Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Resultado do GP da Alemanha

Dias ao Volante
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1) L. Hamilton – Mercedes – 1h30min44s200
2) D. Ricciardo – Red Bull – a 6s996
3) M. Verstappen – Red Bull – a 13s413

4) N. Rosberg – Mercedes – a 15s845
5) S. Vettel – Ferrari – a 32s570
6) K. Raikkonen – Ferrari – a 37s023
7) N. Hulkenberg – Force India – a 1min10s049
8) J. Button – McLaren – a uma volta
9) V. Bottas – Williams – a uma volta
10) S. Perez – Force India – a uma volta

11) E. Gutierrez – Haas – a uma volta
12) F. Alonso – McLaren – a uma volta
13) R. Grosjean – Haas – a uma volta
14) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a uma volta
15) D. Kvyat – Toro Rosso – a uma volta
16) K. Magnussen – Renault – a uma volta
17) P. Wehrleim – Manor – a duas voltas
18) M. Ericsson – Sauber – a duas voltas
19) J. Palmer – Renault – a duas voltas
20) R. Haryanto – Manor – a duas voltas

21) F. Nasr – Sauber – não completou
22) F. Massa – Williams – não completou

Voltas mais rápida – Daniel Ricciardo – Red Bull – 1min18s442



Rosberg brilha, Hamilton erra

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Com uma quantidade impressionante de cachaceiros nas arquibancadas de Hockenheim neste sábado, Nico Rosberg, da Mercedes, brilhou na sua única tentativa no Q3 (abortou a primeira volta rápida) e abocanhou a pole position do GP da Alemanha, deixando Lewis Hamilton na segunda posição. O tricampeão tinha tudo para conquistar mais uma pole mas errou na sua última tentativa na freada do setor mais rápido do circuito alemão. As cartas estão colocadas na mesa para a derradeira prova antes das férias do verão europeu. Ao que tudo indica, a decisão pela vitória deve ocorrer na largada da corrida deste domingo, a exemplo do ocorrido na etapa anterior (Hungria), na qual Hamilton levou a melhor.
Daniel Ricciardo e Max Verstappen, ambos da Red Bull, ocupam a segunda fila do grid, à frente das duas Ferrari, de Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel, nesta ordem. Vettel cometeu vários pequenos erros nas suas voltas rápidas no Q3.
Felipe Massa, da Williams, finalmente conseguiu se encontrar com o carro no sábado e terminou o treino de classificação entre os 10 melhores. No entanto, mais uma vez, ficou atrás do companheiro Valtteri Bottas para a largada.
Desta vez, as McLaren deram show apenas nas sessões livres, ficando fora do Q3. Felipe Nasr, da Sauber, tentou tirar coelho da cartola no Q1, mas para mágico o brasileiro não serve, apesar de um bom trabalho ao volante da eterna carroça suíça. Aliás, em um treino sem incidentes, a Sauber confirma que é a pior equipe do momento, se fixando na última fila.



Resultado da classificação para o GP da Alemanha

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1) N. Rosberg – Mercedes – 1min14s343
2) L. Hamilton – Mercedes – a 0s107
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s363
4) M. Verstappen – Red Bull – a 0s471
5) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s779
6) S. Vettel – Ferrari – a 0s952
7) N. Hulkenberg – Force India – a 1s147
8) V. Bottas – Williams – a 1s167
9) S. Perez – Force India – a 1s174
10) F. Massa – Williams – a 1s252

11) E. Gutierrez – Haas
12) J. Button – McLaren
13) C. Sainz Jr. – Toro Rosso
14) F. Alonso – McLaren
15) R. Grosjean – Haas
16) J. Palmer – Renault
17) K. Magnussen – Renault
18) P. Wehrlein – Manor
19) D. Kvyat – Toro Rosso
20) R. Haryanto – Manor
21) F. Nasr – Sauber
22) M. Ericsson – Sauber



Os espantalhos da Fórmula-1

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Dá uma olhada nesta foto aí de cima. É a entrevista coletiva dos representantes das equipes na sala de conferência oficial da FIA em Hockenheim. Desde a cobertura diretamente de Interlagos, sempre achei estas entrevistas destes caras uma das coisas mais bizarras da F-1. Em todos os GP, sempre nas sextas-feiras depois dos treinos livres, a FIA convida os jornalistas presentes na sala de imprensa do circuito para a entrevista desses sujeitos.
E todos, absolutamente todos os jornalistas da sala sempre cagam para essa parte oficial do protocolo de cada GP. Lembro de Interlagos que ficávamos com nossos compromissos de enviar matérias para nossos veículos, escrever outras reportagens ou tentar uma palavra de algum piloto lá embaixo, no paddock do circo. Ou seja, tínhamos mais o que fazer.
Tudo isso enquanto os representantes das equipes ficavam lá na salinha de entrevistas com cara de tacho porque ninguém aparecia para falar com eles além do entrevistador oficial da FIA.
Imagina! Se as entrevistas protocolares dos pilotos já são uma chatice, pois nenhum fala coisa com coisa de interessante, imagina a desses caras. Porre!



Resultado do treino livre 3 para o GP da Alemanha

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1) N. Rosberg – Mercedes – 1min15s738
2) L. Hamilton – Mercedes – a 0s057
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s099
4) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s164
5) S. Vettel – Ferrari – a 0s366
6) M. Verstappen – Red Bull – a 0s444
7) V. Bottas – Williams – a 0s662
8) F. Massa – Williams – a 0s892
9) F. Alonso – McLaren – a 1s178
10) N. Hulkenberg – Force India – a 1s234
11) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a 1s290
12) S. Perez – Force India – a 1s328
13) E. Gutierrez – Haas – a 1s422
14) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1s489
15) K. Magnussen – Renault – a 1s613
16) J. Palmer – Renault – a 1s735
17) M. Ericsson – Sauber – a 1s947
18) F. Nasr – Sauber – a 2s319
19) J. Button – McLaren – a 2s355
20) P. Wehrlein – Manor – a 2s532
21) R. Haryanto – Manor – a 2s534
22) R. Grosjean – Haas – a 9s422



Primeiro round é de Rosberg

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Nico Rosberg partiu na frente do companheiro e rival na Mercedes, Lewis Hamilton, nos dois primeiros treinos livres da décima segunda etapa do Mundial, que será disputada neste domingo, a partir das 9h (nosso horário) com transmissão ao vivo pela Globo. O agora vice-líder do campeonato foi o mais veloz pela manhã e à tarde no circuito de Hochenheim. Na segunda sessão, Rosberg colocou quase 4 décimos de segundo sobre o inglês, líder na tabela de pontuação desde a corrida anterior, na Hungria. A vantagem do tricampeão é de seis pontos.
A parada, no entanto, pela pole position continua completamente aberta pelas próprias palavras dos dois pilotos da prateada após os treinos:
- Acredito em um desempenho bem mais forte do Lewis amanhã – disse o alemão.
- Foi um dia normal, bom, com muitas experimentações tanto no meu carro quanto no do Nico. Temos ainda alguma coisa para avançar – contou o inglês.
Os tempos no pelotão da frente ficaram bem próximos nesta sexta-feira, com exceção de Rosberg. Sebastian Vettel, da Ferrari, registrou quase a mesma marca de Hamilton, assim como os de trás, Max Verstappen, da Red Bull, Daniel Ricciardo, da Red Bull, e Kimi Raikkonen, da Ferrari. As McLaren de Jenson Button e Fernando Alonso ficaram novamente no Top Ten.
Para os brasileiros, só lamentações e um discurso em comum:
- Temos de mudar o comportamento do carro em todos os itens – falaram basicamente a mesma coisa Felipe Massa, da Williams, e Felipe Nasr, da Sauber, o último colocado da segunda sessão.
O terceiro treino livre começa às 6h e a classificação, às 9h. Ambos serão mostrados ao vivo pelo Sportv.



Boas novas de Hockenheim

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Dos bastidores de Hockenheim, décima segunda etapa do Mundial, neste domingo, o último antes das férias de verão europeu da Fórmula-1, vem duas notícias importantes, a primeira com efeito imediato.
Primeira: em comum acordo com as equipes, a FIA decidiu liberar todas as informações via rádio das equipes para os pilotos. Com uma exceção: o time não pode orientar seu piloto antes da largada, na volta de apresentação. Evidentemente, o que passou, passou. As punições para Nico Rosberg, da Mercedes, na Inglaterra e para Jenson Button, da McLaren, na Hungria foram mantidas.
Segunda: a proteção de cabeça no cockpit para os pilotos, o chamado Halo, não entra na próxima temporada. E tomara que não entre nunca, pois é um horror e não tem muita utilidade prática.
A batida que levou à morte de Jules Bianchi, em Suzuka (2014), não mudaria o destino do piloto francês se ele estivesse usando o Halo. Outra: ninguém sabe ao certo o que aconteceria ao piloto em caso de capotagem de um carro com a presença da nova geringonça. Provavelmente, o cara ficaria preso.



Resultado do treino livre 2 para o GP da Alemanha

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1) N. Rosberg – Mercedes – 1min15s614
2) L. Hamilton – Mercedes – a 0s394
3) S. Vettel – Ferrari – a 0s594
4) M. Verstappen – Red Bull – a 0s842
5) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s876
6) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s898
7) N. Hulkenberg – Force India – a 1s167
8) J. Button – McLaren – a 1s473
9) S. Perez – Force India – a 1s534
10) F. Alonso – McLaren – a 1s611
11) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a 1s728
12) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1s753
13) V. Bottas – Williams – a 1s811
14) R. Grosjean – Haas – a 1s988
15) F. Massa – Williams – a 2s072
16) E. Gutierrez – Haas – a 2s391
17) K. Magnussen – Renault – a 2s442
18) M. Ericsson – Sauber – a 2s516
19) P. Wehrlein – Manor – a 2s579
20) J. Palmer – Renault – a 2s699
21) R. Haryanto – Manor – a 2s977
22) F. Nasr – Sauber – a 3s681



Resultado do treino livre 1 para o GP da Alemanha

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1) N. Rosberg – Mercedes – 1min15s517
2) L. Hamilton – Mercedes – a 0s326
3) S. Vettel – Ferrari – a 1s150
4) K. Raikkonen – Ferrari – a 1s335
5) M. Verstappen – Red Bull – a 1s410
6) D. Ricciardo – Red Bull – a 1s572
7) F. Alonso – McLaren – a 1s666
8) J. Button – McLaren – a 2s095
9) D. Kvyat – Toro Rosso – a 2s491
10) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a 2s527
11) M. Ericsson – Sauber – a 2s681
12) V. Bottas – Williams – a 2s693
13) F. Massa – Williams –a 2s805
14) R. Grosjean – Haas – a 3s072
15) N. Hulkenberg – Force India – a 3s074
16) S. Perez – Force India – a 3s111
17) C. Leclerc – Haas – a 3s365
18) K. Magnussen – Renault – a 3s416
19) F. Nasr – Sauber – a 3s444
20) E. Ocon – Renault – a 3s464
21) R. Haryanto – Manor – a 3s650
22) P. Wehrlein – Manor – a 4s458



Por que o Brasil precisa ter alguém na F-1?

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Na semana passada, depois do GP da Inglaterra, a Fórmula-1 se reuniu novamente no circuito de Silverstone para dois dias de testes. Algo raro nos tempos modernos, com cada vez menos ensaios das equipes por conta dos rígidos regulamentos. Os dois pilotos brasileiros do grid de 2016 estava ausentes. Felipe Massa não foi porque a Williams escalou um reserva e Felipe Nasr ficou de fora porque a Sauber não tem dinheiro sobrando.
No box da Toro Rosso, entretanto, um representante do Brasil pilotou pela primeira vez um F-1. Participante do Programa de Jovens Talentos da Red Bull – dona da equipe italiana do Touro Vermelho e responsável pelo ingresso na principal categoria do automobilismo do tetracampeão Sebastian Vettel –, o mineiro Sérgio Sette Câmara, de apenas 17 anos, foi destacado para os testes na quarta-feira.
Sedentos pela chegada de um novo nome de destaque na F-1, os brasileiros logo se alvoroçaram para tentar saber quem era aquele garoto a bordo de uma Toro Rosso. Descrente pela inegável curva descendente de Massa e pela ainda falta de uma acelerada maior de Nasr, a torcida brasileira tem urgência por saber novas notícias. Afinal, e voz corrente que "o Brasil não pode ficar sem um corredor na F-1, pois o país tem piloto no grid desde 1970, e isso seria uma tragédia".
Por que?
Os oito títulos e o sucesso do nosso país na F-1 vieram porque teve um homem certo na equipe certa e na hora certa.
Emerson Fittipaldi era o piloto certo quando a Lotus ficou sem o austríaco Jochen Rindt, morto em um acidente no circuito de Monza, no começo dos anos 70.
Nelson Piquet era o piloto certo para a Brabham que nunca tinha encontrado um campeão em potencial até o início dos anos 80.
Ayrton Senna era o piloto certo primeiro para uma Lotus já em decadência em 1984 e depois para a McLaren, logo em seguida.
Fora que os três eram extra-classe, evidentemente.
José Carlos Pace morreu cedo em uma queda de avião. Rubens Barrichello e Felipe Massa vieram mais na esteira do sucesso dos três campeões nacionais e pela "necessidade de termos um piloto na F-1". Mas não eram os caras certos.
Por que o Brasil tem de ter alguém no grid?
A Grã-Bretanha e a Itália são o berço do automobilismo. Há quanto tempo não alinha para a largada um corredor do famoso país da bota? Desde 2011, com Jarno Trulli em final de carreira. Quantos campeões italianos teve o Mundial, iniciado em 1950? Dois, Nino Farina, o primeiro, e Alberto Ascari, duas vezes, em 1952 e 1953.
A Itália teve o maior piloto do mundo bem antes de a F-1 existir, e muito gente só sabe da existência do mitológico Tazio Nuvolari (uma das fotos acima) devido à literatura de competição. Pois bem! Ele era italiano, participou desde os primeiros passos da Ferrari e ajudou a consolidar a história da Itália nas pistas.
Todos os grandes nomes de outrora, passando também por Guiseppe Campari e Lorenzo Bandini, não asseguram um lugar sequer para pilotos italianos nos dias de hoje. E nem por isso a Itália faz drama. A terra da massa tem a Ferrari, sim, no entanto, o nome oficial do campeonato é Mundial de Pilotos.
Com exceção de algumas provas aventureiras de Chico Landi quando a F-1 estava nascendo, a categoria só ficou sabendo de algum corredor daqui 20 anos após sua estreia. Então, por que "não "podemos ficar sem piloto no grid"? Podemos! Até por que o próximo campeão brasileiro surgirá, como veio em 1972, naturalmente. Sem dramas e sem a opressora responsabilidade de ser "o novo Senna".



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