Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Quem vence na Alemanha?

Dias ao Volante
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Gente, não dá pra respirar, já temos prova no próximo domingo, em Hockenheim. Nico Rosberg está na mesma situação de Sebastian Vettel, Pascal Wehrlein e Nico Hulkenberg no GP da Alemanha: é apenas um anfitrião. Como eram Lewis Hamilton, Jenson Button e Jolyon Palmer na Inglaterra. No automobilismo, fator casa e torcida não conta pra rigorosamente nada.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Hockenheim:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Alemanha:
Sexta-feira: 5h, primeiro treino livre, 9h, segundo treino livre, ambos pelo Sportv.
Sábado: 6h, terceiro treino livre, 9h, classificação, ambos pelo Sportv.
Domingo: 9h, corrida, pela Globo.



O Bolão depois de Hungaroring

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Credo, a coisa pegou fogo! Na Fórmula-1 e, muito mais, aqui no nosso Bolão, com o Francisco, campeão de 2014, fazendo pontuação recorde e encostando na liderança. Liderança essa que foi para o espaço para o senhor Nico Rosberg. O menino mimado da Mercedes teve uma grande atuação na Hungria mas não conseguiu evitar a ultrapassagem do companheiro Lewis Hamilton na tabela de pontuação. Grande vitória do Francisco e do Lewis no ex-insuportável Hungaroring, palco da melhor prova do ano até agora.
Gabriel, abre o olho que os caras de trás já podem abrir a asa. Temos muita coisa pela frente no campeonato, com muita disputa, repito, bem mais aqui do que na F-1, na qual o Hamilton tende a abrir mais a cada corrida.
O GP da Alemanha é no próximo domingo. Rosberg, como eu sempre digo, no automobilismo competir em casa não tem nenhum efeito decisivo para vencer. Não teve pro Hamilton em Silverstone e não terá agora para o Nico em Hockenheim.

Parâmetros utilizados para o GP da Hungria:
Dois restantes da Dança das Cadeiras do treino de classificação:
Pole: sobrenome do piloto - ROSBERG
Segundo do grid: sobrenome do piloto - HAMILTON
Vencedor: sobrenome do piloto - HAMILTON
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - MERCEDES
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: RED BULL
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - ROSBERG
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - RICCIARDO
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - VETTEL
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - VERSTAPPEN
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - HAMILTON
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - RAIKKONEN
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - BUTTON

Hungria:
1) Francisco Cavalin - 105 pontos
2) Daniel Cardoso - 80 pontos
3) André Borges - 72 pontos
4) Natanael Felipe Rhoden - 65 pontos
4) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 65 pontos
6) Gabriel Dias - 60 pontos
6) Marcelo Farias Pereira - 60 pontos
6) Maurício Dias - 60 pontos
9) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 50 pontos
10) Luiz Carlos Herrera - 37 pontos
11) Marcelo Vieira - 32 pontos
12) Eduardo Saraiva - 30 pontos
13) Daniel Dias - 25 pontos
14) Mauro - 17 pontos
15) Matteus Saldanha - 15 pontos
16) Ítalo Duarte - 0 ponto
16) Romário Braga - 0 ponto
16) Juliano Schuler - 0 ponto
16) Pedro Henrique - 0 ponto
16) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto

Total:
1) Gabriel Dias - 446 pontos
2) Daniel Cardoso - 431 pontos
2) Francisco Cavalin - 431 pontos
4) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 412 pontos
5) Natanael Felipe Rhoden - 391 pontos
6) Luiz Carlos Herrera - 379 pontos
7) Maurício Dias - 352 pontos
8) Marcelo Farias Pereira - 340 pontos
9) Daniel Dias - 323 pontos
10) André Borges - 308 pontos
11) Mauro - 296 pontos
12) Matteus Saldanha - 295 pontos
13) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 293 pontos
14) Marcelo Vieira - 291 pontos
15) Eduardo Saraiva - 204 pontos
16) Romário Braga - 194 pontos
17) Pedro Henrique - 139 pontos
18) Juliano Schuler - 117 pontos
19) Ítalo Duarte - 27 pontos
20) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto



Hungaroring, melhor corrida do ano! E não é mentira!

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Podem parar que eu quero descer!
Tivemos a melhor corrida do ano justamente no pior circuito do mundo, comprovando que nem sempre a pista é o culpado por coisas ruins. Lewis Hamilton corrigiu o imenso erro da direção de prova no sábado - quando não puniu Nico Rosberg que não aliviou em bandeira amarela na parte final do treino de classificação - partindo na frente na largada. A FIA só não tirou a pole do Nico porque não quis punir o piloto alemão em três provas seguidas. Mas deveria ter punido.
Pois bem, então coube ao Hamilton arrumar a casa na largada. Aliás, que largada! As duas Mercedes partiram muito bem, com Daniel Riccardo arriscando tudo por fora. No complemento da segundo curva, Hamilton assumiu a ponta à frente do companheiro de Mercedes e do australiano da Red Bull.
Por que eu disse que foi a melhor corrida do ano, até aqui, com metade da temporada cumprida? Além das disputas no pelotão da frente e pela ponta desde o começo, com os dois caras da Mercedes brigando volta a volta no cronômetro, os 30 giros finais tiveram lutas entre dois pilotos metro a metro. Foi Hamilton contra Rosberg, Ricciardo contra Sebastian Vettel e Max Verstappen contra Kimi Raikkonen.
Ninguém conseguiu passar nos duelos entre as duplas brigadoras, mas foi muito interessante de se ver. Vale ressaltar uma coisa: tá certo que o menino holandês seja o xodozinho de todo o amante da F-1 na atualidade, no entanto, o guri tá merecendo uma punição desde o GP da Inglaterra. Lá na casa do Hamilton, o Max mudou de trajetória em umas cinco oportunidades na frente do Rosberg.
Neste domingo, o Verstappen fechou descaradamente o Raikkonen, inclusive se batendo com a Ferrari. O menino ainda teve a cara dura de "dedar" o Raikkonen pelo rádio, falando que o finlandês estava indo além dos limites da pista na curva 11 do circuito. No final, ficou por isso mesmo, com o holandês saindo limpo de punição, mais uma vez, diga-se, e chegando na quinta posição.
Hamilton conquistou sua quinta vitória no, agora, não mais tão insuportável Hungaroring, tornando-se o maior vencedor da pista. Como não poderia passar batido, a cobertura da Globo veio com outras pérolas, sendo a maior esta: após o primeiro pit stop, Rosberg diminuiu a diferença para Hamilton drasticamente. O que veio da TV então? "Hamilton deve ceder a posição para Hamilton pois o alemão está mais rápido, e em Mônaco o Rosberg abriu passagem para o companheiro". Asneira! Em Monte Carlo, Rosberg estava andando como uma pata choca na pista molhada do Principado e estava atrasando a vida do inglês, além de o Ricciardo estar na ponta, abrindo vantagem.
Aí está toda a diferença. Tinha alguém de outra equipe na primeira posição. Agora, não, o Hamilton era o líder, não tinha ninguém de outro time se mandando na frente. E, mais: era a luta pela liderança da corrida. Ora, bolas! Naquele momento, o Hamilton estava ainda se adaptando ao novo jogo de pneus, coisa normal de prova.
Enfim, Hamilton venceu e assumiu a liderança do campeonato, pela primeira vez na temporada, com seis pontos na frente. Se Rosberg não conseguir reverter a situação na etapa de casa, na Alemanha, no próximo domingo, tchau campeonato para o alemão.
Outras cositas mas:
- Há quanto tempo digo que os sujeitos da Renault não poderiam estar correndo nem na GP3? Neste domingo, o Jolyon Palmer deu uma de suas rodadas clássicas, saiu da pista e voltou como um foguete (só assim ele consegue ser um foguete) bem na frente do líder da prova. Poderia ter decidido a corrida e matado o Hamilton.
- Em uma das paradas do Sergio Perez, a equipe da Force India não estava preparada, por problemas no rádio, desentendimento entre os componentes ou simples comida de mosca, e pudemos ver o sucessor do Usain Bolt, já para a Olimpíada do Rio. Vendo a cagada em andamento, um mecânico saiu correndo para dentro do box em busca dos pneus como uma flecha. Muito engraçado aquele correndo feito desesperado.
- Outra da Globo: em uma corrida disputada volta a volta, com o cronômetro e as informações de caracteres de tela importantíssimos, a emissora dividia a todo o instante as imagens com metade a F-1 metade a tocha olímpica nas ruas de São Paulo. Se alguém conseguia ler o que estava escrito na metade da F-1, diga-me qual é o segredo!



Resultado do GP da Hungria

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1) L. Hamilton – Mercedes – 1h40min30s115
2) N. Rosberg – Mercedes – a 1s977
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 27s539

4) S. Vettel – Ferrari – a 28s213
5) M. Verstappen – Red Bull – a 48s659
6) K. Raikkonen – Ferrari – a 40s044
7) F. Alonso – McLaren – a uma volta
8) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a uma volta
9) V. Bottas – Williams – a uma volta
10) N. Hulkenberg – Force India – a uma volta

11) S. Perez – Force India – a uma volta
12) J. Palmer – Renault – a uma volta
13) E. Gutierrez – Haas – a uma volta
14) R. Grosjean – Haas – a uma volta
15) K. Magnussen – Renault – a uma volta
16) D. Kvyat – Toro Rosso – a uma volta
17) F. Nasr – Sauber – a uma volta
18) F. Massa – Williams – a duas voltas
19) P. Wehrlein – Manor – a duas voltas
20) M. Ericsson – Sauber – a duas voltas
21) R. Haryanto – Manor – a duas voltas

22) J. Button – McLaren – não completou

Volta mais rápida – K. Raikkonen – Ferrari – 1min23s086



Cara de pau!

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A FIA só confirmou a pole de Nico Rosberg na noite da Hungria. Como se sabe, o alemão continuou acelerando na sua última volta ao contrário do companheiro de Mercedes Lewis Hamilton e de todos os outros, pois Fernando Alonso tinha rodado com sua McLaren.
Toto Wolff, diretor da equipe alemã, disse que Rosberg desacelerou o suficiente nos pontos com bandeira amarela.
Tá bem, temos então uma nova Ordem na F-1: PARA SER O MAIS RÁPIDO NO HUNGARORING, O PILOTO TEM DE TIRAR O PÉ.
Puff, pronto! Acabo de nascer! Cara de pau destes caras...



Rosberg com uma pole suspeita

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A chuva deu as caras no sábado no Hungaroring e provocou um enorme atraso na primeira parte do treino de classificação da décima primeira etapa do Mundial e, por efeito cascata, no resto do treino oficial. No Q3, já com a pista totalmente seca, ou pelo menos com um trilho bem definido, Nico Rosberg completou uma volta bem no finalzinho mais rápida depois que Fernando Alonso rodou na curva 11, provocando uma bandeira amarela no local.
Lewis Hamilton vinha logo atrás do espanhol da McLaren e tirou o pé, mesmo tendo a primeira parcial muito veloz. As imagens da TV mostraram claramente que Rosberg não obedeceu a bandeira amarela no setor e continuou acelerando até completar a volta. Pelo regulamento, esse tempo do piloto alemão da Mercedes deveria ser retirado, o que daria a pole position para o companheiro Hamilton. Essa é uma decisão fundamental para o desenrolar do GP da Hungria, pois a ultrapassagem no travado circuito é bem complicada.
Felipe Nasr, da Sauber, foi aproveitando a pista molhada no início e seguiu para o Q2. Seu companheiro, o sueco Marcus Ericsson, foi o primeiro causador da bandeira vermelha no Q1 ao bater no miolo do traçado. Felipe Massa, da Williams, também saiu da pista e destruiu a suspensão dianteira esquerda e se despediu da classificação já na primeira parte.

1.   Rosberg, Mercedes, 1min19s965
2.   Hamilton, Mercedes, 1min20s108
3.   Riccardo, Red Bull, 1min20s280
4.   Verstappen, Red Bull, 1min20s557
5.   Vettel, Ferrari, 1min20s874
6.   Sainz Jr., Toro Rosso, 1min21s131
7.   Alonso, McLaren, 1min21s211
8.   Button, McLaren, 1min21s597
9.   Hulkenberg, Force India, 1min21s823
10. Bottas, Williams, 1min22s182
11. Grosjean, Hass
12. Kvyat, Toro Rosso
13. Perez, Force India
14. Raikkonen, Ferrari
15. Gutierrez, Haas
16. Nasr, Sauber
17. Palmer, Renault
18. Massa, Williasms
19. Magnussen, Renault
20. Ericsson, Sauber
21. Wehrlein, Manor
22. Haryanto, Manor



Resultado treino livre 3 para o GP da Hungria

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1) N. Rosberg – Mercedes – 1min20s261
2) M. Verstappen – Red Bull – a 0s002
3) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s465
4) L. Hamilton – Mercedes – a 0s508
5) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s598
6) S. Vettel – Ferrari – a 0s924
7) F. Alonso – McLaren – a 1s323
8) V. Bottas – Williams – a 1s388
9) S. Perez – Force India – a 1s411
10) J. Palmer – Renault – a 1s674
11) F. Massa – Williams – a 1s714
12) K. Magnussen – Renault – a 1s728
13) J. Button – McLaren – a 1s748
14) E. Gutierrez – Haas – a 1s881
15) R. Grosjean – Haas – a 2s023
16) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a 2s141
17) N. Hulkenberg – Force India – a 2s166
18) D. Kvyat – Toro Rosso – a 2s280
19) F. Nasr – Sauber – a 2s555
20) M. Ericsson – Sauber – a 2s958
21) P. Wehrlein – Manor – a 3s050
22) R. Haryanto – Manor – a 3s252



Rosberg é primeiro, Hamilton bate

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No primeiro dia de treinos livres para a décima primeira etapa do Mundial de Fórmula-1, no circuito de Hungaroring, na Hungria, o alemão e ainda líder do campeonato Nico Rosberg, da Mercedes, comandou a sessão da tarde. A missão para o Rosberg ficou facilitada por uma batida do companheiro, o inglês Lewis Hamilton, no começo do treino. O tricampeão saiu da pista e bateu com a lateral do carro 44 na barreira de pneus. A equipe preferiu retirar então seu piloto do restante da sessão. Com isso, Rosberg fez os testes sozinho para a escuderia prateada e as simulações de corrida.
Sob pressão pelas constantes cobranças de seu presidente, Sergio Marchionne, a Ferrari continua perdendo terreno para a Red Bull na temporada. Sebastian Vettel ficou em terceiro, atrás do australiano Daniel Ricciardo e à frente do holandês Max Verstappen, ambos da equipe austríaca.
Com apenas quatro voltas à tarde, Hamilton ainda conseguiu o quinto tempo, uma posição de vantagem para o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari. O espanhol Fernando Alonso levou novamente a McLaren para o pelotão da frente em sessões de sextas-feiras, assim como seu companheiro, o inglês Jenson Button.
Felipe Massa, acidentado com gravidade nesta pista em 2009, com a Ferrari, permaneceu com problemas em sua Williams. No entanto, conseguiu superar o companheiro, o finlandês Valtteri Bottas, neste primeiro dia de ensaios.
Pela manhã em Budapeste, a sessão teve início com a pista úmida. Normalmente, o GP da Hungria é disputado com muito sol e calor. Mas a previsão do tempo indica alguma possibilidade de chuva para o domingo.
O terceiro treino livre começa às 6h (nosso horário) deste sábado, com transmissão ao vivo pelo Sportv, que também passará o treino classificatório a partir das 9h. A corrida no domingo está marcada para as 9h, com cobertura ao vivo pela Globo.

Segundo treino livre
1.   Rosberg, Mercedes, 1min20s435 – 45 voltas
2.   Riccardo, Red Bull, 1min21s030 – 36
3.   Vettel, Ferrari, 1min21s348 – 31
4.   Verstappen, Red Bull, 1min21s770 – 35
5.   Hamilton, Mercedes, 1min21960 – 4
6.   Raikkonen, Ferrari, 1min22s558 – 46
7.   Alonso, McLaren, 1min22s328 – 21
8.   Button, McLaren, 1min22s387 – 34
9.   Hulkenberg, Force India, 1min22s449 – 41
10. Perez, Force India, 1min22s653 – 38
11. Gutierrez, Haas, 1min22s673 – 38
12. Massa, Williams, 1min22s681 – 39
13. Sainz Jr., Toro Rosso, 1min22s689 – 24
14. Bottas, Williams, 1min22s773 – 38
15. Grosjean, Haas, 1min22s864 – 28
16. Kvyat, Toro Rosso, 1min22s948 – 43
17. Magnussen, Renault, 1min23s347 – 41
18. Ericsson, Sauber, 1min23s437 – 36
19. Palmer, Renault, 1min23s528 – 12
20. Nasr, Sauber, 1min23s986 – 31
21. Wehrlein, Manor, 1min23s992 – 22
22. Haryanto, Manor, 1min24s265 - 36



Vettel fora da Ferrari?

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Christian Horner, diretor esportivo da Red Bull, é amigo de Sebastian Vettel desde que o piloto alemão conquistou seus quatro títulos pela equipe austríaca. Tanto que Vettel foi conversar ao pé do ouvido do antigo chefe depois da segunda barbeiragem que Daniil Kvyat fez para cima do alemão, na China. Como resultado, o russo "foi para o olho da rua" na Red Bull, sendo rebaixado para a Toro Rosso a partir da Espanha, com o holandês Max Verstappen no seu lugar.
Pois bem, nesta quinta-feira, Horner confidenciou para alguns jornalistas no circuito de Hungaroring que talvez Vettel não vá suportar as constantes cobranças do presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, por resultados e dê tchau para os italianos no final do contrato. Segundo Horner, Vettel iria então para a Mercedes.
Obviamente, o Horner sabe melhor do que ninguém sobre seu amigo Vettel. Mas eu não acredito nesse caminho. O Sebastian não aceitaria sair da Ferrari, seu sonho, por baixo. Só sai se for campeão, ou se despede da carreira na equipe vermelha.



Grupo investidor salva a Sauber

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Com problemas financeiros incontroláveis há alguns anos, a Sauber foi comprada pelo grupo de investidores Longbow Finance SA. O anúncio foi feito oficialmente nesta quarta-feira, às vésperas da décima primeira etapa do Mundial de Fórmula-1, no fim de semana, na Hungria.
A equipe do brasileiro Felipe Nasr e do sueco Marcus Ericsson continuará usando o nome Sauber, mas seu antigo proprietário e fundador, o suíço Peter Sauber, está totalmente afastado de qualquer gerencia sobre a escuderia.
A equipe estreou no Mundial de 1993 como motor Ilmor, utilizando os Mercedes em 1994, antes de a McLaren assumir os propulsores alemães. De 1997 a 2005, se tornou uma espécie de segunda equipe da Ferrari, correndo com os motores italianos e sendo patrocinada pela petrolífera malaia Petronas, hoje na Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.
O time de Peter Sauber também carregou o nome da Red Bull estampado em seus carros antes de a gigante de energéticos fundar equipes próprias (Red Bull e Toro Rosso).
A partir de 2006, a Sauber passou a utilizar os motores da BMW. A fabricante alemã inclusive comprou a escuderia suíça e passou a ter o nome de BMW Sauber F1 Team. Em 2009, a BMW devolveu o time para seu fundador e voltou a usar os motores da Ferrari, até os dias de hoje.
A Sauber foi a equipe de estreia de pilotos como o finlandês Kimi Raikkonen e o brasileiro Felipe Massa.



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