Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Vettel quer o retorno dos aspirados

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Sebastian Vettel, da Ferrari, disse que os atuais problemas na Fórmula-1 são devido aos elevados custos dos motores V6 turbo, e pede o regresso dos propulsores aspirados.
– Pessoalmente, acho que os regulamentos para as unidades motrizes são muito caros. Seria bom para todas as equipes se o esporte voltasse a ter motores aspirados. Os motores turbo já custaram muito dinheiro e vão continuar assim. Acho que muitos dos problemas que enfrentamos agora têm a ver com o fato de que seguimos o caminho errado. Agora é fácil levantar a mão e dizer isso, mas o fato é que ainda estamos presos com o que temos. Não posso mudar as regras. Acho bom que uma pessoa não possa mudar as regras sozinha, mas a situação das coisas provavelmente não é a melhor – disparou o tetracampeão alemão.



Novo formato em 2017? Aprovam?

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Bernie Ecclestone, presidente da FOM, continua seu ataque para mudar a Fórmula-1. Desta vez o patrão sugeriu a realização de mini-Grande Prêmio no sábado para substituir a classificação.
O britânico, de 85 anos, acredita que a mudança permitirá dar uma maior dinâmica aos GPs, além de trazer um maior retorno financeiro.
– Talvez uma corrida no sábado ao invés da classificação, por exemplo. Estamos estudando estas coisas. Iria acontecer no próximo ano, obviamente. Fizemos uma mudança este ano que atrapalhou os nossos planos e não vamos fazer de novo neste momento – declarou Ecclestone.
O polêmico dirigente luta para achar um formato para os GPs para tornar a competição mais rentável para os promotores durante todos os dias e não só no domingo.



Conheça Marcus Ericsson

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A Fórmula-1 faz a segunda parte dos perfis dos pilotos deste ano. O primeiro foi com o líder do campeonato, o alemão Nico Rosberg, já publicado aqui no Blog. Agora, é com o sueco Marcus Ericsson, de 25 anos, companheiro de equipe do brasileiro Felipe Nasr, na Sauber. Ericsson é o primeiro piloto sueco na F-1 depois do lendário Ronnie Peterson, morto na largada do GP da Itália, em Monza, em 1978.

Uma refeição para comer para o resto de sua vida?
Marcus Ericsson: comida japonesa

Cobertura de pizza?
ME: kebab e cobertura salada, estilo sueco

Destino de férias?
ME: Austrália

Uma pista?
ME: Suzuka (Japão)

Carro de estrada?
ME: algum tipo de Porsche

Carro de corrida?
ME: Mercedes F1. Deste ano parece muito bom

Cor para vestir?
ME: preto

Esporte para praticar?
ME: hóquei no gelo

Música para ouvir?
ME: uma de minha banda local Millencolin

Livro para ler?
ME : não posso escolher apenas um. Mas gosto autobiografias

Cidade para viver?
ME : difícil. Talvez, Melbourne (Austrália)

Filme para assistir?
ME: Rush, no Limite da Emoção (sobre o duelo Lauda e Hunt)

Uma pessoa viver com?
ME : dê-me um par de anos e te respondo (risos)

Companheiro de equipe?
ME: Ronnie Peterson

Gadget?
ME : meu iPhone

Uma parte de circuito favorito?
ME: o primeiro setor de Suzuka

Uma idade?
ME : 25 anos, como estou agora, é muito bom!

Uma era da F-1?
ME: década de 80

Chocolate ou doces para fazer um lanche?
ME: daim chocolate.

Uma lembrança de sua carreira?
ME: um dos meus capacetes



Classificação volta ao sistema antigo

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A novela terminou. E nem era pra ter tantos capítulos assim, já que o sistema de classificação usado de 2006 a 2015 na Fórmula-1 não tinha problema algum. Pressionados pelas equipes, a FIA e Bernie Ecclestone resolveram dar fim à chamada Dança das Cadeiras na classificação, com pilotos sendo eliminados a cada minuto e meio.
A partir do GP da China, na próxima semana, volta o sistema antigo. Ótimo! Talvez a coisa mude novamente apenas para o ano que vem ou neste, se o campeonato já estiver definido. Mas segundo a expressão de Bernie, não mudará tão cedo.
Penso que o ideal seria os caras se preocuparem com as coisas que devem realmente mudar na F-1, não com o que está certo.



Hamilton na MotoGP

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Lewis Hamilton, da Mercedes, recebeu autorização de Toto Wolf, diretor da equipe alemã, para testar uma máquina da MotoGP. O inglês ainda é ousado, quer pilotar a Yamaha M1 do seu ídolo Valentino Rossi.
– Adoraria testar uma moto da MotoGP para ver como é. Tenho mesmo de testar uma moto dessas porque a MotoGP é muito linda e mais excitante de se ver, diria que as corridas são mais disputadas – disse o tricampeão de Fórmula-1.
Wolf não vê problema de Lewis fazer o teste, muito pelo contrário, "seria divertido".
Vocês concordam? Acho que Hamilton tem que voltar a se focar no Mundial de F-1, deixar um pouco as farras de lado e se dedicar para ser tetra, ou verá seu companheiro, Nico Rosberg, conquistar seu primeiro título. Não acham?



Ideia de m...

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Sebastian Vettel, da Ferrari, mostrou-se inconformado com diversas ideias lançadas por Bernie Ecclestone, presidente da FOM, e Jean Todt, presidente da FIA.
– É hora de ir para o circo. É uma boa ideia se quisermos que aconteçam coisas estranhas, mas a Fórmula-1 devia ser competição pura. É uma ideia de m... – declarou o tetracampeão alemão.
O sistema aprovado para o GP da China terá dois tempos agregados em cada etapa da classificação por piloto.
Daniel Ricciardo, da Red Bull, que sempre se mostra do lado da F-1, também descreveu sua contrariedade pelo novo sistema.
– A classificação é uma volta rápida, aquela volta perfeita. Para ter uma classificação agregada, começa a soar mais como corridas de resistência ou algo assim. Não estou muito interessado nisso.
Eu estou do lado deles, Fórmula-1 é sinônimo de velocidade onde se tem os melhores equipamentos, então quero ver os carros atingirem o seu limite, pilotos dando seus melhores, se superando a cada curva, a cada volta. Claro que tem que ter regras, mas tem muita regra que está travando a evolução, além de fazer algumas pessoas perder o interesse na F-1.



Fim da Sauber?

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A Sauber está enfrentando grandes dificuldades financeiras. Com isso, o GP do Bahrein pode ter sido sua última participação, já que informações levam a crer que sequer há dinheiro para disputar o GP da China.
Nos bastidores da F-1, é tido como provável o retorno da Alfa Romeo, com a Ferrari comprando a escuderia suíça.
– É verdade, há salários de fevereiro pendentes. Lamento profundamente isso – declarou Monisha Kaltenborn, diretora da Sauber.



As batidas na F-1

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Depois do terrível acidente de Fernando Alonso na Austrália neste ano, a segurança da Fórmula-1 voltou a ser lembrada. Duas coisas são indiscutíveis:
1) A segurança do carro da F-1 chegou a níveis extremos. Em termos de veículo, não existe nada mais seguro no mundo.
2) Não existe segurança 100%.
Dependendo do ângulo de batida, tipo de colisão, velocidade no local da batida e trágicas coincidências (tipo do acidente fatal de Senna), o organismo do piloto tem suas limitações.
E esta frescura de quererem cobrir o cockpit de nada adiantaria conforme o tipo de batida.
Em todos os acidentes aí das fotos, o piloto poderia ter morrido. Por causa das circunstâncias dos acidentes. E o de Senna, em termos de destruição do carro, foi o menos grave de todos.
Nos dois primeiros, Senna e Ratzenberger morreram.
Nos outros dois, Kubica e Alonso poderiam ter morrido, apesar da segurança 99% dos carros da F-1.
100% não existe.



O Bolão depois do Bahrein

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Pois é, o nosso campeão de 2014 já assume a ponta do Bolão na segunda etapa. Parabéns, Francisco! Mas o vencedor da rodada foi o Marcelo Vieira, ao lado do Nico Rosberg, que aparece nesta bela foto aí de cima da Getty Images no Bahrein.
A próxima etapa é na China. Se aprontem, porque teremos dura madrugada pela frente. A classificação será às 4 da matina e a corrida, às 3.

Parâmetros utilizados no GP do Bahrein:
Dois restantes da Dança das Cadeiras do treino de classificação:
Pole: sobrenome do piloto - HAMILTON
Segundo do grid: sobrenome do piloto - ROSBERG
Vencedor: sobrenome do piloto - ROSBERG
Equipe com mais pontos na etapa: nome da equipe - MERCEDES
Melhor equipe, fora de Mercedes e Ferrari, classificada no final da prova. Pode até essa equipe ser a vencedora da etapa. Vale só o piloto mais bem classificado dessa equipe na prova: RED BULL
Segundo colocado da prova: sobrenome do piloto - RAIKKONEN
Terceiro colocado da prova: sobrenome do piloto - HAMILTON
Quarto colocado da prova: sobrenome do piloto - RICCIARDO
Quinto colocado da prova: sobrenome do piloto - GROSJEAN
Piloto com mais voltas na liderança: sobrenome do piloto - ROSBERG
Volta mais rápida da prova: sobrenome do piloto - ROSBERG
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): sobrenome do piloto - PALMER

Bahrein:
1) Marcelo Vieira - 60 pontos
2) Francisco Cavalin - 55 pontos
3) Mauro - 40 pontos
3) Marcelo Farias Pereira - 40 pontos
5) Gabriel Dias - 35 pontos
5) André Borges - 35 pontos
7) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 32 pontos
8) Juliano Schuler - 27 pontos
9) Matteus Saldanha - 22 pontos
9) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 22 pontos
11) Daniel Dias - 17 pontos
11) Maurício Dias - 17 pontos
13) Luiz Carlos Herrera - 12 pontos
14) Natanael Felipe Rhoden - 10 pontos
14) Daniel Cardoso - 10 pontos
16) Italo Duarte - 0 ponto
16) Romário Braga - 0 ponto
16) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto

Total:
1) Francisco Cavalin - 87 pontos
2) Gabriel Dias - 75 pontos
3) Marcelo Farias Pereira - 72 pontos
3) Marcelo Vieira - 72 pontos
5) Mauro - 67 pontos
6) André Borges - 62 pontos
7) Matteus Saldanha - 54 pontos
8) Daniel Cardoso - 50 pontos
9) Daniel Dias - 49 pontos
9) Maurício Dias - 49 pontos
11) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 42 pontos
12) Luiz Carlos Herrera - 39 pontos
13) Natanael Felipe Rhoden - 37 pontos
14) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 34 pontos
15) Juliano Schuler - 32 pontos
16) Italo Duarte - 27 pontos
17) Romário Braga - 17 pontos
18) Ernani Leonel Muzeel - 0 ponto



Nova proposta para a classificação

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O sistema de classificação utilizado nos dois primeiros GPs já provou seu fracasso. Todo o mundo está criticando o formato, mas a FIA não se convence em apenas retomar o que estava dando certo de 2006 a 2015.
Após uma reunião, neste domingo, no Bahrein, entre Jean Todt, presidente da FIA, Bernie Ecclestone, presidente da FOM, os chefes das equipes e Paul Hembery, diretor automobilístico da Pirelli, surgiu a proposta de ter uma classificação agregada em que os pilotos somam duas voltas em cada uma das três partes do treino. O somatório ordenaria os pilotos no grid de largada.
As equipes, por mais que estejam querendo o formato antigo, chegaram a um acordo, tendo em vista um grau de imprevisibilidade que todos desejam, já que bastaria um erro em uma das suas duas voltas para comprometer o tempo agregado.
– É um compromisso, e algo que agora todos precisamos analisar. Ninguém gosta do atual sistema, de modo que esta ideia é um passo na direção certa. Tem elementos do sistema de 2015, o preferido das equipes, mas com cada piloto tendo que fazer duas voltas, com tempo agregado – declarou Christian Horner, da Red Bull.



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