Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Tá faltando um italiano na F-1

Dias ao Volante
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A Itália tem a maior equipe da Fórmula-1, a Ferrari, e o Templo da Velocidade, o circuito de Monza, mas há muito tempo falta um piloto italiano de destaque no grid da principal categoria do automobilismo. Pior: há um bom tempo, nenhum corredor da Velha Bota figura na lista da temporada. Isso faz muita falta.
O Mundial teve início em 1950, com a conquista do italiano Nino Farina. No ano seguinte, um tal de argentino chamado Juan Manuel Fangio levantaria a taça. Em 1952 e 1953, viria o bi do italiano Alberto Ascari. Depois, nada. Na foto aí de cima, Nino e Ascari a bordo da Ferrari.
Antes da F-1, teve o italianíssimo Tazio Nuvolari, considerado o melhor piloto do mundo de seu tempo.
O mais recente talento vindo da Itália foi Jarno Trulli. Antes dele, o mais próximo de um piloto da terra da pizza foi Clay Regazzoni, que, por ser visceral, era mais italiano que suíço, sua terra natal. Clay formou com Niki Lauda uma das melhores duplas da Ferrari nos anos 70.
Faz muita falta um piloto italiano na F-1, mas o país não consegue revelar ninguém. Nas motos, o maior de todos os tempos é Valentino Rossi. Tal é o tamanho do Doctor 46 que a Ferrari até tentou transformá-lo em piloto de quatro rodas.



A Fórmula-1 em 2016 e 2017

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Pela primeira vez, o Mundial de Fórmula-1 terá 21 etapas. As novidades são a entrada do GP da Europa, em um circuito de rua no Azerbaijão (foto), o GP da Rússia na primeira parte da temporada e o GP da Malásia, na segunda.
Com a volta da Renault como equipe, no lugar da Lotus, e a estreia da norte-americana Haas, serão 11 equipes, com um grid de 22 carros. O brasileiro Carlos Ghosn, CEO do Grupo Renault-Nissan, não confirmou a dupla de pilotos. Portanto, o venezuelano Pastor Maldonado e o inglês Jolyon Palmer, campeão da GP2 em 2014, ainda não têm seus lugares garantidos.
Restam, portanto, quatro vagas para a próxima temporada, além na Renault, na Manor. Por enquanto, são 3 alemães (Sebastian Vettel, Nico Rosberg e Nico Hulkenberg), 2 brasileiros (Felipe Massa e Felipe Nasr), 2 finlandeses (Kimi Raikkonen e Valtteri Bottas), 2 mexicanos (Sergio Perez e Esteban Gutierrez), 2 ingleses (Lewis Hamilton e Jenson Button), 2 espanhóis (Fernando Alonso e Carlos Sainz Jr.), 1 sueco (Marcus Ericsson), 1 russo (Daniil Kvyat), 1 francês (Romain Grosjean), 1 holandês (Max Verstappen) e 1 australiano (Daniel Ricciardo), mais uma vez, 5 campeões e 11 títulos (Vettel – 4, Hamilton – 3, Alonso – 2 e Raikkonen e Button – 1).
A Red Bull utilizará motores Renault com a assinatura da TAG e sua co-irmã Toro Rosso voltará a ser empurrada pelo propulsor da Ferrari última versão de 2015.
O regulamento técnico dos carros praticamente será o mesmo no próximo ano. Apenas terá alteração nos escapamentos, para os carros ficarem mais barulhentos. Para 2017, mudam radicalmente. Os bólidos terão menos força aerodinâmica e adotarão um estilo meio retrô, tudo para devolver mais a importância para o piloto.

2016
1. 20 de março - GP da Austrália, Albert Park, Melbourne
2. 3 de abril - GP do Bahrein, Sakhir, Manama
3. 17 de abril - GP da China, Xangai
4. 1 de maio - GP da Rússia, Sochi
5. 15 de maio - GP da Espanha, Montmeló, Barcelona
6. 29 de maio - GP de Mônaco, Monte Carlo
7. 12 de maio - GP do Canadá, Gilles Villeneuve, Montreal
8. 19 de junho - GP da Europa, Baku (circuito de rua), Azerbaijão
9. 3 de julho - GP da Áustria, Red Bull Ring, Spielberg
10. 10 de julho - GP da Inglaterra, Silverstone
11. 24 de julho - GP Hungria, Hungaroring, Budapeste
12. 31 de julho - GP da Alemanha, Hockenheim
13. 28 de agosto - GP da Bélgica, Spa-Francorchamps
14. 4 de setembro - GP da Itália, Monza
15. 18 de setembro - GP de Cingapura, Marina Bay
16. 2 de outubro - GP da Malásia, Sepang, Kuala Lumpur
17. 9 de outubro - GP do Japão, Suzuka
18. 23 de outubro - GP dos EUA, Circuito das Américas
19. 30 de outubro - GP do México, Hermanos Rodriguez
20. 13 de novembro - GP do Brasil, Interlagos, São Paulo
21. 27 de novembro - GP de Abu Dhabi, Yas Marina, Abu Dhabi



A volta da Chaleira Amarela

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O brasileiro Carlos Ghosn, CEO do grupo Renault-Nissan, confirmou a volta da Renault como equipe completa em 2016, no lugar da Lotus. O carro certamente será o que já estava sendo desenvolvido pela equipe preta para o ano que vem. Com Pastor Maldonado confirmado, resta uma boa vaga na escuderia francesa. Para retornar como equipe, não apenas como fornecedora de motores, Ghosn negociou com Bernie Ecclestone para a equipe receber a cota histórica de dinheiro dos tradicionais times da Fórmula-1. Pediu e levou.
É uma boa notícia.
Na Era Moderna da F-1, iniciada ainda nos anos 70, a Renault apareceu como equipe completa revolucionando a categoria com a volta do motor turbo, na segunda metade da década de 70, com os pilotos Jean-Pierre Jabouille (foto aí de cima) e Rene Arnoux. Os carros amarelos, cor oficial da Renault, foram rapidamente apelidados de Chaleira Amarela. No entanto, apesar das brincadeiras, o motor turbo viria para ficar.
O turbo, que nada tem a ver com as chamadas unidades de força de agora, híbridas, conquistariam o primeiro título com Nelson Piquet na Brabham-BMW em 1983 e encerrariam seu ciclo com Ayrton Senna com a McLaren-Honda em 1988.
A Renault se despediu como equipe nos anos 80 e passou a fazer um dos melhores motores aspirados da história, na Lotus de Senna, nas Williams projetadas pelo mago Adrian Newey e nas Red Bull de Sebastian Vettel, além da própria equipe com Fernando Alonso em 2005 e 2006, conquistando o bi.
A volta da Renault como equipe é tudo de bom pra F-1.
Por tabela, a fabricante francesa confirmou o fornecimento de motores para a Red Bull em 2016. Na equipe austríaca, as unidades serão chamadas de TAG.



Natanael vence o Bolão da Fórmula-1

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Nosso Natanael (de azul), aí na foto ao lado do campeão do ano passado Francisco (de branco) e do Gabriel e deste blogueiro, papou o Bolão de 2015, com uma brilhante arrancada na reta final, bem ao contrário do tricampeão Lewis Hamilton, que ganhou o Mundial de Fórmula-1 nos EUA e se entregou à farra depois, deixando o caminho para o Nico Rosberg vencer as três últimas etapas do campeonato.
Parabéns, Natanael, mandou muito bem, e a todos os participantes do nosso Bolão. Vamos marcar uma confraternização para entrega de prêmios ao novo campeão e para a gente se encontrar e falar do striptease da Maitê e, se der tempo, do esporte que tanto amamos. Por enquanto, só posso dizer que tem mais no próximo ano, com novidades no Bolão e um campeonato, o da F-1, mais parelho.
Parâmetros utilizados para o GP de Abu Dhabi:
Pole position: ROSBERG
Segundo do grid: HAMILTON
Terceiro do grid: RAIKKONEN
Vencedor da corrida: ROSBERG
Segundo, terceiro, quarto e quinto da corrida: HAMILTON, RAIKKONEN, VETTEL E PEREZ
Equipe com mais pontos na prova: MERCEDES
Volta mais rápida da prova: HAMILTON
Piloto com mais voltas na liderança da prova: ROSBERG
Último colocado da prova (classificação oficial da FIA): MALDONADO
Quantos "segundos pilotos" das cinco grandes (e de grande a McLaren tá só no nome) chegarão na frente de seu "primeiro piloto" - Red Bull (Daniil Kvyat), Mercedes (Nico Rosberg), Ferrari (Kimi Raikkonen), Williams (Valtteri Bottas) e McLaren (Jenson Button): TRÊS (ROSBERG, RAIKKONEN E BUTTON)
Meu desafio: o Sebastian Vettel conquistou seu primeiro campeonato justamente em Abu Dhabi, em 2010. Quero saber em qual posição o piá alemão termina na corrida de domingo? QUARTO
Desafio do Gabriel: quer saber se os dois pilotos da Mercedes brigarão abertamente na pista nesta prova, não precisa ser necessariamente pela vitória. É bom saber que nas duas últimas corridas, no México e no Brasil, os dois não brigaram? Sim ou não. NÃO
ABU DHABI:
1) EDUARDO SARAIVA - 82 PONTOS
2) FABRÍCIO MARTINS TAVARES - 62 PONTOS
3) NATANAEL FELIPE RHODEN - 57 PONTOS
3) ANDRÉ BORGES - 57 PONTOS
3) MÁRIO GAYER DO AMARAL (PROFESSOR) - 57 PONTOS
6) LUIS MAURO GONÇALVES ROSA - 30 PONTOS
7) EDUARDO PARISE - 25 PONTOS
7) LUIZ CARLOS HERRERA - 25 PONTOS
9) PEDRO HENRIQUE - 19 PONTOS
10) FRANCISCO CAVALIN - 17 PONTOS
10) DANIEL CARDOSO - 17 PONTOS
12) JULIANO SCHULER - 15 PONTOS
13) MAURO - 12 PONTOS
14) ROMÁRIO BRAGA - 10 PONTOS
15) DANIEL DIAS - 5 PONTOS
16) GABRIEL DIAS - 0 PONTO
16) ISMAEL REICHERT - 0 PONTO
16) MARCELO FARIAS PEREIRA - 0 PONTO
16) ÍTALO MEZARI DUARTE - 0 PONTO
16) HENRIQUE DE CONTO - 0 PONTO
16) MARCELO VIEIRA - 0 PONTO
FINAL:
1) NATANAEL FELIPE RHODEN - 867 PONTOS - CAMPEÃO
2) MAURO - 762 PONTOS
3) DANIEL CARDOSO - 736 PONTOS
4) LUIZ CARLOS HERRERA - 700 PONTOS
5) EDUARDO PARISE - 693 PONTOS
6) EDUARDO SARAIVA - 688 PONTOS
7) DANIEL DIAS - 655 PONTOS
8) PEDRO HENRIQUE - 650 PONTOS
9) LUIS MAURO GONÇALVES ROSA - 644 PONTOS
10) GABRIEL DIAS - 612 PONTOS
11) FABRÍCIO MARTINS TAVARES - 579 PONTOS
12) MÁRIO GAYER DO AMARAL (PROFESSOR) - 514 PONTOS
13) ISMAEL REICHERT - 489 PONTOS
14) FRANCISCO CAVALIN - 465 PONTOS
15) JULIANO SCHULER - 458 PONTOS
16) ANDRÉ BORGES - 428 PONTOS
17) MARCELO FARIAS PEREIRA - 420 PONTOS
18) ROMÁRIO BRAGA - 367 PONTOS
19) HENRIQUE DE CONTO - 253 PONTOS
20) ÍTALO MEZARI DUARTE - 131 PONTOS
21) MARCELO VIEIRA - 122 PONTOS



Rosberg vence em Abu Dhabi

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A Fórmula-1 fechou as cortinas neste domingo em Abu Dhabi com mais uma vitória de Nico Rosberg, seguido pelo companheiro de Mercedes e tricampeão Lewis Hamilton. Kimi Raikkonen, da Ferrari, completou o pódio, à frente do companheiro Sebastian Vettel, que largou em décimo quinto lugar por problemas na primeira parte do treino de classificação.
Felipe Massa, da Williams, segundo colocado no Yas Marina em 2014, fez uma boa prova e terminou em oitavo. O companheiro de Williams, Valtteri Bottas, foi prejudicado na saída do primeiro pit stop quando bateu na McLaren de Jenson Button. O finlandês foi punido e acabou a prova nas últimas posições.
A Mercedes tirou a chance de uma grande disputa nas voltas finais da prova ao não colocar os pneus mais rápidos no carro de Hamilton. Se tivesse feito isso, a vitória seria do tricampeão. Mas a Mercedes queria mesmo que tudo terminasse assim, com mais uma conquista de Rosberg no grande ano de Hamilton. Até o momento que o campeonato valia, nos EUA, Hamilton dominou o companheiro completamente.
Ao contrário do que a transmissão de TV brasileira quis mostrar, as corridas derradeiras da temporada, com vitórias de Nico, não aponta uma tendência para o próximo ano. Nunca é de mais lembrar que em 2016 a Mercedes deverá ter a concorrência parelha da Ferrari. Com isso, a equipe prateada terá de trabalhar mais com seu melhor piloto: Lewis Hamilton.

1) Rosberg, Mercedes
2) Hamilton, Mercedes, a 8s2
3) Raikkonen, Ferrari, a 19s4
4) Vettel, Ferrari, a 43s7
5) Perez, Force India, a 63s9
6) Ricciardo, Red Bull, 65s
7) Hulkenberg, Force India, a 93s6
8) Massa, Williams, a 97s
9) Grosjean, Lotus, a 98s2
10) Kvyat, Red Bull, a 1 volta
14) Nasr, Sauber, a 1 volta



Lewis seria campeão do mesmo jeito

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A FIA fará investigação nos motores utilizados por Lewis Hamilton na sua vitória nos EUA e por Sebastian Vettel na conquista no GP de Cingapura, ambos nesta temporada, após o encerramento do Mundial. Já disse que não acredito que vá dar alguma coisa em matéria de desclassificação dos pilotos nas citadas provas.
Mas, mesmo que venham a perder suas vitórias, o campeonato estaria decidido em favor do inglês de qualquer forma. Se viesse a desclassificação, Nico Rosberg, o segundo daquela corrida no Circuito das Américas, ganharia mais sete pontos. Se Rosberg ganhar a prova deste domingo, em Abu Dhabi, e Hamilton não marcar pontos, o alemão não chegaria à pontuação “corrigida” de Hamilton.



Nico à vontade quando não vale

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Nico Rosberg superou os problemas com seu motor e ficou à frente do companheiro de Mercedes e tricampeão Lewis Hamilton em Abu Dhabi. É a sexta pole seguida do filho do Keke, que parece mesmo dirigir à vontade quando não está sob pressão. Kimi Raikkonen levou a Ferrari à terceira posição no grid, enquanto Sebastian Vettel ficou enredado em trapalhadas próprias e da equipe na primeira parte da classificação. Três vezes vencedor em Yas Marina, no entanto, Vettel fará uma corrida de recuperação mirando o pódio.
Felipe Massa seguiu a rotina de tomar tempo do companheiro Valtteri Bottas e largará em oitavo. O seu xará Nasr parte de décimo quarto.
1. Nico Rosberg ALE Mercedes-Mercedes 1m 40.237s
2. Lewis Hamilton ING Mercedes-Mercedes 1m 40.614s
3. Kimi Raikkonen FIN Ferrari-Ferrari 1m 41.051s
4. Sergio Perez MEX Force India-Mercedes 1m 41.184s
5. Daniel Ricciardo AUS Red Bull-Renault 1m 41.444s
6. Valtteri Bottas FIN Williams-Mercedes 1m 41.656s
7. Nico Hulkenberg ALE Force India-Mercedes 1m 41.686s
8. Felipe Massa BRA Williams-Mercedes 1m 41.759s
9. Daniil Kvyat RUS Red Bull-Renault 1m 41.933s
10. Carlos Sainz Jr ESP Toro Rosso-Renault 1m 42.708s
11. Max Verstappen HOL Toro Rosso-Renault 1m 42.521s
12. Jenson Button ING McLaren-Honda 1m 42.668s
13. Pastor Maldonado VEN Lotus-Mercedes 1m 42.807s
14. Felipe Nasr BRA Sauber-Ferrari 1m 43.614s
15. Romain Grosjean FRA Lotus-Mercedes sem tempo
16. Sebastian Vettel ALE Ferrari-Ferrari 1m 42.941s
17. Fernando Alonso ESP McLaren-Honda 1m 43.187s
18. Marcus Ericsson SUE Sauber-Ferrari 1m 43.838s
19. Will Stevens ING Manor Marussia-Ferrari 1m 46.297s*
20. Roberto Merhi ESP Manor Marussia-Ferrari 1m 47.434s



O melhor do GP do Brasil

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Ron Dennis, o chefão da McLaren, ficou puto com as brincadeiras de Fernando Alonso, em especial, e de Jenson Button no Brasil. Com o carro quebrado no início da classificação, Alonso sentou em uma cadeira de um fiscal e fingiu estar tomando um solzinho em Interlagos. Depois, os dois pilotos subiram ao pódio em festejaram como “vencedores” do GP do Brasil, para delírio do público. Foram as melhores coisas da corrida em Interlagos. Corrida? Foi lamentável o GP do Brasil deste ano.
Essa brabeza do sempre sisudo Ron tem dois lados, aliás, as fanfarrices dos pilotos têm dois lados. Por um lado, eu adorei, como todos, com exceção do velho dirigente. Mas temos de ver que Alonso e Button representam duas gigantes da Fórmula-1, a McLaren de Bruce, de Emerson Fittipaldi, de James Hunt, de Niki Lauda, de Alain Prost, de Ayrton Senna e de Mika Hakkinen, e a Honda, supercampeã ao lado da própria McLaren e da Williams. São instituições que se misturam à própria história da F-1.
Mas, querem saber, que as brincadeiras foram espetaculares, foram. E foram até ingênuas e infantis, com a maior pureza que uma brincadeira de criança pode ser.



Motores dominam em Abu Dhabi

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O assunto motor dominou o primeiro dia de treinos livres do GP de Abu Dhabi, última etapa da temporada. E a coisa envolve os três primeiros colocados do Mundial, Lewis Hamilton, já campeão, Nico Rosberg, já vice, e Sebastian Vettel, já terceiro do ano. A FIA anunciou que investigará os motores usados por Hamilton na vitória no GP dos EUA e o de Vettel na vitória em Cingapura.
A entidade não está propriamente desconfiada de algo fora do regulamento, mas examinará as máquinas após o término do campeonato. Minha opinião: não dará em nada. É como diria um antigo dirigente do Grêmio: “taça no armário, título comemorado e bicho pago”.
Para Rosberg, o mais rápido nesta sexta no circuito Yas Marina, trata-se de algo mais concreto. O alemão utilizará na corrida um motor velho, com mais de 3 mil quilômetros. Como o propulsor do carro de Rosberg teve vazamento de água no Brasil, a equipe se viu obrigada a lançar mão desse motor mais antigo.
Por isso mesmo, o filho do Keke acha que terá de ser mais rápido nas curvas em Abu Dhabi pois não terá velocidade final suficiente para brigar contra Hamilton nas duas grandes retas de Abu Dhabi.
O treino de classificação da última prova do ano tem início às 11h, de Brasília. No Q3, já será noite no Yas Marina, que conta com sistema de iluminação permanente, ao contrário de Cingapura.

1. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 1min41s983
2. Lewis Hamilton (GBR/Mercedes) 1min42s121
3. Sergio Perez (MEX/Force India) 1min42s610
4. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) 1min42s647
5. Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) 1min42s717
6. Daniil Kvyat (RUS/Red Bull) 1min42s798
7. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) 1min42s849
8. Nico Hülkenberg (ALE/Force India) 1min42s928
9. Fernando Alonso (ESP/McLaren) 1min42s955
10. Pastor Maldonado (VEN/Lotus) 1min43s431
11. Valtteri Bottas (FIN/Williams) 1min43s441
12. Felipe Massa (BRA/Williams) 1min43s506
13. Max Verstappen (HOL/Toro Rosso) 1min43s662
14. Carlos Sainz (ESP/Toro Rosso) 1min43s854
15. Romain Grosjean (FRA/Lotus) 1min43s929
16. Jenson Button (GBR/McLaren) 1min44s050
17. Felipe Nasr (BRA/Sauber) 1min44s116
18. Marcus Ericsson (SUE/Sauber) 1min45s245
19. Will Stevens (GBR/Manor) 1min46s450
20. Roberto Merhi (ESP/Manor) 1min47s022



O palco de Abu Dhabi

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Disputado desde 2009, o GP de Abu Dhabi é um dos mais jovens do Mundial de Fórmula-1, e tem apenas três vencedores – Sebastian Vettel três vitórias, com Red Bull, Lewis Hamilton duas, com McLaren e Mercedes e Kimi Raikkonen uma, com Lotus -, todos, portanto, em atividade e confirmados para o ano que vem.
Também desenhado e projetado pelo arquiteto alemão Hermann Tilke, o mesmo de Sepang (Malásia), Sakhir (Bahrein), Xangai (China), Buddh (Índia), Sochi (Rússia), Istambul (Turquia), Circuito das Américas (EUA), Marina Bay (Cingapura) e Yeongam (Coreia do Sul), o Yas Marina, de Abu Dhabi, é daqueles circuitos tipo serpentina, com o traçado feito em uma área relativamente pequena, como era o antigo Interlagos. É difícil de acreditar que aquele traçado do circuito paulista tinha quase 8 quilômetros de extensão praticamente na mesma área do atual, e mutilado, desenho de pouco mais de 4 quilômetros.
No entanto, embora serpenteado, o Yas Marina tem trechos de altíssima velocidade, mais precisamente dois, em sequência, cortados por um S de baixa. O circuito de Abu Dhabi é extremamente técnico, o que sempre privilegia os melhores pilotos. É o palco ideal para a última corrida do ano, com todos mais relaxados e sedentos apenas por uma prova bem aberta.
De quebra, o charme de a corrida ser disputada metade de dia metade à noite.



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