoden - 67 pontos
2) Francisco Cavalin - 60 pontos
2) Mauro - 60 pontos
4) Marcelo Farias Pereira - 50 pontos
5) Gabriel Dias - 45 pontos
5) Luiz Carlos Herrera - 45 pontos
7) Daniel Cardoso - 40 pontos
8) Eduardo Saraiva - 37 pontos
9) Daniel Dias - 25 pontos
10) Maurício Dias - 20 pontos
10) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 20 pontos
12) André Borges - 15 pontos
12) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 15 pontos
14) Matteus Saldanha - 0 ponto
14) Ítalo Duarte - 0 ponto
14) Romário Braga - 0 ponto
14) Marcelo Vieira - 0 ponto
14) Juliano Schuler - 0 ponto
14) Ernani Leonel Muzell - 0 ponto
14) Pedro Henrique - 0 ponto

Total:
1) Gabriel Dias - 630 pontos
2) Francisco Cavalin - 612 pontos
2) Natanael Felipe Rhoden - 612 pontos
4) Daniel Cardoso - 603 pontos
5) Marcelo Farias Pereira - 582 pontos
6) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 564 pontos
7) Mauro - 543 pontos
8) Luiz Carlos Herrera - 523 pontos
9) Daniel Dias - 487 pontos
10) Maurício Dias - 456 pontos
11) Matteus Saldanha - 437 pontos
12) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 407 pontos
13) André Borges - 400 pontos
14) Eduardo Saraiva - 353 pontos
15) Marcelo Vieira - 308 pontos
16) Pedro Henrique - 213 pontos
17) Romário Braga - 194 pontos
18) Juliano Schuler - 149 pontos
19) Ítalo Duarte - 27 pontos
20) Ernani Leonel Muzell - 0 ponto



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