Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Resultado classificação para o GP da Áustria

Dias ao Volante
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1) L. Hamilton – Mercedes – 1min07s922
2) N. Hulkenberg – Force India – 1min09s285
3) J. Button – McLaren – 1min09s900
4) K. Raikkonen – Ferrari – 1min09s901
5) D. Ricciardo – Red Bull – 1min09s980
6) N. Rosberg – Mercedes – 1min08s465 – era 2º, punido +4 posições
7) V. Bottas – Williams – 1min10s440
8) M. Verstappen – Red Bull – 1min11s153
9) S. Vettel – Ferrari – 1min09s781 – era 5º, punido em +5 posições
10) F. Massa – Williams – 1min11s977

11) E. Gutierrez – Haas
12) P. Wehrlein – Manor
13) R. Grosjean – Haas
14) F. Alonso – McLaren
15) C. Sainz Jr. – Toro Rosso
16) S. Perez – Force India

17) K. Magnussen – Renault
18) J. Palmer – Renault
19) R. Haryanto – Manor
20) D. Kvuat – Toro Rosso
21) M. Ericson – Sauber
22) F. Nasr – Sauber



Dobradinha Ferrari no Treino Livre 3 para o GP da Áustria

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1) S. Vettel – Ferrari – 1min07s098
2) K. Raikkonen – Ferrari – a 0s136
3) L. Hamilton – Mercedes – a 0s210
4) D. Ricciardo – Red Bull – a 0s541
5) M. Verstappen – Red Bull – a 0s663
6) V. Bottas – Williams – a 0s716
7) F. Massa – Williams – a 0s733
8) N. Hulkenberg – Force India – a 1s187
9) J. Button – McLaren – a 1s206
10) F. Alonso – McLaren – a 1s229
11) S. Perez – Force India – a 1s344
12) E. Gutierrez – Haas – a 1s377
13) P. Wehrlein – Manor – a 1s436
14) R. Grosjean – Haas – a 1s452
15) K. Magnussen – Renault – a 1s471
16) D. Kvyat – Toro Rosso – a 1s688
17) J. Palmer – Renault – a 1s841
18) C. Sainz Jr. – Toro Rosso – a 1s910
19) R. Haryanto – Manor – a 2s018
20) M. Ericsson – Sauber – a 2s039
21) F. Nasr – Sauber – a 2s459
22) N. Rosberg – Mercedes – a 3s861



Rosberg sai na frente em Zeltweg

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Não tem erro. Se o serviço de meteorologia marca possibilidade de chuva na região florestal da Europa Central, pode ter certeza de que choverá. No meio do segundo treino livre nesta sexta-feira em Spielberg desabou um temporal sobre o circuito Red Bull Ring, o Zeltweg para nós antigos. E os caras estão prevendo chuva para este sábado e para o domingo, não precisando se será quando os carros estiverem na pista.
Nico Rosberg quebrou o recorde do circuito austríaco pela manhã e manteve a ponta à tarde, porque foi para a pista antes de cair o temporal. Lewis Hamilton aproveitou que o asfalto secou no finalzinho da sessão e colocou a Mercedes 44 na segunda posição, com quase o mesmo tempo do companheiro.
Sebastian Vettel teve troca de câmbio em sua Ferrari e perderá cinco posições no grid de largada da nona etapa do Mundial. Nesta sexta, o tetracampeão foi o quarto mais rápido, atrás do compatriota alemão Nico Hulkenberg, da Force India.
Aliás, neste mês de julho a F-1 só não terá prova no fim de semana do dia 17. A nona corrida do ano é neste domingo, na Áustria, a décima, já no próximo domingo, na Inglaterra, a décima primeira, no dia 24, na Hungria (arghhhh!) e a décima segunda, no dia 31, na Alemanha. E aí, pára, nas férias do verão europeu. Um mês depois, o GP da Bélgica, em Spa.
Julho também é um mês de aniversários no grid: Rosberg completou 31 anos na última segunda-feira, o australiano Daniel Ricciardo está fazendo 27 anos nesta sexta e Vettel fará 29 no domingo, dia da prova na Áustria.
Nesta sexta, Felipe Massa, da Williams, foi apenas o décimo segundo, mas gostou do desempenho do carro na chuva. O brasileiro foi o pole position desta corrida em 2014. Felipe Nasr foi o penúltimo do dia, no entanto, está mais confiante com as possibilidades da Sauber depois que a equipe melhorou sua condição financeira nesta semana, colocando em dia inclusive os salários dos pilotos e dos integrantes da escuderia.
O último treino livre será realizado às 6h (nosso horário) e a classificação começa às 9h, ambos pelo Sportv. A corrida no domingo se inicia às 9h e será mostrada ao vivo pela Rede Globo.



Renovação na Toro Rosso

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A Toro Rosso confirma Carlos Sainz Jr. até o fim da temporada 2017. Com isso, mais uma vaga se fecha para o ano que vem.
– Decidimos exercer o direto de opção de renovação do seu contrato, pelo que ele se mantém comprometido com a Red Bull mais 12 meses. Depois, poderemos colocá-lo onde pretendermos. No próximo ano, ficará na Toro Rosso – afirmou Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull.
Isso resulta num atraso de promoção dos jovens pilotos que estão na academia da escuderia, já que rumores levam a possível renovação do Daniil Kvyat, apesar da atual situação do russo.
Em 2018, deverá abrir uma vaga na Red Bull, já que circula no padook a possível saída de Daniel Ricciardo, provavelmente para se unir com seu antigo companheiro de equipe, Sebastian Vettel, na Ferrari. Digo uma vaga, pois a formação austríaca não deverá deixar escapar sua maior estrela, Max verstappen.



Um dos segredos descoberto?

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A alemã Auto Motor und Sport divulgou imagens de um complexo sistema ligado as quatro rodas dos Mercedes antes dos pneus serem instalados nos monopostos em Baku, no Azerbaijão.
De acordo a revista, o dispositivo mantém uma temperatura elevada no eixo e nos freios. Com isso, quando o pneu é colocado, cumpre momentaneamente as exigências de pressão mínima do regulamento, porém depois começa a perder pressão quando o carro circula na pista.
Os especialistas dizem que, na prática, a temperatura se manteria, consequentemente, a pressão dos pneus também, resultando não só menos um décimo de segundo por volta no cronômetro como mais durabilidade dos pneus.
Se isso realmente é verdade? Veremos o desenrolar dessa história.
Mas seria contra o regulamento.



Hamilton no limite

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A Mercedes trocou o motor do carro do Lewis Hamilton. É a quinta unidade que o tricampeão utilizará na temporada, ou seja, o limite conforme prevê o regulamento para cada piloto no ano.
Mais uma troca, o inglês sofrerá punições no grid de largada.
Hamilton está preocupado, claro, mas resignado:
- Faz parte do jogo. Vamos ver se uma nova troca (de motor) ocorra em uma pista de fácil ultrapassagem para que eu possa me recuperar ou até lutar pela vitória.



Que monumento horroroso!

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As origens da Áustria remontam aos tempos do Império Romano. É um país bem desenvolvido situado no meio da Europa Central, com apenas 8,3 milhões de habitantes. O idioma oficial é o alemão. É de onde veio o maior cretino da História, o ditador Adolf Hitler, mas deixemos isso pra lá. Os austríacos não têm culpa de terem gerado esse imbecil.
Prefiro me fixar em dois grandes pilotos austríacos, o Jochen Rindt, primeiro e único campeão pós-morten da F-1, em 1970, com a ajuda do companheiro de Lotus Emerson Fittipaldi, e o Niki Lauda, tricampeão (1975, 1977 e 1984) e um dos maiores de todos os tempos. Uma lenda!
Mas um país capaz de ser o berço da Valsa e de tantas manifestações culturais é também responsável por este hediondo monumento erguido pela Red Bull, dona do circuito de Zeltweg, em homenagem ao touro vermelho da gigante austríaca dos energéticos. É um horror!  Está colocado bem no meio da área do Red Bull Ring.
O que não deixa nós, os gaúchos, sozinhos na invenção de monumentos horrorosos, como o da homenagens à Cuia, erguido às margens do Guaíba, em Porto Alegre. Vergonha! Mas se a Áustria também faz...



Só um deu certo

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Abreviar a extensão de uma pista sempre fez parte da Fórmula-1, em especial no que se refere à segurança. Mas é uma prática que nunca deu certo. Ou melhor, só deu certo uma vez, com Spa-Francorchamps, na Região das Ardenas, na Bélgica, encurtado dos 15 quilômetros originais para 14,2 quilômetros e, finalmente, para os atuais 7 quilômetros. A história registra muitas mortes de pilotos e espectadores no antigo Spa, além de ser uma pista, a antiga, composta quase apenas por retas de estradas. Ou seja, desinteressante. Spa-Francorchamps é a melhor pista do mundo justamente porque foi encurtada, resultando em um traçado que tem de tudo, a fenomenal Eau Rouge e, agora, é ultraseguro e autódromo permanente.
O resto dos encurtamentos de pista, só merda. Na relação a seguir, a gente pode tirar Nürburgring antigo, o Nordschleife, o Inferno Verde, de 22 quilômetros de extensão, que, aliás, existe até hoje. O novo circuito está localizado na parte sul do Nordschleife e não ocupa nenhuma parte do antigo traçado, apenas um trechinho da reta dos boxes.
- Zeltweg, ou Osterreichring, ou A1-Ring, ou Spielberg, ou Red Bull Ring: fantástica pista de 5,9 quilômetros reduzida para 4,3 quilômetros. Embora o traçado atualmente não seja de se desprezar, o antigo era espetacular. Observem nas fotos aí de cima o que era e no que se transformou. Acabaram com o circuito.
- Interlagos: de pista mais seletiva do mundo, com quase 8 quilômetros de extensão, veio este chato traçado atual de 4,3 quilômetros. Até a célebre Curva do Laranja deu lugar ao Laranjinha. Acabaram com o circuito.
- Hockenheim: de um circuito de 6,8 quilômetros que ia e vinha de dentro da Floresta Negra, foi exterminado para uma pistinha de merda de 4,5 quilômetros. Acabaram com o circuito.
Agora, exemplos de duas pistas que não encurtaram, até cresceram (em nome da segurança), e ficaram melhores:
- Monza: sem falar do antiquíssimo e defasado circuito oval, para as condições atuais dos carros, desativado, o Templo da Velocidade teve a implantação de três chicanes em 1972, na prova que deu o primeiro título para o Brasil, com Emerson Fittipaldi. Depois, a curva dupla de Lesmo foi encurtada para a construção de uma área de escape maior. Imaginem a que velocidades chegariam os carros de hoje, sem as três chicanes, ao Curvão (logo depois da largada), à dupla de Lesmo e à Ascari? E mantiveram a sagrada Parabólica.
- Silverstone: construído na área de um antigo aeroporto da Segunda Guerra Mundial, o circuito inglês utilizava basicamente as retas do aeroporto desativado. O traçado era quase um quadrado, com quatro curvas de alta velocidade, impraticáveis para hoje em dia. Do antigo traçado, Silverstone de agora não tem quase nada. Cresceu em tamanho, em segurança e em desafios, inclusive com novos boxes, bem no miolo do traçado.



Quem vence na Áustria?

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Não adianta, sou das tradições para a maioria das coisas. Este raio de circuito, atualmente, da Red Bull, já foi Zeltweg, Osterreichring, A1-Ring, Spielberg, agora, Red Bull Ring, mas desde a vitória do Emerson Fittipaldi em 1972, uma das mais belas que vi do Rato, pra mim, é Zeltweg. E ponto. Vamos em frente!
De qualquer jeito, a pista, bem mais curta depois da reforma feita nos anos 90, ainda é bem interessante, com boas retas e freadas fortes. Mais que motor, o importante em Zeltweg é tração. E a melhor tração neste ano é a da Ferrari.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!

Regulamento e itens para Zeltweg:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Segundo do grid: sobrenome do piloto - 2 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - 5 pontos
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: vale 5 pontos
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - 20 pontos
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - 15 pontos
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - 10 pontos
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - 5 pontos
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - 5 pontos
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - 15 pontos
Gabaritar os cinco primeiros na ordem certa de classificação da prova - 15 pontos
Acertar os cinco primeiros no final da prova sem a ordem exata - 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Áustria:
Sexta-feira: 5h, primeiro treino livre, 9h, segundo treino livre, ambos pelo Sportv
Sábado: 6h, terceiro treino livre, 9h, classificação, ambos pelo Sportv. A Globo transmite apenas o Q3.
Domingo: 9h, corrida, pela Globo.



Tom de despedida?

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Fernando Alonso, da McLaren, concedeu entrevista ao jornal francês L'Équipe, no qual admite estar realizando um sonho de criança na McLaren-Honda. Mas indicou não ter mais tanto fôlego assim para os compromissos de um piloto de Fórmula-1.
– Quando chegar a hora, vou sair da Fórmula-1, eu sei. Quando se deixa de ser rápido, quando já não se gosta, quando não se consegue mais lidar com todos os compromissos, é hora de parar. Quando olho para pilotos como Raikkonen, Button ou Massa, sinto que eles podiam continuar a pilotar o resto da vida, mas não sou como eles. Sinto que estou chegando ao fim do meu sonho. Quando era pequeno, o meu pai construiu um kart com a carenagem inspirada no McLaren-Honda. E hoje em dia eu piloto uma McLaren-Honda. Sinto que, de uma forma romântica, estou completando um ciclo – disse Alonso.
Atualmente, o espanhol, de 34 anos, tem 261 GPs, 22 poles-positions, 32 vitórias, 97 pódios, 21 voltas mais rápidas e dois Mundiais de Pilotos. Nesses 15 anos de F-1, passou por quatro equipes: Minardi (2001), Renault (2003 a 2006 e retornando em 2008 a 2009), McLaren (2007, retornando em 2015 até o presente) e Ferrari (2010 a 2014). O contrato com a escuderia inglesa se encerra no fim de 2017.
O bicampeão das Astúrias revela que pretende ter uma vida mais tranquila, embora sem abandonar as pistas.
– Primeiro quero aproveitar o que é ter uma vida normal. Mas tenho certeza de que depois vou sentir saudades de competir e de sentir a adrenalina. Le Mans seria perfeito, já que não preciso ficar longe de casa todo o ano – concluiu.



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